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GP do Japão de F-1 é cancelado pelo 2º ano seguido devido à pandemia da covid-19

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O GP do Japão de Fórmula 1, previsto para acontecer em outubro deste ano, foi cancelado devido à pandemia da covid-19, segundo informaram nesta quarta-feira os organizadores da prova, que seria a 17.ª das 23 programadas para a atual temporada. 

A tradicional corrida no circuito de Suzuka, no fim de semana de 8 a 10 de outubro, já havia deixado de acontecer em 2020, também por causa da crise sanitária gerada pela propagação do novo coronavírus.

"Era inevitável cancelá-lo", divulgou por meio de um comunicado oficial a organização, que lembrou ser impossível garantir a entrada de todos os envolvidos com a etapa no Japão, devido às restrições impostas atualmente pelo país, em que vigora um estado de emergência.

"Desde o fim do ano passado, temos trabalhado preparando o GP do Japão de Fórmula 1, adotando medidas de prevenção de epidemias, planos de transporte, solicitação de vistos e outros", completou a nota oficial emitida pelos responsáveis pela prova.

A organização, além disso, pediu a compreensão dos fãs da categoria, diante da decisão tomada "pelos efeitos da nova infecção".

O anúncio aconteceu um dia depois do governo japonês prorrogar até o dia 12 de setembro o estado de emergência vigente nas regiões administrativas pais populosas do país.

O governo de Mie, onde está situada Suzuka, decidiu reforçar as medidas que visam conter a propagação da covid-19, diante de um aumento sem precedentes de casos positivos no país.

"Foi uma decisão muito dolorosa, frustrante e decepcionante. Estávamos nos preparando para realizar o GP do Japão pela primeira vez em dois anos, mas não tivemos outra solução do que cancelá-lo", disse em nota Kaoru Tanaka, presidente da empresa Mobilityland, proprietária do circuito.

A organização da Fórmula 1 já divulgou nos canais oficiais o cancelamento da etapa e não informou se outro GP poderá substituir o do Japão, que foi realizado pela última vez em 2019, com vitória do britânico Lewis Hamilton, da Mercedes.

Fonte: Estadão Conteúdo

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