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Prefeitura de Teresina suspende Corso e Carnaval após aumento de covid

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Foto: Rômulo Piauilino/SEMCOM


A Prefeitura de Teresina não vai promover festas públicas de carnaval e nem apoiar eventos financeiramente. A decisão foi tomada após o aumento dos casos de covid-19 impulsionados pela variante ômicron. 

Pelo segundo ano, o município decide suspender as festas carnavalescas. O Corso, a maior festa de momo do estado também não irá acontecer. 

“A Fundação Monsenhor Chaves mantém o entendimento pelo cancelamento do carnaval 2022 em Teresina. Ouvimos o prefeito, que é um técnico da saúde, os órgãos da saúde e a vigilância sanitária. Estamos tendo um aumento substancial de casos em Teresina, o que inviabiliza por completo qualquer atividade patrocinada pelo poder público no carnaval. Vacinem-se, usem a máscara e tomem todos os cuidados para que ano que vem a gente volte com o carnaval na rua e o maior da história de Teresina.”, disse o presidente da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, Ênio Portela.

De acordo com a Fundação, sobre eventos privados cabe a outros órgãos a fiscalização. “Blocos particulares vai com cada órgão fiscalizar. A nossa recomendação é que não faça”, afirma Portela.

Ontem, os membros do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE municipal) estiveram reunidos na Prefeitura de Teresina para debater sobre o número crescente de positividade da Covid-19 na capital. O secretário de Governo, André Lopes, informou que o prefeito Dr. Pessoa tem demonstrado preocupação com esses números crescentes e pediu que o comitê se reunisse para debater junto aos profissionais o que pode ser feito.

“Realmente os números são críticos e ficou definido, na reunião que não vai haver carnaval de rua patrocinado pela prefeitura. Em dezembro, o prefeito já havia se manifestado nesse sentido e hoje isso é definitivo”, afirmou.

André Lopes ressaltou ainda que outras medidas podem ser tomadas e eventuais decretos podem ser publicados para limitar algumas ações, porém, vai depender do andamento da situação dos casos da doença.

“A gente não quer criar alarde na população, vamos estudar de maneira profunda os dados antes de tomar qualquer decisão para não sermos precipitados”, esclareceu o secretário.

Hérlon Moraes (Com informações da PMT)
[email protected]

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