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Policiais civis da Força Nacional devem auxiliar na conclusão de 210 inquéritos parados

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Representantes da Secretaria de Segurança Pública do Piauí apresentaram, em coletiva na Acadepol, nesta segunda-feira(20), os policiais civis da Força Nacional que atuarão em Teresina no combate a criminalidade. A secretária adjunta de Segurança, Eugênia Villa, disse que a equipe terá como missão resolver inquéritos policiais relacionados a crimes letais cometidos de 2010 a 2012.
 
“Temos uma demanda reprimida e a Força Nacional virá reforçar a equipe da Polícia Civil, na elucidação de crimes cometidos antes da criação da Delegacia de Homicídios, no início de 2013. Nossa meta é ultimar inquéritos relacionados a homicídios e latrocínios para que os suspeitos sejam condenados ou absolvidos. O número de homicídios é o termômetro da criminalidade em uma cidade”, disse Eugênia Villa.

A secretária adjunta acrescenta que o trabalho da Força Nacional começa hoje (20), quando será elaborado uma espécie de censo. 

"Este primeiro momento é de conhecer os inquéritos policiais. A partir daí, a equipe irá se dividir em grupos e estudar caso a caso. Eles farão uma espécie de censo para saber onde está a investigação. Esse diagnóstico/mapeamento demora cerca de três dias, já que o corregedor já definiu os inquéritos prioritários. Tivemos a Força Nacional no policiamento ostensivo e agora, pela primeira vez também,  na polícia judiciária e pericial criminal. Eles vão adentrar os institutos  e auxiliar, sobretudo, noe xame balístico"

De acordo com o Corregedor da Polícia Civil, Adolpho Henrique Soares Cardoso,  existem pelos menos 210 inquéritos policiais parados, distribuídos em várias zonas da capital. A secretária adjunta reforça que a meta é zerar estes processos, o que deve ocorrer ainda neste ano.
 
A equipe da Força Nacional, que chegou ao Piauí no último sábado (18) é composta por 33 profissionais entredelegados, agentes, escrivães, peritos criminais e papiloscopistas. A maioria é do estado do Nordeste e atuou em missões em outros estados.

“Somos limitados a falar. O nosso sentimento profissional é de somar e cooperar. Viemos trazer conhecimentos. Para Teresina vieram policiais que já trabalharam em Alagoas, um dos estados com maior número de homicídios. O resultado será em favor da população do Piauí. Estamos à disposição da Secretaria de Segurança e de todo o Estado”, disse o delegado da Força Nacional, Odilon Teodósio.

A secretária adjunta destaca que não há prazo estipulado para a permanência da equipe que ficará o cumprimento da meta.

"A PM já estava aqui e agora teremos a Polícia Judiciária e Científica. A Força Nacional irá atiar junto com a gente nas cenas de crime, além disso em perícias internas, tais como na área de balística, área em que se tem deficiência em todo o país. Isso já vai dar uma boa desafogada e diminuir o número de inquéritos por fazer. Eles também atuarão no apoio da produção da prova técnica", acrescenta o diretor do departamento do Instituto de Criminalística, o médico legista Antônio Nunes.

O secretário de Segurança Fábio Abreu destaca ainda que a equipe de policiais civis do Estado irão atuar juntamente com a Força Nacional, no sentido de orientar e dar coordenadas à equipe e frisa que a vinda da equipe não trouxe ônus para o Estado.

"Estamos recebendo esta ajuda a custo zero. Conseguimos esse apoio, que veio de graça e com qualificação e estrutura. Particularmente, não abro mão da ajuda da Secretaria Nacional de Segurança Pública - Senasp, e se puder vir mais policiais, eu recebo, pois minha preocupação é com a socieddade. Felizmente, estamos em situação confortável em relação a criminalidade, mas queremos transmitir essa sensação de tranquilidade. O grande objetivo da vinda da Força Nacional é atualizar cerca de 210 inquéritos atrasados, além de laudos periciais, que são em maior quantidade. Queremos minimizar o sofrimento de pessoas que perderam entes queridos e os culpados não foram responsabilizados", disse o secretário de Segurança, Fábio Abreu. 

 

Graciane Sousa
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