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Vitória tricolor no balanço do reggae

  • river-terreirao-14.jpg Foto: Fábio Lima/Cidade Verde
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No último amistoso antes da estreia na Série D do Campeonato Brasileiro, o adversário do River veio do Maranhão. E parece que o pessoal da Vila Jerusalém, por trás do estádio Albertão, em Teresina (PI), quis dar as boas vindas ao Terreirão, time visitante. O "Pancadão Laser Som" ficou ligado durante toda a partida, disputada na tarde de sábado (4). 

No jogo, quem dançou foi o time maranhense, que perdeu por 6 a 0: um gol contra, aos 12, e outro de Paulo Paraíba, aos 20 minutos do primeiro tempo, e mais Célio Codó, aos 22, Alex, aos 24, Raphael Freitas, de pênalti aos 33, e Robinho, aos 34 do segundo tempo.

Seria 7 a 0 não fosse Eduardo ter acertado a ponta do travessão em uma cobrança de falta, aos 15 da etapa final. 

Veja a jogada do quarto gol do River, marcado por Alex, ao som de Bring It On Home, de Eric Donaldson. 

O Terreirão tinha caras conhecidas, com o zagueiro Alisson e o meia Jarbas, ex-Flamengo. Está se preparando para disputar a segunda divisão do futebol maranhense. Mas não ameaçou o gol do Galo. Foi um jogo de uma nota só. 

Já o River fez um segundo tempo melhor que o primeiro. No intervalo, de longe deu para ver a insatisfação do regente do time, Flávio Araújo, com o rendimento do grupo. 

- Precisamos fazer um primeiro tempo melhor. Esse primeiro tempo foi uma m....

O River tinha começado a partida com Naylson; Tote, Paulo Paraíba, Índio e Luís Jorge; Amarildo, Rafael Araújo, Rogério e Esquerdinha; Eduardo e Fabinho.

No intervalo, foram seis mudanças para dar outro tom ao jogo. Entre elas Léo Olinda e Célio Codó, pedidos da pequena torcida que foi ao Albertão. No decorrer da etapa final, Flávio Araújo fez mais mudanças e praticamente deixou o "River B" em campo. Mas sabe lá até quando quem é "B" não se tornará "A".

Para a estreia contra o Palmas (TO), no próximo domingo (12) no estádio Albertão, o River está praticamente pronto. Para a Série D como um todo, faltam alguns ajustes que podem ser feitos ao longo do torneio. O importante é que o Galo tem peças de reposição e uma disputa sadia pela titularidade em alguns setores. Isso fortalece a equipe para promover mudanças quando necessário. 

É na tranquilidade, na cadência do reggae. O Galo vai ficar afinado para a Série D.