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Advogado nega ter entregue celular a preso e acusa OAB

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Acusado de entregar um telefone celular a um cliente dentro de presídio, o advogado Franklin Dourado Rebêlo procurou a imprensa nesta segunda-feira (11) para se defender. Afirmando que não entrará na Justiça contra veículos que publicaram informações a respeito do caso, ele negou que tenha fornecido o aparelho ao presidiário e desmentiu informações de que teria sido preso ou perdido sua carteira da Ordem dos Advogados do Brasil em função do incidente. O criminalista se diz vítima de uma perseguição.
 
"Não fui preso, não fui processado criminalmente. Fui na delegacia apenas para prestar esclarecimentos, e o agente que prestou depoimento afirmou que não me viu entregando celular pra ninguém", disse Franklin, que trabalhou para um dos acusados do assalto ao Banco do Brasil de Uruçuí,em 2007.  Ele declarou ao Cidadeverde.com que entrou com o seu próprio telefone, mas não o entregou ao cliente.
 
Por conta das notícias divulgadas na época, Franklin foi convocado para se explicar no Tribunal de Ética e Disciplina da OAB Piauí. A audiência está marcada para 14h do dia 26 de agosto."Eles não vão tomar minha carteira só com manchetes de jornais", declarou o  advogado, que acredita em perseguição por parte da OAB. Sobre punições, ele confirma ter sido condenado pela Ordem, mas por perda de prazo em outro caso.
 
Franklin se ampara também em documento assinado pelo presidente da Associação dos Advogados Criminalistas, Irineu Bezerra da Silva, que repudia as informações divulgadas na mídia por não serem "verídicas nem honestas".
 
Da Redação
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