Cidadeverde.com
Geral

FFP faz vistoria no Felipão e transfere jogo entre Altos x 4 de Julho para o Lindolfo

Imprimir

Foto: Luís Júnior/Ascom Altos

Estádio Felipão não receberá jogos por enquanto

Na manhã desta quinta-feira (25) uma comissão da Federação de Futebol do Piauí (FFP) realizou uma vistoria técnica no Estádio Felipão, na cidade de Altos. O objetivo principal da visita foi avaliar as condições do gramado do estádio, que chamou atenção pelas péssimas condições no último jogo que recebeu entre Jacaré e Tiradentes, os donos da casa saíram de campo vitoriosos (2x0), mas a lama e grama alta foi o que mais impressionou. O próximo compromisso no Piauiense será diante o 4 de Julho no dia 31 de março. 

De acordo com a comunicação da FFP ficou nítido que as condições de jogo estão inviáveis no local devido principalmente as fortes chuvas que vêm caindo na região acabaram prejudicando o campo. Por isso, a partida entre Altos e 4 de Julho, válido pela terceira rodada do estadual, se mantem como na tabela para acontecer no Estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina.

Foto: FFP

“Viemos hoje ao estádio para verificar in loco as condições do gramado. Nesta época do ano chove muito aqui na cidade e isso acaba por prejudicar o campo, que fica muito encharcado e inviabiliza o seu uso” disse o presidente da FFP, Robert Brown. O presidente disse ainda que novas vistorias deverão ser realizadas a cada rodada do estadual.

O problema do estádio Felipão é antigo e precisaria de uma reforma grande para ser solucionado. Desde quando o Altos começou a disputar a Série A do Piauiense no ano de 2016 cenas de jogos em meio a lama, piso alto e irregular são repetidas. 

O Altos viajou para Salvador nesta quinta-feira (25), de ônibus, o time irá enfrentar mais de 17h de estrada para poder enfrentar o Bahia. Pelo Piauiense, o time só volta a campo no dia 31 de março quando recebe o 4 de Julho e depois disso tem nova partida ‘em casa’ no dia 7 de abril contra o River, mas na tabela essa partida ainda está marcada paro o Felipão, em Altos. 

 

 

Pâmella Maranhão
[email protected]

Imprimir