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PF investiga chinês por rede clandestina no PI

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Após a prisão do chinês de iniciais Z. X. na tarde desta terça (13), a Polícia Federal investiga um esquema que pode revelar uma rede de comércio de eletrônicos ilegais em Teresina. O oriental foi preso no Aeroporto Petrônio Portela com 180 kg de mercadoria e cerca de mil aparelhos celulares de última geração.
 
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Segundo o delegado Felipe Laterça, encarregado do caso, os produtos provavelmente seriam distribuído para diversos revendedores. “Há possibilidade deste chinês estar trabalhando em sociedade com comerciantes locais por conta da grande quantidade de mercadoria. A partir desta prisão será feita uma investigação mais aprofundada para ver como funciona a rede”, descreve.

Apreensão
Como a equipe da PF do aeroporto não possui aparelho de raio-x, a fiscalização funciona na investigação de suspeitos. O chinês de 40 anos portava cinco malas que estavam cheias de aparelhos e acessórios como baterias e fone de ouvidos. Os celulares estavam sem marca, mas foram localizados adesivos com o logotipo Nokia.
 

Os celulares poderiam receber dois chips, tinham câmera, MP3, TV entre outros recursos e tem valor de aproximadamente 300 reais. O oriental, que viajava sozinho vindo de São Paulo, tem situação regular no Brasil e já morava em Teresina com filhos.
 

O delegado Laterça explica que ele não será indiciado pelo crime de contrabando que é a venda de mercadoria que não pode ser comercializada no país. “Este seria um caso de mercadoria em situação de descaminho. Ela pode ser comercializada, mas está ilegal, sem recolher imposto”, descreve.
Flash de Leilane Nunes (direto da PF)
Redação Carlos Lustosa Filho
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