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Mais uma lição para o Caic Balduíno

Foto: Seduc-PI

Fábio Lima
fabiolima@cidadeverde.com

A terceira participação do Caic Balduíno Barbosa de Deus no Mundial de Handebol Escolar era para ser a melhor de todas. 

Fora de quadra, o time contou com o auxílio do técnico da seleção brasileira principal, Jordi Ribera, antes da viagem para Rouen, na França. 

Em quadra, a equipe foi reforçada com três jogadores de outros estados que integram o grupo da seleção brasileira juvenil. 

Se sem isso, o time da escola piauiense foi vice-campeão em 2014, agora o título estava mais próximo, em tese. Sempre em tese. 

O Caic venceu todos os jogos da fase de grupos. Perdeu as quartas-de-final e a disputa pelo quinto lugar. Acabou em sétimo com a desistência da Áustria. Não há como negar: é frustrante. Mas é do esporte. 

E é preciso lembrar a tradição europeia no handebol. Não adianta avaliar só quem perdeu. Tem sempre um adversário do outro lado em busca da vitória. 

O Mundial é Escolar. Desde o nome a competição já lembra que é um aprendizado, para todos os jovens que estão em quadra. O Caic vai aprender mais essa lição. Em dois anos, vai brigar para estar no Mundial outra vez.