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Conheça histórias emocionantes de quem se dedica ao outro

A campanha de Natal da TV Cidade Verde deste ano traz o tema "É tempo de doar tempo". Mais do que informar e entreter, a emissora quer despertar no telespectador a disponibilidade em servir: ler para quem não enxerga, conversar com que você não conhece, doar carinho, distribuir afetos, ser simpático e gentil com as pessoas, doar tempo, dedicar a sua profissão, colocar o coração à disposição de alguém.

Nesta segunda-feira (21), o Notícia da Manhã iniciou uma série de reportagens com histórias de quem doa o seu tempo para ajudar o próximo. Uma dessas pessoas é a estudante Yasmin de Jesus, uma das voluntárias da Juventude Missionária, grupo que assiste moradores de rua e convive com os problemas de usuários de drogas e pessoas carentes de afeto. 

"Ser voluntário é saber e conhecer o que o outro faz, poder partilhar o que você tem com o outro que, geralmente, tem menos que você. Acho que é um trabalho complicado também porque a gente tem que deixar os nossos preconceitos... aprendemos a ser humilde. Dedicar o tempo ao outro é uma coisa simples, mas é um grande favor para quem precisa e essas pessoas enxergam tudo isso com o coração. Se todo mundo pudesse participar desse tipo de trabalho, a pessoa deixaria de ser o que é, pois somos muito individualistas e vivemos sempre no nosso mundo. A gente não sai da nossa casa para ver o que o outro está passando", refleta a estudante.

Já Ariadne Antico faz do próprio exemplo uma missão para servir. Com sequelas de paralisia cerebral, ela andou só aos quatro anos e tem dificuldades para falar. Formada em RH, com especialização em Inteligência Emocional e coach de carreiras, a jovem- literalmente- ensina os outros a rir. 

"Minha missão é levar minha história para o maior número de pessoas possível, transformar vidas, motivar pessoas e levar informação"

A paulista trocou o emprego pela vida peregrina e viaja o Brasil inteiro para conscientizar pais e profissionais a tratar as pessoas com deficiência com mais responsabilidade e sem super proteção. Em cada cidade, ela relata como transformou limites em desafios e como amigos e familiares devem agir para estimular o desenvolvimento de quem tem alguma deficiência. 

"Eu costumo a dizer que eu, que não ia andar e nem falar, tô aqui hoje. Qualquer um pode o que quiser. Se eu consegui, as pessoas também conseguem. Não dá para visualizar uma mudança, sem plantar uma semetinha e é isso o que eu estou fazendo", disse Antico. 


Da Redação
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