Cidadeverde.com

Presidente do PSDB dialoga com partidos para evitar baixas na base de Montezuma

Foto: RobertaAline/CidadeVerde.com

O presidente municipal do PSDB, vereador Edson Melo, conversa com partidos para evitar baixas na base de sustentação da pré-candidatura de Kleber Montezuma (PSDB) a prefeito. Legendas como Republicanos e PV ameaçam deixar o grupo que possui mais de 10 legendas.

No Republicanos, a direção estadual cogita a possibilidade de indicar o vice do pré-candidato do PL, Fábio Abreu, mas os vereadores querem seguir na base do prefeito. 

“Não acreditamos que isso venha a acontecer. Até porque tanto os dirigentes desses partidos, quanto os vereadores que integram esse partido, são pessoas intimamente ligadas à base do prefeito. Acredito que não vão se sujeitar a mudar na última hora. Temos conversado com o vereador Levino e Caio Bucar, eles não admitem essa possibilidade do Republicanos sair”, afirma Edson.

No PV, pré-candidatos a vereador pedem que a legenda tenha candidatura própria. O nome cotado é da deputada estadual, Teresa Britto. 

“O PV tem a vereador Pollyanna Rocha, que é muito ligada à administração do prefeito Firmino Filho, tem muita consideração. Já está até mesmo fazendo reuniões com Kleber Montezuma. Não vejo essa possibilidade. A deputada Teresa Britto é da convivência  do professor do Kleber Montezuma.e do Charles da Silveira, que coordena a pré-campanha do Kleber. É uma amizade antiga. Não acredito nessa mudança”, disse.

Edson afirma que a carta na manga de Moztezuma é o capital político que ele possui. O tucano terá quase 300 candidatos a vereador pedindo voto para ele nas ruas. 

“O capital político é importante. Isso dá capilaridade à campanha. Nenhum dos candidatos concorrentes nosso terá uma capilaridade tão grande quanto o Kleber. Ele terá entre 200 e 300 pré-candidatos a vereador trabalhando e pedindo voto para ele. Quando Firmino foi candidato a prefeito pela primeira vez, em 1996, na convenção tinha menos de 5% e ganhou a eleição. O mesmo aconteceu com Sílvio Mendes oito anos depois. Ele tinha menos de 5% nas pesquisas e se elegeu prefeito.  Se o Kleber já está melhor do que eles, por que não irá para o segundo turno? Observamos uma empolgação da militância do PSDB e dos partidos coligados”, destaca.