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Os benefícios da musculação na adolescência

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Ao contrário do que muita gente pensa, a prática não traz prejuízos para a saúde dos jovens, desde que seja feita com a orientação de profissionais capacitados. Na adolescência surgem as inseguranças com relação ao corpo e a aparência. Nessa fase muitos jovens decidem recorrer à musculação em busca da forma física perfeita. A malhação tornou-se então uma atividade procurada cada vez mais cedo. O desejo de ingressar em uma academia para a prática da modalidade gera dúvidas nos pais, que não sabem se a atividade pode trazer problemas para a saúde dos filhos.

Antigamente acreditava-se que os exercícios com pesos dificultariam a fase do crescimento, mas esse mito já está superado. Hoje existem estudos que comprovam os fatores positivos no desenvolvimento dos adolescentes. “Não há nada que impeça a prática da musculação, desde que a atividade seja bem orientada”, explica o professor Ricardo Roberti, da Academia Equilíbrio ABC.

A musculação é recomendada para jovens a partir dos 12 anos, mas há restrições na prática de acordo com o biofísico, a idade e o sexo. “Os exercícios devem começar bem leves, com pouca carga e não muito complexos. Deve-se respeitar a carga horária de no máximo 40 minutos diários e até três vezes por semana”, revela o profissional.

Segundo o professor Ricardo Roberti, da Academia Equilíbrio ABC, os benefícios da musculação para os adolescentes são: “Aumento da força, melhora da autoestima, correção da postura, chance de socialização, aumento da concentração, maior flexibilidade e condicionamento físico, aumento da densidade mineral dos ossos, evitando posteriormente doenças ósseas, e principalmente, a atividade afasta os jovens do sedentarismo”.

Assim como qualquer atividade física, a musculação tem seus riscos, por isso, alguns cuidados precisam ser tomados. “É importante fazer exame médico e avaliação física, e sempre procurar um profissional habilitado e qualificado para instruir da melhor forma possível a prática da atividade, respeitando as características individuais e os objetivos dos alunos”, revela Ricardo.


Fonte: Revista Exame

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