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João Mádison confirma que votará em Mão Santa por dívida de gratidão

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Em conversa com o deputado federal Marcelo Castro no último sábado (27), o governador Wellington Dias revelou que até o dia 15 de março anunciará se fica ou não à frente do Palácio de Karnak até o fim do mandato. A decisão é o ponto de partida para um desenrolar de fatos até as eleições. O PMDB começa a se posicionar e o deputado estadual João Mádison adianta: se a base romper, o partido não tem mais compromisso com ela.




"Se algum dos partidos sair, o PMDB não se sente mais na obrigação de manter qualquer compromisso com a base. Se não tiver união, não adianta", afirma. Perguntado sobre a defesa de um nome para o governo que não seja Marcelo Castro, o deputado reafirma o acordo entre os partidos aliado como critério.

Apesar de cogitar o apoio aos outros pré-candidatos, o deputado acredita piamente que Marcelo Castro é a melhor opção a ser feita. "Ele é o homem que mais sabe fazer política no Piauí e vai levar o PMDB para um local seguro", conta Mádison, que não acredita em dissidências dessa vez. "O partido está decidido a caminhar junto. Quem apostar na divisão do PMDB, vai quebrar a cara".

De acordo com o deputado, a segunda opção do partido é investir em uma chapa majoritária onde tenha direito à indicação do vice-governador. Para Mádison, o Senado está fora de questão.





"Meu voto é do Mão Santa"



Embora reconheça seu lugar na base e defenda acima de tudo o PMDB, o deputado não nega: um dos votos para o Senado é de Mão Santa (PSC). "Ele pode contar com o meu apoio. Voto e trabalho pelo senador, até porque sou muito grato a ele".

Com direito a dois votos para esse cargo, o deputado afirma que o outro ainda não definido. "Se posso votar no Heráclito? Por que não? Ele é meu amigo. Tenho uma boa relação com Wellington Dias também, portanto, nada está descartado", finaliza.

 

Naruna Brito
Especial para o Cidadeverde.com
redacao@cidadeverde.com

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