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Júlio Arcoverde diz que o governador deve uma indicação ao Progressistas

Foto:WilsonFilho/CidadeVerde.com

O presidente estadual do Progressistas, deputado Júlio Arcoverde, afirma que a indicação da jornalista Sádia Castro não é do partido. Ela é irmã da deputada federal Margarete Coelho (Progressistas), mas segundo Júlio não representa o partido.

Júlio afirma que o governador deve uma indicação ao Progressistas. Segundo ele, o nome do partido é Mainha. 

"Se a Secretaria de Meio Ambiente cabia ao Progressistas e indicamos o Mainha, que teve 60 mil votos para deputado federal, e o governador não aceitou a nossa cota, nem pediu para indicar outro nome, acredito que a escolha da Sádia Castro é da cota pessoal do governador. Então, o governador fica devendo um cargo e um órgão para o partido Progressistas", explica.

Júlio afirma que só voltará para a Assembleia se não prejudicar a suplente Belê Medeiros. Segundo ele, nos bastidores já correm conversas para que Belê não seja prejudicada. Isso pode ocorrer com a convocação de um deputado estadual para um cargo no governo.

"Algumas pessoas da base ficaram insatisfeitas. É verdade. Grupos fortes do Progressistas como Gil Paraibano, B.Sa e Joel de Floriano apoiaram o Mainha e ficaram insatisfeitos. Mainha não aceitou a Companhia Metropolitana.  Ele vai ouvir o partido. Ele é digno com o partido", afirmou.

Júlio fez uma espécie de crítica à decisão de Margarete Coelho de indicar a irmã sem ouvir o partido.

"Para ajudar o suplente B.Sá, eu tive a humildade de sair. Não conhecemos a Sádia Castro. Não sei nem se é filiada ao partido. Ela não foi indicada pelo partido. Coloco na cota do governador. Se fosse do partido seria o Mainha", afirmou.

O partido vai decidir o futuro em reunião na segunda-feira, às 8 horas na casa do senador Ciro Nogueira.