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'O Flamengo precisa reagir', diz novo auxiliar técnico

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- É um grande clube. O Flamengo precisa reagir

O céu turvo cobre o estádio Albertão. O Flamengo treina sem três jogadores já dispensados. E o novo auxiliar técnico solta essa frase. Quem lê só até aqui vê perfeitamente um cenário de uma crise. Só que o clube em questão fez apenas dois jogos oficiais na temporada: venceu um e perdeu outro.

A última partida, a derrota por 2 a 1 para Picos, em casa, no último sábado, foi vista por Manoel Otoni da Rocha Batista, técnico do Timon na Série B do Campeonato Piauiense e novo auxiliar do técnico Celso Teixeira. Ontem, no primeiro contato com a imprensa após assumir a função, além de dizer que o Leão vai reagir, Batista usou a palavra "ressurgir". 

- Eu estive no estádio e vi que o Flamengo está com um bom time. E vim para auxiliar, trabalhar com o professor no que puder fazer para ajudar o Flamengo a ressurgir na competição e lutar para ser campeão. 

Detalhe: o Flamengo tem 3 pontos na classificação, um a menos que o líder Picos. 

A derrota de sábado parece ter colocado um pouco de tensão no rubro-negro nos últimos dias. Nada fora do normal, é verdade. É que a cobrança dessa vez veio cedo. Todos sabem que o Campeonato Piauiense tem tiro curto. São apenas seis partidas para garantir vaga nas semifinais de turno. Uma derrota contra o Piauí no domingo pode estragar os planos de conquista do título.

Batista chega como mais uma solução caseira de uma diretoria que tem resgatado ex-atletas para compor seus quadros. O auxiliar técnico jogou no Flamengo por 12 anos e soma três títulos na base e outros quatro no profissionalismo. Disse que chegou para ajudar Celso Teixeira no que for preciso. Pode ajudá-lo, por exemplo, a evitar ser expulso nos jogos - e se não for possível evitar isso, já será alguém no banco de reservas a orientar a equipe. 

Apesar da sensação que as palavras podem causar e do tempo nublado que sugere trovoadas, não é o fim do mundo.