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Fernanda Gomes apresenta projeto que apoia mulheres em situação de violência doméstica e familiar

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A vereadora Fernanda Gomes (Solidariedade) apresentou o programa "Reiventar" na Câmara de Teresina. O projeto visa apoiar mulheres em situação de violência doméstica e familiar.

"A finalidade desse projeto é compor uma rede de proteção e apoio às mulheres vítimas de violência doméstica e implantar uma política pública eficaz capaz de garantir a prevenção a este problema social", afirmou a parlamentar. 

Segundo Fernanda Gomes, o programa "Reinventar" deve desenvolver e fortalecer ações voltadas à promoção da autonomia financeira das mulheres em situação de violência doméstica e familiar. E assegura que é um projeto que promove medidas de qualificação profissional, de geração de emprego e renda, e de inserção no mercado de trabalho.

Vereador questiona ausência do PSDB na composição da CPI do transporte

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 Os vereadores do PSDB votaram favorável a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que vai investigar a relação entre o Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (setut) e a Prefeitura da capital.  Porém, nenhum parlamentar da sigla quis participar como membro da CPI.

O vereador Dudu, presidente da CPI, questionou a ausência dos tucanos. O presidente do PSDB, vereador Edson Melo, diz que apoia a CPI. Segundo ele, é preciso que os possíveis  culpados pelo caos no transporte público da capital, sejam responsabilizados.

“O PSDB apoia a CPI justamente por isso. Queremos que tudo possa ser esclarecido. Se houver culpados, essas pessoas devem ser responsabilizadas. A sociedade precisa saber a realidade do transporte público de Teresina”, disse Edson Melo. 

“Acho difícil alguém do PT querer ir para o MDB ajudar”, diz Cícero Magalhães

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O deputado Cícero Magalhães criticou as declarações de deputados do MDB sobre o PT ceder lideranças da sigla para ajudar na formação das chapas proporcionais do MDB. Segundo ele, o MDB é um partido e teria condições de montar uma chapa sozinho.

Magalhães ainda diz qual a receita que o PT segue para garantir a formação das chapas em todas as eleições. 

“Esse PT é tão interessante. É tão bacana que, em 2018, fui um dos que formei a fila de suplentes que poderiam ter hoje um mandato se não tivesse havido o chapão. Mas em nome de uma estratégia maior, respeitando os compromissos dos governador Wellington Dias, o PT aceitou o chapão. Hoje o PT se organiza. O MDB é um partido grande. É um partido que respeito. Agora quem tem mesmo que se organizar e o próprio MDB. Eles tem seis deputados. Se tem seis deputados é porque tem força dentro do governo e na prefeitura. Tem mais prefeituras no interior do que no PT. É por isso que o PT sempre teve pessoas com muito votos e sempre teve os candidatos com pouco votos. No passado isso já foi usado por alguns para poder se eleger. E agora como não tem mais as coligações, acho difícil alguém do PT querer ir para o MDB para ajudar a eles. Eu mesmo não vou. Gosto dos amigos que tenho lá, mas não vou”, declara.

Themístocles diz ser normal apreensão de deputados do MDB sobre formação de chapa

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O presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Themístocles Filho, ameniza as críticas dos parlamentares da sigla a forma como o governador Wellington Dias (PT) tem conduzido as discussões sobre as chapas de 2022. Segundo ele, é natural que cada parlamentar  tenha uma posição sobre o assunto. 

“Natural. Acho que em eleição é desse jeito. Cada um tem uma opinião. Mais do que natural o que acontece em uma reunião de qualquer partido político.  Primeiro vamos perguntar ao povo. Quem decide quem é deputado federal, estadual, governador, senador e presidente é o povo. Temos a obrigação de trabalharmos e de comunicarmos bem com a opinião pública para que o povo vote nos nossos candidatos. Qualquer nível de candidato precisa ter uma boa sintonia entre o candidato e a população. Eu acredito que o MDB sempre teve essa sintonia boa com a população”, disse. 

Líder do governo diz que não há motivos para instalação de CPI da Covid-19

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A deputada Teresa Britto (PV) busca nove assinaturas para a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os gastos do governo do Piauí com o combate a covid-19. Segundo o líder do governo na Casa, deputado Francisco Costa, não há motivos para a instalação.

“A posição da bancada do governo é compreendendo que não existe necessidade de instalação de uma CPI. Naturalmente se algum deputado quer ter informações necessárias sobre algo que considere, que precisa ser esclarecido, é só requisitar ao órgão competente como a Secretaria de Saúde. Naturalmente esses esclarecimentos serão dados. Não vejo a necessidade de uma CPI para ter esclarecimento de alguma dúvida que por ventura se precise de esclarecimentos”, destacou Costa. 

Teresa Britto afirma que é preciso investigar se houve omissão no estado com o aumento no número de mortes. Ela afirma já ter cinco asinaturas das nove necessárias. 

“Vamos apresentar para os outros colegas para que possamos adquirir as nove assinaturas. Já temos garantidas cinco assinaturas. O objetivo é garantir transparência a esse trabalho  na pandemia. Coisa que não tem sido feito até o presente momento. Não sabemos onde foram aplicados os recursos. Não sabemos como tem sido esse comportamento da saúde pública do Piauí com relação a esses recursos. Muitas pessoas morreram com essa segunda onde. Já passou de 5 mil óbitos no Piauí. Pode haver omissão. Muitos pacientes ficaram jogados em cadeiras e corredores de hospitais. A questão da transparência dos recursos. Precisamos saber onde foram aplicados e como foram. Precisamos saber onde foram aplicados os recursos para combater a covid-19”, disse. 

Francisco Costa nega qualquer tipo de omissão do governo.  “O governo fez ampliação de leitos, tomou medidas recomendadas pela OMS para garantir o distanciamento social, o governador tem feito um trabalho pela luta para trazer mais vacinas para o Brasil. Se ampliaram leitos de UTI, clínicos e de estabilização. Foi feita parceria com a iniciativa privada. Considero que não houve omissão, mas pelo contrário, muito esforço para evitar que muitas vidas se percam”, disse. 

Franzé Silva diz que críticas do MDB são injustas e indevidas

O deputado Franzé Silva (PT) reagiu às críticas do MDB à forma como o governador Wellington Dias (PT) tem conduzido o processo de formação das chapas proporcionais dos partidos da base governista. Segundo deputados como João Madison, apenas o PT estaria sendo favorecido.

Os emedebistas chegaram a cobrar uma maior participação do governador. Franzé não concorda com a reivindicação de que o PT deveria ceder nomes para a chapa do MDB.

"Reclamações indevidas e injustas com o governador. A organização da estratégia político-eleitoral do Partido dos Trabalhadores é de competência exclusiva do seu diretório estadual, onde existe uma articulação entre parlamentares e representantes de vários segmentos sociais que têm assento na Executiva do Partido. O PT tem trabalhado seu fortalecimento nas lutas do dia a dia da população piauense e feito com que surgisse cada vez mais lideranças com capacidade de disputa eleitoral. Em 2022, o Partido dos Trabalhadores fará uma forte bancada estadual e federal, resultado dos trabalhos executados por militantes e filiados em diversos setores da sociedade", disse.

Kleber Montezuma diz que PSDB trabalha para estruturar sua pré-candidatura ao Senado

Roberta Aline

O professor Kleber Montezuma afirma que o PSDB trabalha para viabilizar a sua pré-candidatura ao Senado. Segundo Kleber, a proposta de ser pré-candidato foi bem recebida por outros membros da legenda. 

"Nosso nome surgiu para uma possível candidatura ao Senado de modo espontâneo, por parte de algumas pessoas que acompanham nosso trabalho. Contudo, o assunto não foi  tratado, ainda, nas instâncias partidárias. Mas, o PSDB tem uma agenda de trabalho e, por ela, vamos procurar dar nossa contribuição a fim que sejamos protagonista com candidaturas a cargos proporcionais e também majoritário com vista a participarmos ativamente nos debates a respeito da vida da cidade de Teresina e do estado do Piauí. No nosso caso, trataremos dessa candidatura ao Senado, que deve representar uma mudança na representação do Povo do Piauí, no senado federal, como o partido, no momento apropriado", destacou.

De volta à base, Wilson Martins não descarta ser candidato a deputado

Roberta Aline

O presidente estadual do PSB, ex-governador Wilson Martins, trabalha para reconstruir o partido após retornar para a base aliada do governador Wellington Dias (PT). Nessa reconstrução, ele deve ser candidato a deputado federal.

Wilson diz acreditar que com o cenário sem as coligações proporcionais, deverá haver uma redução do número de partidos na base do governador.

"Acredito que ficarão apenas cinco partidos da base do governador. Estamos trabalhando para reconstruir o PSB. Estamos a disposição para disputar um cargo proporcional. O majoritário não é de nosso interesse. E desejamos que não seja preciso", disse.

Wilson foi convidado pelo MDB para ser candidato pelo partido. Porém, ele diz que há um compromisso local e nacional de reconstruir o PSB.

Mesmo assim, ele não descarta a possibilidade de ir para outra sigla se necessário.

"Não  vou dizer que seja remota. Mas nossa prioridade é reconstruir o PSB. Mas não seria algo impossível. Tenho muitos amigos no PSB", destacou.

Assembleia Legislativa retorna sessões hibridas devido à pandemia

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A Assembleia Legislativa do Estado retorna as sessões de forma híbrida nesta terça-feira (04). Desde o agravamento da pandemia no início do ano, a Casa realizava as sessões apenas de forma virtual.

Hoje retorna as atividades de forma híbrida. Os deputados que não se sentirem seguros no retorno à Casa, podem participar de forma virtual. A entrada será liberada apenas para jornalistas credenciados e servidores da Casa. 

“Precisamos do comprometimento do governador”, diz Henrique Pires ao afirma que segue no MDB

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O deputado Henrique Pires afirma que o governador Wellington Dias (PT) precisa mostrar comprometimento com o MDB. Os deputados da sigla pedem uma maior participação do governador nas discussões da legenda sobre a formação das chapas em 2022. 

“Estamos procurando fortalecer o MDB. As duas pessoas com condições de ampliar a base do MDB é o Themístocles Filho e o senador Marcelo Castro. Ficou decidido uma reunião desse grupo. O MDB é o maior partido de apoio. Precisamos do comprometimento do governador nesta conversa para fortalecer o MDB. Não acredito que permaneça dessa forma”, afirmou.

Henrique Pires nega que esteja de saída da sigla. Ele afirma que a conversa com o senador Ciro Nogueira (Progressistas) não significa que ele esteja seguindo para a oposição ao governador. 

“Primeiro dizer da alegria do senador Ciro Nogueira nos querer, valorizando o nosso trabalho como deputado estadual. Mas tratei desse assunto na reunião do MDB. Quer dizer que sou proibido de ir ao senador pedir recursos para minhas bases eleitorais. E o senador que coloca recursos em várias secretarias do próprio estado. O senador tem deputados que fazem parte da base do secretariado do meu governador Wellington Dias (PT).  E o deputado Henrique Pires não pode ir atrás de recursos para sua base? O natural é ficarmos juntos onde estamos. O natural é ficarmos juntos onde estamos. São quase três anos votando com o governo. Todos os partidos trabalham a manutenção e ampliação da sua bancada tanto na Assembleia quanto na Câmara”, disse.

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