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Merlong Solano sobre a crise: “não podemos conceder aumento de nenhum salário”

Foto: RobertaAline/CidadeVerde.com 

No início do ano, o governador Wellington Dias chegou a falar sobre a possibilidade do Estado conceder reajuste salarial, caso o Estado saísse do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal até maio. Com a crise na economia  provocada pelo pandemia do coronavírus, o secretário de Administração, Merlong Solano, afirma que qualquer reajuste nos próximos meses  será inviável.

Segundo ele, a única alternativa é o pagamento do auxílio-alimentação aprovado pela Assembleia Legislativa. O secretário afirma que mesmo auxílio será pago com muito "sacrifício". 

“É a maior crise que se abateu sobre a humanidade desde a 2 Guerra Mundial. Afeta todos os países. Não sabemos quanto tempo durará. O efeito da crise já acontecem. A receita do estado já cai neste momento. Isso que já conversamos com os professores vamos ter que conversar co todas as categorias. Vamos ter que dizer que não podemos fazer reajuste de salário. O que é possível é o auxílio-alimentação e ainda com grande sacrifício. A greve no momento em que o patrão aumenta a receita não traz benefício para a categoria.  Estamos seguindo uma crise que vem desde 2015. Sempre com receita abaixo da evolução das despesas. Agora o que temos é a falta de dinheiro para assumir maiores despesas com pessoas.”, destaca.