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Fábio Abreu acredita na pressão de partidos pequenos para volta das coligações proporcionais

Foto: RobertaAline/CidadeVerde.com

O deputado federal Fábio Abreu (PL) avalia que os partidos pequenos farão pressão pela volta das coligações proporcionais, na eleição de 2022. Sem a possibilidade de se unirem com as legendas maiores, na formação das chapas de deputados federal e estadual, a tendência é que os partidos pequenos desapareçam.

Segundo ele, a possibilidade da volta de coligações começa a ganhar forma na Câmara federal. “Nas últimas sessões percebemos certo clima indicando para essa possibilidade. O cenário atual indica que os partidos menores saiam do cenário político. Teremos poucos partidos. Há uma tendência de que os partidos pequenos unidos, possam propor essa mudança. Há essa possibilidade. Isso tem  que ser feito com um ano de antecedência”, disse.

No caso do PL, o partido começa a convidar lideranças políticas, com e sem mandato,  para formar as chapas proporcionais. 

“O PL tem se fortalecido. Temos reuniões constantes com os membros atuais e aqueles que buscamos. Estamos fazendo convites constantes. Tentamos conversar com deputados. Isso para federal e estadual. Precisamos fortalecer o partido. Nosso objetivo é fazer com que  O PL já chegue em 2022 com condições de concorrer a eleição com possibilidades de fazer deputados”, disse.

Fábio Abreu convidou a deputada Janaína Marques (PTB) e estenderá o convite a Nerinho (PTB). “Convidamos a deputada Janaina Marques. Tenho uma consideração grande pelo PTB. Mas buscamos fortalecendo os partidos. Conversei com ela para compor o partido. Vou conversar com o deputado Nerinho também.  Isso para fortalecer o PL”, afirmou.

Para Fábio Abreu, se o fim das coligações for mantido, haverá uma redução natural no número de partidos da base aliada do governador Wellington Dias (PT). Seria uma questão de sobrevivência políticas dos deputados. 

 “É uma questão de sobrevivência política. Na eleição municipal, muitos vereadores de mandato se uniram em um único partido e foram eleitos com essa estratégia. Isso inevitavelmente vai acontecer. É uma questão de fortalecer no máximo quatro partidos na base para essa disputa. Os demais partidos ficam praticamente sem condições de concorrer. A não ser em outras exceções para deputados estaduais”, disse.