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Diabetes não tem idade: pode afetar crianças e adolescentes

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Foto: Roberta Aline/Cidadeverde.com

Em 2025, o número de pessoas com diabetes em todo o mundo deve chegar a 350 milhões, segundo estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS). Silenciosa, a doença preocupa. Afinal, nem todos os casos estão relacionados com a obesidade, sedentarismo ou má alimentação.

Crianças e adolescentes podem ser afetados da noite para o dia, mesmo sem nenhum caso na família. Por isso, é preciso conhecer o problema e os sinais. Dessa forma fica mais fácil saber quando procurar um médico para um diagnóstico.

Em primeiro lugar, é importante saber que há vários tipos de diabetes. Os mais comuns são os tipos 1 e 2. Há, ainda, o diabetes gestacional, mas que geralmente desaparece no fim da gravidez. A Sociedade Brasileira de Diabetes, no entanto, alerta que em outros casos não existe cura. A doença só pode ser tratada e controlada.

Tratamento

Muito usada no controle glicêmico, a insulina pode ser aplicada no hospital ou pelo paciente. Atualmente, é comum a utilização de uma caneta específica para isso.

Entretanto, é possível ainda aplicar automaticamente através de aparelhos, como a bomba de insulina. Nesse caso, o equipamento fica conectado no paciente para alertar sobre picos glicêmicos e liberar o hormônio quando necessário.

Dicas

Aliás, durante as crises, alguns cuidados rápidos são necessários. Em caso de glicemia alta, por exemplo, a pessoa deve beber água, se possível. Dessa forma, evitando a desidratação. Vale destacar que a água ajuda a diminuir o pico do índice glicêmico.

Mas se o caso for glicemia baixa, não adianta dar um chocolate para a pessoa. Afinal, o doce contém açúcares de digestão lenta. Por isso, ao consumir vários bombons, por exemplo, é possível provocar o efeito reverso em algumas horas após o consumo. Por isso, açúcar puro ou suco de laranja são mais eficazes.

 

Fonte: Estadão Conteúdo

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