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PSD avalia outros nomes para prefeito e Hugo Napoleão é citado

Foto:AnaliceBorges/CidadeVerde.com

O PSD de Teresina se reuniu na noite desta segunda-feira (10). O partido discute a possibilidade de lançamento de uma candidatura própria a prefeito da capital.

O nome da legenda é do deputado estadual, Georgiano Neto. Porém, outras possibilidades são discutidas. De acordo com a vereadora Cida Santiago, um nome forte seria do ex-deputado federal Hugo Napoleão.

“No primeiro momento o Georgiano é o pré-candidato do PSD a prefeito de Teresina. Mas temos outros nomes fortes como do ex-deputado Hugo Napoleão. Mas tudo vai ser feito por meio de muita conversa”, afirmou a vereadora Cida Santiago

PSDB convida João Vicente para se filiar ao partido

O presidente do PSDB, vereador Edson Melo, afirma que o partido oficializou o convite para que o ex-senador João Vicente Claudino se filie à sigla. O nome do empresário seria uma das apostas para ser o candidato do grupo do prefeito Firmino Filho (PSDB).

Apesar das possibilidades serem consideradas remotas, João Vicente não descartou e disse que vai analisar. Hoje ele preside o PTB no Piauí.

Além de João Vicente, o PSDB analisa outros nomes de fora da legenda como o ex-prefeito Sílvio Mendes (sem partido). 

Edson deve se reunir com João Vicente para receber a resposa do ex-senador.

PSC discute candidatura própria a prefeito de Teresina

O presidente estadual do PSC, Valter Alencar, reuniu o partido para discutir a possibilidade de candidatura própria e a formação da chapa proporcional. Valter é o nome da legenda para disputar a Prefeitura de Teresina em 2020.

Na Câmara de Teresina, a meta da legenda é eleger dois vereadores. “O nosso objetivo é deixar o partido pronto e com isso conto com o presidente da municipal o nosso amigo Menandro Pedro e do nosso vice-presidente Jorge Lopes", disse.

Resultado parcial aponta vitória de Assis e Magalhães no PT

A apuração do processo eleitoral do PT segue durante toda noite do domingo (08). O resultado parcial mostra que o deputado federal, Assis Carvalho, deve ser reeleito para o cargo de presidente estadual da sigla. Ele disputa o cargo contra o vereador Dudu.

Na disputa pelo comando do diretório municipal, o deputado Cícero Magalhães deve levar a disputa. Ele concorre contra o atual presidente, o ex-vereador Gilberto Paixão, que tenta a reeleição. 

Resultado parcial aponta vitória de Assis e Magalhães no PT

Eleição do PT: Assis vota em Oeiras e Dudu em Teresina

Foto: Montagem/CidadeVerde e RamonAnderson

Os candidatos a presidente estadual do PT votaram na manhã deste domingo. O atual presidente da sigla, deputado Assis Carvalho, que concorre à reeleição votou na cidade de Oeiras. 

O adversário de Assis, o vereador Dudu votou em Teresina. Logo após a abertura dos portões da Escola Engenheiro Sampaio, localizado na Avenida Campos Sales, Dudu chegou acompanhado de assessores e apoiadores ao local. 

O vereador voltou a defender a democracia no PT. “É uma eleição em que ocorreram algumas coisas que precisam ser repensadas no partido. Primeiro não foi realizado nenhum debate. Que medo é esse dos debates? Depois, tentaram impedir que mais de 2 mil filiados pudessem votar. Não se pode acabar com a democracia no PT”, disse.
 
O deputado Assis Carvalho se disse confiante na vitória. “Percorremos o Estado mostrando a necessidade de continuar esse trabalho. Fizemos uma campanha limpa e honesta. Temos o apoio da maioria e vamos ganhar”, afirmou.

Foto:Montagem/CidadeVerde.com

Municipal

Na disputa pela presidência do diretório municipal, o deputado Cícero Magalhães chegou cedo ao local de votação. De camisa vermelha, ele também fez críticas ao que chamou de tentativa de acabar com a democracia na legenda.

Magalhães tem como adversário o atual presidente, o ex-vereador Gilberto Paixão, que concorre à reeleição. Ele também foi um dos primeiros a votar em Teresina. 
A expectativa do partido é que 40 mil filiados possam votar neste domingo. 

 

Em meio às críticas da oposição, secretário defende empréstimo de R$ 30 milhões

Foto:Arquivo/CidadeVerde.com

O prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), encaminhou à Câmara de Teresina projeto de empréstimo no valor de R$ 30 milhões. A matéria tem rendido críticas da oposição que questiona a capacidade de endividamento da prefeitura.

De acordo com o projeto, o empréstimo deve ser contraído junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O objetivo é criar um Centro de Comando e Controle na capital.  
Apesar das críticas, o secretário municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas, Samuel Silveira, defende a proposta. Ele diz que a medida é importante para que a cidade tenha mais segurança. 

"Queremos uma cidade segura para que o cidadão possa desenvolver suas atividades e estamos fazendo todos os esforços possíveis. Nossa intenção é fortalecer o programa Vila Bairro Segurança a partir dessa aprovação que corresponde à linha Finem de Segurança Pública do BNDES. Vamos estruturar e ampliar as ações de prevenção a violência através da compra de câmeras de alta tecnologia e que façam o reconhecimento facial nas entradas e saídas da cidade, para combater o roubo de veículos. Temos a expectativa que no próximo ano esse projeto já esteja em pleno funcionamento”, disse.
O presidente da Câmara de Teresina, vereador Jeová Alencar, afirma que a prefeitura corre o risco de ficar endividada. Ele pede que a prefeitura encaminhe informações para Casa sobre a capacidade de endividamento. 

" Precisamos evitar o endividamento e até atrasos para os servidores. Quem paga é a população. A Prefeitura tem poder de endividamento, mas estamos atentos com as consultorias. Chegou ontem esse pedido de empréstimo. São 30 milhões que ele pede ao BNDS para ser aplicado em segurança.  Vai ser aplicado em tecnologia. É muito dinheiro e a população vai pagar e precisamos saber como vai ser aplicado. Esperamos uma explicação da líder do prefeito", disse. 
O líder da oposição, vereador Dudu, afirma que a prefeitura deve mais explicações à Câmara. “Vamos analisar com muita cautela essa proposta. É preciso ter certeza de qual será a aplicação desse recurso. Essa Casa não pode simplesmente aprovar um projeto que trará tantas consequências para o equilíbrio financeiro da cidade”, afirmou. 

O Centro de Comando e Controle deve reunir os mais diversos órgãos do município para fazer o uso da tecnologia no combate a violência e monitoramento do trânsito e auxiliar nas tomadas de decisões das ações preventivas. Além do aparelhamento do serviço de prevenção a violência, o espaço vai melhorar as políticas de proteção ao patrimônio municipal e na realização de programas que provoquem a inclusão de jovens em situação de vulnerabilidade social.

 

Vice-prefeito Luís Junior se reúne com o PSDB e deve ser candidato pelo partido

Fotos: Ascom

O vice-prefeito de Teresina, Luís Junior, se reuniu na manhã desta sexta(06) com o presidente do PSDB de Teresina, Edson Melo. Luís Júnior recebeu o convite para ser candidato a vereador pelo partido.

A ideia de Edson Melo é montar uma chapa proporcional competitiva. “Nós fizemos o convite e ele se mostrou muito receptivo, depende agora de uma conversa que terá com sua família. Ele deve nos dar a resposta em breve”, disse. 

Além de o Luís Júnior, o PSDB deve filiar o vereador Venâncio. O parlamentar participou da reunião e Edson Melo afirma que até janeiro o partido deve realizar várias filiações. 

“São vários nomes que estão chegando para formar nossa chapa proporcional. Tem o Venâncio, Luís Júnior e outras lideranças. No caso do vice-prefeito é uma honra tê-lo ao nosso lado, ele está cada vez mais sintonizado com o prefeito”, destacou Edson Melo.

Luís Júnior deve comunicar a saída do MDB ao presidente municipal, Themístocles Filho. 

 

Vereador Ricardo Bandeira pode retornar à Câmara de Teresina

Foto: Roberta Aline/Cidadeverde.com

O presidente da Câmara de Teresina, vereador Jeová Alencar, afirma que foi comunicado pelo presidente do PSL, vereador Luis André, de que o vereador Ricardo Bandeira deve retornar a Câmara. 

Bandeira se afastou para assumir a Secretaria de Economia Solidária. Com o retorno dele, a suplente Teresinha Medeiros perde a vaga que ocupa na Casa.

João Henrique nega alinhamento político do MDB com Bolsonaro, mas defende propostas

Foto:RobertaAline/CidadeVerde.com

O ex-ministro João Henrique Sousa afirma que o MDB passa por um processo de reformulação. Ele afirma que não existe um alinhamento político da legenda com o governo do presidente Jair Bolsonaro, mas defende que a legenda apoie as propostas de interesse do país como as reformas.

“Quanto ao governo Bolsonaro, a posição do MDB vai ser sempre a de votar naquilo que o Brasil precisa e quer. Não significa dizer alinhamento com o governo. Dentro dessa perspectiva entendo que o deputado Balei Rossi (MDB)/SP) tem todas as condições de ser o presidente do partido no dia 06 de outubro”, disse.

No dia 09 de outubro, a legenda irá escolher o novo presidente nacional. João Henrique defende o nome do deputado federal de São Paulo, Baleia Rossi. “É um MDB independente. Vai buscar uma área para se posicionar mais ao centro e fazer com que as coisas não fiquem nos extremos. Vai trabalhar para fazer ligação de elos e trabalhar pelo Brasil. Nesse cenário acredito que o deputado Baleia Rossi seria o melhor nome”, disse. 

Divisão de verba indenizatória gera insatisfação de deputados e governo tenta acordo

Foto: RobertaAline/CidadeVerde.com

O secretário de Governo, Osmar Júnior (PCdoB), responsável pela articulação política do governo, trabalha para impedir que o retorno dos seis deputados titulares provoque uma grave crise na base aliada. No final de semana, o governador Wellington Dias deve se reunir com os deputados para buscar um consenso.

Com o retorno dos titulares, os suplentes perderam as cadeiras na Assembleia Legislativa e pedem uma solução mais rápida para o impasse. Os titulares afirmam que só deixaram a Assembleia no final do ano, quando a Casa votar a proposta de Orçamento de 2020.

Segundo informações, o motivo da insatisfação dos deputados diz respeito a divisão da verba indenizatória entre suplentes e titulares. Os suplentes não estariam cumprindo acordo realizado e os titulares insatisfeitos decidiram retornar. Não existe uma legislação que defina a regras para a divisão quando o titular deixa o cargo. 

A verba indenizatória é usada para ressarcir despesas. Entre os usos dados para esse recursos estão gastos com material de expediente,  locação de imóveis, locação  de veículos, contratação de consultoria, entre outros. O assunto passa por uma acordo entre titulares e suplentes. 

O líder do Governo na Assembleia, deputado Francisco Limma (PT), não confirma a disputa pela verba de gabinete, mas afirma que o diálogo irá resolver o impasse. “O diálogo é importante para se chegar a um consenso. Os deputados são os donos do mandato e podem voltar. É mesmo já fiz isso quando fui secretário. A partir do momento que as exonerações se confirmaram, articulação política do governo trabalha para encontrar uma solução”, afirmou. 

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