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Mudança da previdência do Iapep para Sead trará equilíbrio ao Estado, diz secretário

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O secretário Franzé Silva frisou que a transferência da previdência do Iapep para a atual Secretaria de Administração não implicará em gastos extras aos cofres públicos. A mudança está prevista no projeto de reforma administrativa, apresentado aos deputados pelo governador Wellington Dias, nesta terça-feira (07). O gestor reforça que a alteração será apenas estrutural e trará equillíbrio ao Estado, possibilitando adaptar medidas anunciadas durante a campanha.  

"Na realidade essa reforma já foi conversada há muito tempo com a equipe. Houve diálogo com servidores, deputados, sociedade e agora com os deputados. O governador teve a preocupação de apresentar o projeto a toda a casa legislativa e não somente a base aliada. Ele apenas está criando estruturas administrativas para colocar as medidas anunciadas de forma viável", disse Silva. 

O secretário explica que a mudança não trará custo adicional de gasto com pessoal porque alguns cargos foram anulados. "Anulamos uns e criamos outros, mas eles empatam em valores. Em relação a custeio, estamos retirando das estruturas antigas e migrando para novas estruturas. Então não vai haver custo de despesa com pessoal e muito menos gasto de custeio", explica. 

Franzé Silva conta que com a migração do Iapep para a Sead, a própria secretaria ficará responsável no aspecto de pessoal quanto direitos e garantia.

"A Administração cuida de pessoal ativo e o Iapep cuidava de inativos e pensionistas. A lógica do governador é adaptar o Piauí a realidade de outros estados, onde a secretaria de Administração já faz isso em outros estados. A Sead acompanhará o histórico do servidor desde a sua entrada, através de concurso público, até  sua saída no período da aposentadoria. O foco que era dado no Iapep será muito mais direcionado na Sead. Por exemplo, um diretor do Iapep ocupava quase 80% do seu tempo cuidando de saúde: credenciamento de rede, pagamento de médicos, terceirizados entre outros e não tinha um olhar sobre a questão do equilíbrio. Agora teremos um coordenador só para tratar do servidor que sai da atividade mas que precisa continuar recebendo. Vamos trabalhar o equilíbrio aturial que hoje dá um prejuízo de mais R$ 50 milhões mensais", disse Franzé. 

 

Graciane Sousa
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