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Wellington defende política econômica: " Temos capacidade de endividamento"

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Foto:RobertaAline/CidadeVerde.com

O governador Wellington Dias afirma que o Estado tem capacidade de endividamento para realizar operações de crédito. Ele respondeu às críticas da oposição sobre os pedidos de empréstimos realizados. Segundo Wellington, no momento, o endividamento é  de 62%.

"Em 2015, quando assumi o mandato, o nosso endividamento era 62% da receita. Tomamos  mais ou menos 2, 5 bilhões de financiamento, a economia cresceu , a receita cresceu e a dívida baixou  para 46%. A sistemática de antecipar desenvolvimento é acertada. É isso que estamos fazendo. Um estado pode ter 200% da receita anual de empréstimos. Estados como São Paulo e Rio Grande do Sul, têm 250% da receita com empréstimos. Somos o terceiro menor acumulado de empréstimos. Nossa nota é B.  O Piauí tem condições de tomar financiamentos sem o aval da União. Precisamos de investimentos para crescer a economia", afirmou. 

Wellington afirma que o Piauí tem a terceira menor dúvida do país. Ele afirma que a medida de renegociação dos contratos proporciona um maior fôlego para investimentos. 

"Pela regra brasileira, o estado tem uma capacidade gigante de investimentos. A nossa dívida é uma das menores do Brasil.  De um lado fazemos um alongamento, uma troca de papeis. Ela não aumenta. Vamos ter cinco contratos com um prazo curto de 10 anos que vamos alongar para 30 anos. Pagamos encargos elevados e trabalhamos para financiamento em torno de 8 é 9 %. Vamos ter uma prestação anual de R$ 450 milhões reduzida para R$ 230 milhões. Do outro lado, são operações na área da infraestrutura que vão nos permitir mais crescimento. A medida que antecipo os investimentos cresce a economia e cresce a receita e reduz a proporção da dívida", destacou

O governador afirma que as operações são necessárias para a realização de investimentos.  " No caso do Fundef, é um crédito que o estado já tem e buscamos antecipar. No alongamento da dívida, é a mesma dívida que continua do mesmo tamanho porém paga em prazo mais longo e com encargos mais baixos. E uma operação de crédito voltada para investimentos em infraestrutura. É  outra operação. Temos um crédito com a União que vai ser pago em dezembro de 2020. Pela legislação, é possível ter antecipação para uma parcela em novembro e outra em ninho de 2020. Trabalhamos investimentos em educação", afirmou.

Lídia Brito
britolidia@cidadeverde.com 

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