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SP: Vacinados com Janssen receberão Pfizer como reforço a partir desta terça (30)

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Foto: Roberta Aline / Cidadeverde.com 

A partir desta terça-feira (30), na cidade de São Paulo, a vacina da Pfizer contra a Covid será usada como reforço para quem foi vacinado inicialmente com o imunizante da Janssen, de dose única no esquema primário.

A decisão foi tomada em uma reunião na tarde desta segunda (29), com a participação do secretário municipal da saúde, Edson Aparecido, da equipe técnica da Secretaria Municipal da Saúde, da Vigilância em Saúde e de diretores de hospitais.

Um dos motivos que levaram à liberação da dose de reforço para esse público foi a descoberta, na África, da variante ômicron, que é altamente transmissível, segundo alertaram os ministros da saúde do G7 nesta segunda.

Assim, a expectativa é que as mais de 300 mil pessoas que receberam a dose única da Janssen em São Paulo sejam imunizadas com o reforço da Pfizer rapidamente. Essa decisão de autorizar a aplicação da Pfizer segue documento do governo estadual, que já havia permitido essa intercambialidade de vacinas em caso de falta da Janssen.

Os representantes da Saúde do município ainda anunciaram que não será preciso apresentar um comprovante de residência para se vacinar em um dos postos da rede municipal de saúde, o que antes era exigido para evitar que moradores de outros municípios viessem aos postos da capital paulista.

A secretaria determinou ainda que possíveis casos da variante ômicron terão como referência o Hospital Municipal Tide Setúbal, em São Miguel Paulista, além do Hospital Geral Guaianases, do governo estadual.

Atualmente, existe apenas uma suspeita de contaminação pela nova variante: um brasileiro que passou pela África do Sul e testou positivo para a Covid-19 após desembarcar no aeroporto de Guarulhos. Ele está em isolamento em casa, segundo a prefeitura da cidade da Grande São Paulo, onde ele reside.

A secretaria disse ainda nesta segunda que, além da coleta de amostras, enviadas semanalmente para análise, sequenciamento genômico e monitoramento dos casos, a cargo dos institutos Butantan, de Medicina Tropical da USP, e Adolfo Lutz, serão feitas coletas de pacientes suspeitos (sintomáticos) vindos da África e dos demais países informados pelo Ministério da Saúde.

 

Fonte: Folhapress

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