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Depre apreende R$ 700 mil em droga e zona Leste é maior consumidora

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As recentes operações da Delegacia de Prevenção e Repressão a Entorpecentes (Depre) deram um prejuízo alto no bolso dos traficantes de drogas em Teresina. Em apenas 24 horas, somente esta semana, foram apreendidas aproximadamente R$ 700 mil em entorpecentes.

Nesta semana os policiais da especializada apreenderam cocaína, skank (a supermaconha) e desarticularam um laboratório de droga na capital.

“O tráfico movimenta muito dinheiro. O prejuízo é muito grande pra eles. Para a Depre o mais importante é tirar o traficante de circulação. Então quando desativamos um laboratório, um local de distribuição de drogas, estamos impedindo, barrando a distribuição desse entorpecente na capital. A Depre vem atuado para combater e tirar de circulação do médio ao grande traficante. Um rapaz que ia distribuir essa droga que a gente apreendeu nas últimas 24 horas, ele ia lotar a capital de cocaína. Era muita cocaína”, explica o delegado Luciano Alcântara, coordenador da especializada.

Segundo as investigações da Depre, a zona Leste é a maior consumidora de droga em Teresina, sobretudo de cocaína e Skank, que são entorpecentes adquiridos na maioria das vezes por quem tem um maior poder aquisitivo.

“Temos a região Norte como região de maior distribuição e armazenamento de entorpecente. As regiões Sul e Sudeste são as que mais recebem a droga e fazem a venda e comercialização [pequenas bocas de fumo]. E zona Leste a mais consumidora”, conta o delegado. 

Foto:Yala Sena

Apesar das últimas apreensões terem sido realizadas agora em dezembro, o coordenador da Depre não acredita que estas drogas seriam comercializadas nas festas de fim de ano, período que geralmente aumenta a demanda de consumo.

“A droga para o final deve vir ainda e nós estamos atentos”, alerta o delegado.

O delegado acrescenta ainda que mesmo na pandemia os traficantes continuaram agindo.

“Mais 100 kilos de cocaína apreendida na pandemia e quase o triplo de maconha e skank  e 300 pessoas presas. É muita gente presa durante um período em que as pessoas estavam enclausuradas”, finaliza o delegado. 


  
Izabella Pimentel
[email protected]

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