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Em Teresina, 12 vereadores já trocaram de partidos até agora. Veja a lista

Foto: RobertaAline/CidadeVerde.com


Os vereadores que pretendem trocar de partido político têm até o dia 04 de abril, sábado, para realizarem a mudança, de acordo com o Calendário Eleitoral de 2020. Até o momento, 12 vereadores já realizaram a troca de legenda.

Mesmo com a discussão sobre a possibilidade de cancelamento das eleições, os  políticos devem continuar atentos ao calendário porque até agora não houve nenhuma mudança concreta. A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, disse ser cedo para falar de adiamento. Diante disso, o calendário segue. 

Na Câmara de Teresina, entre os que ainda não realizaram a mudança partidária estão os vereadores Zé Filho, Caio Bucar e Enzo Samuel. O vereador Caio deve  deixar o PRTB e seguir para o Republicanos. O vereador Zé Filho  deixará o Avante em direção ao PSDB. No momento, a situação mais difícil seria do vereador Enzo. Depois de ser obrigado a deixar o PCdoB, ele não teria um outro caminho até o momento. 

Com as mudanças, os partidos que mais receberam vereadores até agora forma o PSDB e o Progressistas. 

Veja quem já trocou de partido:

Fábio Dourado – trocou o Patriotas pelo Solidariedade
Gustavo de Carvalho – seguiu do Patriotas para o PSDB
Gustavo Gaioso – deixa o PTC pelo Solidariedade
Ítalo Barros – muda do PTC para o PSDB
Jeová Alencar – trocou o PSDB pelo MDB
Joaquim do Arroz – deixou o PRP pelo MDB
Joninha – trocou o Avante pelo PSDB
Neto do Angelim – deixou o PSDC pelo Progressistas
Nilson Cavalcante – se filiou ao PSL depois de sair do  Avante
Pedro Fernandes – ingressou no Progressistas após deixar o PRP
Valdemir Virgino – deixa o PRP e ingressa no Progressistas
Venâncio – se filiou ao PSDB após sair do Progressistas

PSC faz filiação de lideranças políticas para disputar a eleição em Teresina

 

Mesmo em tempos de pandemia do Coronavírus,  os partidos seguem atentos ao prazo de filiações de novos membros.  Em Teresina, o  PSC trabalha para montar a chapa proporcional. O partido que tem como pré-candidato a prefeito, o jurista Valter Alencar,  pretende ocupar cadeiras na Câmara de Teresina. 

 Lideranças dos mais diversos seguimentos sociais se filiam à sigla. O aprtido segue confiante na possibilidade de  eleger até dois vereadores na capital.

Com Câmara em isolamento, vereadora destina R$ 162 mil em emendas para saúde

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A vereadora Pollyanna Rocha (PV) destinou parte de suas emendas parlamentares para a Fundação Municipal de Saúde (FMS). O montante deverá ser utilizado para aquisição de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

O valor das emendas é de R$ 162 mil. “Alterei a proposta as minhas emendas e destinei R$ 162 mil para a Fundação Municipal de Saúde. O valor deverá ser utilizado para a comprar de EPIs a fim de reforçar a segurança dos profissionais que estão na linha de frente no combate ao vírus”, afirmou.

Firmino Filho diz que coronavírus deixa rastro de dor e lamenta morte de prefeito

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O prefeito Firmino Filho (PSDB) iniciou uma série de lives nas redes sociais em que conversa com médicos e especialistas sobre o novo coronavírus. Na manhã deste sábado, ele conversou com o diretor de Práticas Médicas do Hospital São Marcos, Marcelo Martins. Durante a live, o prefeito disse que o coronavírus deixa um “rastro de dor”.

Firmino lamentou a confirmação da primeira morte no Piauí. A vítima é o prefeito da cidade de São José do Divino, Antônio Felícia (PT). Na ocasião, Firmino voltou a defender o isolamento social. Segundo ele, a cidade precisará de, pelo menos, mais uma semana de isolamento. 

“Por isso voltamos a repetir, fiquem em casa. O vírus já circula entre nós. Esse vírus deixa um rastro de dor. São momentos muito difíceis, essa notícia (primeira morte) deve levar a uma reflexão maior. Aproveito esse momento para ser solidário à família. Um abraço na família nesse momento de dor, mas é importante que façamos reflexões”, afirmou. 

Deputado Assis Carvalho diz temer veto de Bolsonaro ao coronavoucher

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O presidente do PT do Piauí, deputado federal Assis Carvalho (PT), não descarta a possibilidade de veto do presidente Jair Bolsonaro, a parte da medida que garante auxílio emergencial por três meses, no valor de R$ 600 a trabalhadores informais. 

Conhecida como “coronavoucher”, a medida visa atender os mais pobres durante a crise econômica provocada pelo isolamento social.  Assis afirma que a união da oposição e do Centrão levou ao aumento de R$ 200 para R$ 600 de auxílio.

A medida será analisada agora pelo Senado e depois seguirá para a sanção presidencial. 

“Esse auxílio que foi aprovado pela Câmara vai para o Senado e depois para a sanção presidencial, mas acho que ele vai acabar decretando o veto.  Foi um avança razoável, sobretudo na contribuição da oposição no parlamento, em diálogo com o Centrão, conseguimos construir um bom texto. Conseguimos fazer algumas contribuições podendo chegar até 1.200”, disse. 

Após criticar discurso de Bolsonaro, Ciro pede que prefeitos não cedam à pressão

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O presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira, usou as redes sociais para fazer uma convocação aos prefeitos do partido. 

Ele pediu que os gestores não cedam à pressão e não abram o comércio das cidades. No Piauí, o partido tem quase 90 prefeituras.

Para Ciro, o ato de abrir o comércio colocaria em risco muitas vidas humanas.

"Peço a todos os prefeitos progressistas e de outros partidos que me acompanhem. Não cedam à pressão para afrouxar as medidas de enfrentamento ao coronavírus. Não podemos e não devemos permitir que vidas humanas valham menos que a economia", destacou.

Ciro Nogueira foi um dos críticos ao polêmico pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, que pediu um fim da quarentena. Ele classificou a fala do presidente como "desastrosa" e "irresponsável".

No Piauí, o Progressistas é aliado do prefeito Firmino Filho (PSDB) e do governador Wellington Dias (PT) que defendem o isolamento social. 

Governo tenta barrar decisão de Mão Santa e avalia risco poderá ser para todo Estado

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A decisão do prefeito de Parnaíba, Mão Santa, de autorizar o retorno das atividades econômicas na cidade repercute no Governo do Estado. A Procuradoria-Geral do Piauí estuda a questão legal que envolve possível conflito de competência.

O Governo do Piauí decretou estado de calamidade e baixou decreto restringindo as atividades comerciais, esportivas, culturais e qualquer tipo de ação que possa provocar aglomerações de pessoas.  Agora, o prefeito de Parnaíba, Mão Santa, baixa decreto reabrindo as atividades na cidade.

Wellington Dias reage e diz que a Procuradoria-Geral e o Ministério Público analisam a questão. O governador reforça que deseja o diálogo com Mão Santa.  

“Estou dialogando com o prefeito Mão Santa e sua equipe, com os próprios empresários do nível local. O Ministério Público e a nossa procuradoria estudam a questão do ponto de vista jurídico. Há um conflito de competência e há a necessidade nesse momento de uma decisão. Temos uma situação que visa proteger a economia, acho que é uma preocupação que deve existir, mas temos do outro lado o risco de vida", diz o governador. 

Para a coluna, o governador lembrou do risco para a saúde e pediu que a questão possa ser discutida.  

“São pessoas aos milhares morrendo no Brasil e o Piauí não quer isso. Parnaíba é uma cidade turística e um grande polo para Ceará, para o Maranhão e outros lugares do Brasil e do mundo. Precisa de cuidados. Entramos juntos neste caminho e agradeço a toda equipe da Prefeitura de Parnaíba, pela forma correta como trabalhou, e temos que sair dessa juntos. É esse o apelo que faço. Juntos vamos vencer o coronavírus”, afirmou. 

O procurador-geral do Estado, Plínio Clerton, afirma que a decisão do prefeito Mão Santa pode repercutir no Estado e na União, caso um possível surto na cidade, ultrapasse os limites municipais. 

“Matéria sanitária é uma questão controvertida. Quem compete legislar é o nível mais alto. Especialmente em um município como Parnaíba que não tem um hospital além do estadual.  E legisla sobre algo que causaria problemas para outros entes como o estado e a União. Não só para a cidade. Não tem um hospital municipal. É algo complicado que passa pela análise. Nesse momento estamos analisando essa questão. É preciso esperar a conclusão do estudo dos técnicos da procuradoria. A questão chegou ontem. Já tem um técnico responsável que analisa a medida e as possibilidades que podem surgir”, disse. 

 

Políticos do Piauí lamentam a morte do prefeito de São José do Divino

 

A morte do prefeito de São José do Divino, Antônio Felício, repercutiu entre os políticos do Estado. O gestor municipal faleceu com suspeitas de ter contraído o novo coronavírus. 

Ele era filiado ao Partido dos Trabalhadores. Emocionado, o presidente da sigla, deputado Assis Carvalho, falou à coluna sobre o impacto da perda. 

“O partido e eu recebemos com muita dor essa notícia. Considero que o Antônio Felícia era um dos prefeitos mais organizado, trabalhador, empreendedor e um amigo especial. Meu coração fica partido. E o PT fica muito triste com essa partida repentina. Perdemos um amigo muito especial”, disse. 

O presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira, também se manifestou sobre o falecimento do líder político. Segundo ele, a morte pegou a todos de surpresa. 

“Fui tomado de surpresa pela prematura morte do prefeito da querida cidade de São José do Divino, Antônio Felícia. Duas vezes prefeito na cidade, fez uma gestão eficiente e buscou desenvolver seu município para o bem de seus cidadãos. Mesmo distante, abraço familiares, amigos e admiradores”, disse. 

O Governo do Estado também emitu nota de pesaar pelo falecimento do prefeito. 

Veja nota: 


É com o mais profundo pesar que o Governo do Estado do Piauí lamenta o falecimento do prefeito do município de São José do Divino, Antônio Felícia.

Destacamos aqui o cidadão exemplar que foi e gestor público dedicado ao povo e ao desenvolvimento de sua cidade.

Neste momento de pesar, o Governo do Piauí manifesta apoio e se solidariza com familiares, amigos, admiradores e com o povo de São José do Divino.

 

Teresina, 27 de março de 2020

Governo do Estado do Piauí

 

Rejane Dias destaca importância da aprovação do coronavoucher pela Câmara Federal

Foto: Ascom/Seduc

A deputada federal Rejane Dias (PT) destacou a importância da aprovação, pela Câmara Federal, da proposta que prevê concessão durante três meses de auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais e de R$ 1.200 para mães responsáveis pelo sustento da família. Segundo ela, a medida vai ajudar os mais pobres, que não teriam como enfrentar a crise provocada pelo coronavírus. 

A medida foi chamada coronavoucher e deve durar três meses. 
“A Câmara aprovou uma importante proposta que trata sobre a renda básica emergencial. O PT apresentou essa proposta e tivemos o apoio dos partidos de oposição, e também, dos líderes de todos os partidos. Essa proposta versa sobre um auxílio financeiro para as famílias que estão em situação de vulnerabilidade diante da pandemia do coronavírus. Pessoas que são autônomas, que estão totalmente desprotegidas. A ideia é que saia de R$ 500 e possa chegar a R$ 1.200. Enquanto durar essa situação de calamidade. Há uma estimativa de três meses. Sendo assim, protegeremos aproximadamente 100 milhões de brasileiros que precisam dessa ajuda”, destacou. 

Assis Carvalho propõe a criação do Fundo Emergencial de Enfrentamento ao Coronavírus

Foto: RobertaAline/CidadeVerde.com

O deputado federal Assis Carvalho (PT) apresentou um projeto de lei para criar o Fundo Emergencial de Enfrentamento ao Coronavírus (Covid-19). A proposta diz que o fundo deve durar enquanto vigorá o estado de calamidade pública decretado na última sexta-feira (20). 

“O mundo fechou as portas, restrições foram impostas a nossas vidas e o país enfrenta um dos momentos mais difíceis de nossa história. As instituições públicas e privadas precisam se unir para conter o avanço desta pandemia. Por isso, destinar uma parte dos recursos dos Fundos Públicos para estados e municípios vai ao encontro da gravidade da situação, que exige ações das três esferas de governo. Sem mais recursos, os serviços essenciais de saúde e de segurança estarão ameaçados”, afirma Assis. 

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