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Promulgada PEC que fixa teto remuneratório de oficiais militares

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Foto: Alepi

Em solenidade realizada na presidência da Assembleia Legislativa do Estado, o presidente da Casa, deputado Themístocles Filho (MDB), assinou a promulgação da Proposta de Emenda à Constituição Estadual (PEC) n? 02/21, que fixa teto remuneratório dos oficiais militares, analistas do tesouro e peritos criminais. A solenidade contou com a participação de representantes dessas categorias.

“Hoje temos uma conquista para estas áreas, fazendo justiça com a classe que compõe a segurança pública no Piauí com a promulgação dessa PEC. Todos os parlamentares desta Casa contribuíram para a sua aprovação", destacou Themístocles Filho. Segundo o presidente, a PEC entra em vigor depois que for publicada no Diário Oficial.

O autor da PEC, deputado Coronel Carlos Augusto (PL), ressaltou que a aprovação consiste em um ato de justiça para com os oficiais. "Nunca apresentei uma proposta nesta Casa que não fosse acolhida por todos os colegas deputados. E quero agradecer a todos pela aprovação da PEC. Em 2015, esta Casa aprovou uma emenda contemplando várias categorias e deixou os oficiais da Polícia Militar de fora e, eu, particularmente, posso dizer que busquei o mandato inspirado em momentos como esse. Temos muito ainda a avançar em benefício dos homens e mulheres que fazem a segurança da sociedade piauiense", comemorou.

A PEC recebeu emenda do relator na CCJ, deputado Gessivaldo Isaías (Republicanos), a pedido do líder do Governo, deputado Francisco Costa (PT), para incluir peritos oficiais criminais e analistas do Tesouro Estadual no texto da proposta.

O deputado Gessivaldo Isaías (Republicanos) também comentou a aprovação da Proposta de Emenda. Para o parlamentar, a inclusão dos peritos criminais dentre as categorias com novo teto remuneratório é uma ação que vem a beneficiar profissionais que realizam atividades essenciais na elucidação de crimes.

“Agradeço a essa Casa por aprovar essa PEC que inclui os peritos no âmbito do novo teto salarial. Parte da população não sabe, mas eles são profissionais essenciais às atividades de investigação”, disse Gessivaldo Isaías.

Da Redação
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