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Tratamentos para a síndrome de guillain barré

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Uma das revisões, publicada em 2012, fala do tratamento com corticoides. Por serem anti-inflamatórios potentes, os corticoides deveriam, em teoria, reduzir os danos aos nervos, provocados pela síndrome de Guillain-Barré. Porém não funcionam nos casos de Guillain-Barré. Não se sabe por quê, os corticoides não conseguiram retardar a progressão da doença, e ainda por cima aumentaram o risco dos pacientes de desenvolver diabetes. Veja aqui o resumo dessa revisão sistemática.

Outra revisão, publicada no mesmo ano, abordou a substituição do plasma do sangue da pessoa afetada. O plasma é a parte líquida do sangue e essa substituição, feita por uma máquina, se chama plasmaférese. O objetivo da troca de plasma é eliminar da circulação esses autoanticorpos que a pessoa criou e injetar de volta no corpo dela um plasma limpo. A plasmaférese funciona para a síndrome de Guillain-Barré: ela ajuda a acelerar a recuperação dos pacientes e não causa efeitos colaterais graves. Veja aqui o resumo dessa revisão sistemática.

A terceira revisão sistemática abordou outros tratamentos (que não os corticoides e a plasmaférese), e verificou que faltam estudos consistentes sobre a filtração do fluido cérebro-espinhal, sobre um fator de crescimento de nervos, sobre uma erva medicinal chinesa que tem sido investigada para a síndrome e sobre o interferon beta-1a, uma droga que é benéfica para a esclerose múltipla. Não se pode ainda dizer se funcionam ou não. Veja aqui o resumo dessa revisão sistemática.

 

Fonte: Brazil Cochrane

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