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LANÇAMENTO - Acrobata n 5

A tão esperada Acrobata n 5 está pronta e vem cheia de charme

o lançada será no próximo sábado, dia 23, às 19h na livraria Entrelivros.

 

EDITORIAL/ Acrobatta n 5

 

Vivemos um momento político muito tenso. Pairam no ar excessos de certezas, jul­gamentos apressados e uma violência engatilhada. A revista Acrobata levanta as bandeiras da conversa, do afeto, da reflexão e segue adiante. A arte pode ser um bom antídoto para a intolerância e os discursos de ódio que, atualmente, viraram praga, tal qual o Aedes aegypti.

Aqui é grande a variação de poetas compondo nosso cenário sempre plural: Laís Romero, Daniel Scandurra, André Valias, André Monteiro, Joãozinho Gomes, Rosa Laura, André Ricardo Aguiar, Tarso de Melo, Lia Testa, além do português Luís Filipe Marinheiro e do argentino Fernando Noy, traduzido por Wanderson Lima. Temos ainda o conto do Sydnei Rocha.

Nossa entrevistada é a atriz e produtora Helena Ignez, uma das figuras centrais do Cinema Novo, contando toda sua trajetória.

A discussão literária se encarna na poesia xamânica de Roberto Piva, no artigo escrito pelo pernambucano José Juva. Seguindo com o paraibano Paulo Vasconcelos, que discorre sobre alguma literatura feita atualmente. O Projeto Código Revista, de São Paulo, fala da digitalização e disponibilização dessa revista histórica, editada entre 1974 e 1990. Por fim, a pesquisadora piauiense Maria do Socorro apresenta um perfil biográfico da poeta portuguesa Violante do Céu, que viveu no século XVII.

 

 

Vamos transitar do sertão à França nas páginas de cinema, com análises fílmicas escritas por José Luís e Natasha Karenina, mergulhando nas obras de Douglas Machado e François Truffaut.

A compositora norte-americana Monique Ortiz, artista valiosa do ghotic blues and post-punk, apresenta sua viagem no universo musical. E o produtor Eduardo Crispim traz a série de vídeos S3TART (6 episódios) em que ele acompanha artistas plásticos que espa-lham sua arte pelas ruas de cidades do nordeste.

Toda a revista traz imagens do artista visual Hudson Melo para potencializar nossa viagem intersemiótica. Boas acrobacias!