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Informação é aliada no combate à demência

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Foto: Valmir Macêdo/Cidadeverde.com

Lidar com o idoso com demência ainda é um assunto considerado tabu, pois muitas famílias não sabem como se portar diante da situação. Segundo especialistas, a informação faz toda a diferença para auxiliar nos cuidados necessários com o paciente.


Atualmente, há 47,5 milhões de pessoas com demência no mundo. A cada ano são registrados 7,7 milhões de novos casos. Só o Alzheimer responde por cerca de 65% das ocorrências, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).


O que é?


Demência é uma síndrome caracterizada por um declínio cognitivo em pelo menos duas funções. Normalmente atinge primeiro a memória e mais outra, como a linguagem, a dificuldade de uso e manejo de objetos ou a capacidade de reconhecimento deles


Desatenções


O esquecimento contínuo de situações simples da rotina do idoso são sinais claros. Por exemplo: não lembrar onde está a chave de casa que sempre fica no mesmo lugar.


Apesar desse sinal, é sempre necessária uma avaliação médica – por um geriatra, psiquiatra ou neurologista especialista em idosos. Assim é possível identificar se não há caso de estresse ou simplesmente falta de atenção.


Sem cura


Seja qual for o tipo de demência, não há cura. Os medicamentos oferecem mais qualidade de vida e fazem com que a doença progrida mais lentamente. O estágio final é a perda da capacidade de realizar ações simples, como comer. Por isso, muitas vezes cuidados paliativos nesse momento são os mais indicados.

Fonte: Estadão Conteúdo 

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