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O River nadou, nadou, nadou...

Foto: Victor Costa/River A.C.

Lucas Andrade assumiu o time na terceira rodada da Série D. Jogadores já o defendiam para o lugar de Waldemar Lemos

O caminho natural do River, após a derrota em casa na estreia na Série D do Brasileirão, seria a eliminação. O time foi que quis provar o contrário. E quase conseguiu. 

Dá pena ver o River nadar, nadar, nadar, e morrer na praia. Venceu três jogos, ficou perto da vaga, mas a derrota por 2 a 1 para o Guarany de Sobral (CE) selou sua eliminação. Ou as derrotas: a da estreia e a da última rodada, ontem (25), na cidade cearense.. 

O clube que errou em 2016 e continuou a errar em 2017 precisa voltar a 2015. E isso caberá a uma nova direitoria, que será eleita em outubro. 

Eu poderia escrever uma lista de problemas. Erros nas contratações de jogadores e treinadores - e nas demissões também. Na hora do adeus, prefiro elogiar a raça do time nos últimos jogos. É uma pena que a superação não tenha sido recompensada com a vaga. Mas é de se perguntar também até onde essa raça levaria o Galo de volta à Série C. 

O técnico Lucas Andrade, defendido pelos jogadores para ser efetivado desde a saída de Waldemar Lemos no começo da temporada, saiu de Sobral de cabeça erguida, apostando na sequência do trabalho do River e lembrou que o clube precisou recomeçar tudo após o rebaixamento da Série C. Disse que o River é grande e em breve vai estar no lugar que merece. Tomara. Só não vai ser neste ano.