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Piauí classifica 2 times para Maratona Nacional de Programação

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O time Cafeína Overflow da Universidade Federal do Piauí

O Piauí classificou dois times para participar da final nacional da Maratona de Programação. O evento é realizado pela Sociedade Brasileira de Computação e existe desde o ano de 1996. A primeira fase aconteceu no último sábado (9) nos estados. No Piauí competiram 27 times inscritos em 3 cidades sedes: Teresina, Picos e Parnaíba. A mesma prova foi aplicada a mais de 800 times inscritos em sedes espalhadas por todo o Brasil. 

Picos, Parnaíba e Teresina formam a "supersede Piauí" e classificaram dois times para a Nacional. O time vencedor da supersede Piauí foi um da sede de Teresina, o time Cafeína Overflow da Universidade Federal do Piauí. Eles resolveram 8 problemas de 13. O outro time que vai pra nacional é da Universidade Estadual de Parnaíba.

A maratona se destina a alunos e alunas de cursos de graduação e início de pós-graduação na área de Computação e afins (Ciência da Computação, Engenharia de Computação, Sistemas de Informação, Matemática, etc). A competição promove nos estudantes a criatividade, a capacidade de trabalho em equipe, a busca de novas soluções de software e a habilidade de resolver problemas sob pressão. 

A final brasileira será em Foz do Iguaçu nos dias 10 e 11 de novembro deste ano. Os times são compostos por três estudantes, que tentarão resolver durante 5 horas o maior número possível dos 10 ou mais problemas que são entregues no início da competição. Estes estudantes têm à sua disposição apenas um computador e material impresso (livros, listagens, manuais) para vencer a batalha contra o relógio e os problemas propostos.

Os competidores do time devem colaborar para descobrir os problemas mais fáceis, projetar os testes, e construir as soluções que sejam aprovadas pelos juízes da competição. Alguns problemas requerem apenas compreensão, outros conhecimento de técnicas mais sofisticadas, e alguns podem ser realmente muito difíceis de serem resolvidos.

O julgamento é estrito. No início da competição os competidores recebem os problemas que devem ser resolvidos. Nos enunciados dos problemas constam exemplos dos dados dos problemas, mas eles não têm acesso às instâncias testadas pelos juízes. A cada submissão incorreta de um problema (ou seja, que deu resposta incorreta a uma das instâncias dos juízes) é atribuída uma penalidade de tempo. O time que conseguir resolver o maior número de problemas (no menor tempo acumulado com as penalidades, caso haja empate) é declarado o vencedor.

Com informações da SBC
redacao@cidadeverde.com

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