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De volta ao Piauí, medalhistas do Pan no badminton agora sonham com Olimpíada

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Já se passaram três dias desde a entrega das três medalhas de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru. Mas eles ainda parecem não acreditar. 

De volta para casa, Samia Lima, Jaqueline Lima, Fabrício e Francielton Farias concederam entrevista coletiva em Teresina (PI), nesta segunda-feira (5), demonstrando um misto de alegria com incredulidade com a conquista. 

Francielton foi além: Não acredita nem que foi ao Pan. 

- Eu acho que ainda não caiu a ficha nem de que a gente participou dos Jogos Pan-Americanos. (...) Quando saiu a lista de que a gente estava dentro dos Jogos foi emocionante. É o segundo maior evento esportivo do mundo. E quando a gente chegou na Vila (Pan-Americana) bateu aquela coisa de "poxa, estou nos Jogos". 

São as primeiras medalhas de piauienses no badminton em Jogos Pan-Americanos: Fabrício e Francielton nas duplas masculinas; Fabrício e Jaqueline nas duplas mistas; e Jaqueline e Sâmia nas duplas femininas. 

O momento é de comemoração com a família e os amigos. Os quatro terão apenas essa semana em Teresina antes de retornarem aos treinos em São Paulo. Oportunidade para Sâmia Lima rever o avô Basílio. 

- Ele que sempre me apoiou desde o início, quando eu comecei na Fundação. Ele pedia até dinheiro emprestado para eu viajar. Essa medalha aqui ele merece. Ele que sempre fez de tudo para eu estar dentro das competições e ficar no esporte, porque eu também não queria. Voltar e entregar essa medalha para ele, ver a felicidade dele, é muito gratificante.  

O sonho do Pan foi realizado e o quarteto agora quer sonhar mais alto. Porém, para chegarem aos Jogos Olímpicos, os atletas precisam disputar o máximo possível de competições no circuito mundial, somar pontos e chegar subir no ranking até abril de 2020. 

Fabrício Farias é o quarto colocado das Américas nas duplas mistas, com Jaqueline, e masculinas, com Francielton. Para Tóquio, é preciso mais. 

- Precisa ser primeiro da América para poder ir para a Olimpíada, o que é bastante difícil. A gente tem que ter muito investimento, competir bastante fora. Vamos tentar, vamos correr atrás dos nossos sonhos. A gente já participou de tudo, o que falta mesmo é Olimpíada. Eu acredito muito.