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Política

Deputados flagram taxas abusivas e obras em atraso em visita à Rodoviária

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Deputados estaduais do Piauí visitaram, nesta quarta-feira (22), o Terminal Rodoviário de Teresina e constataram que as reformas, que já deveriam ter sido concluídas, através do contrato de Parceria Público Privada (PPP) ainda não terminaram. 

Eles averiguaram que ainda existem banheiros, no segundo piso, sem funcionar, que existem áreas ainda sendo reformadas e que o valor da taxa de embarque quase que quadruplicou. 

De acordo com os deputados, o contrato com o governo do Estado define que os reajustes de cobrança só poderiam ser feitos após a conclusão das reformas emergenciais, que deveria durar entre seis e 12 meses, conforme o contrato assinado entre o governo do Estado e a empresa Sinart, da Bahia.

O deputado Marden Menezes (PSDB), presidente da Comissão de Infraestrutura da Assembleia Legislativa, que está visitando o local, afirmou que será apresentado um requerimento hoje(22) na Alepi pedindo uma audiência pública para que o governo e a empresa possam esclarecer sobre todos os pontos do contrato e sobre o seu não cumprimento.

"Podem ter certeza que de que nós pediremos todos os esclarecimentos sobre a reforma, sobre as taxas que estão sendo cobradas e daremos uma resposta aos permissionários", destacou o deputado aos presentes. 

O deputado Gustavo Neiva (PSB) afirmou que, além da audiência, a Comissão vai pedir que o governo faça uma nova inspeção, através do Comitê Gestor formado para a tarefa, e também a suspensão do decreto que permitiu o reajuste da taxa de embarque. 

"A primeira providência é que vamos pedir essa inspeção e que essa taxa que foi majorada pelo governo seja revogada, em ela sendo abusiva", ressaltou Gustavo Neiva. 

Estavam também na visita os deputados Dr. Pessoa (PSD), Firmino Paulo (PSDB) e Rubem Martins (PSB).

O vice-presidente da Associação dos Permissionários do Terminal Rodoviário, Etivaldo Quirino, afirmou que a taxa é abusiva e que já entraram com várias ações para barrar o contrato firmado entre governo e empresa. 

De acordo com ele, a reforma já dura mais de um ano e três meses e deveria ter sido concluída em um ano, e só a partir de então é que as tarifas de embarque e de aluguéis dos permissionários poderiam ter sido ajustadas.

"Isso foi ignorado pela empresa, que há mais de quatro meses já está cobrando os valores de R$ 4,20 (interestadual) e R$ 3,20 (longa distância) somente. Sendo que são determinadas as de R$ 1,20 (pequena distância) e R$ 2,2 (média distância). A empresa ignorou totalmente as mais baixas e está cobrando somente as de R$ 4,2 e R$ 3,2. É uma taxa absurda e nós não vamos permitir, por isso já entramos com ação inclusive para romper esse contrato", disse Erivaldo.


Lyza Freitas
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