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Oeiras debate criação de aterro sanitário para atender 35 cidades

O aumento da produção do lixo e sua destinação são graves problemas ambientais da atualidade para os quais a gestão pública municipal busca soluções imediatas. De acordo com levantamento realizado recentemente, o município de Oeiras produz, por dia, 25 toneladas de lixo. Boa parte desses resíduos é descartada de maneira inadequada.

Seguindo as determinações dos órgãos de controle e da legislação federal do Marco Regulatório do Saneamento Básico, que exige que até agosto de 2024 todos os lixões existentes no Brasil sejam encerrados e transformados em aterros sanitários, entre outras providências, o prefeito José Raimundo esteve reunido nesta terça-feira, 19, com especialistas e diversas autoridades debatendo sobre a implantação de uma Central de Tratamento de Resíduos/Aterro Sanitário, em Oeiras.

A reunião ocorreu na Câmara Municipal, com a participação de vereadores, secretários municipais, direção do SAAE e representantes de uma empresa especializada em gestão ambiental e valorização sustentável de resíduos – que já investe neste serviço na região de Altos-PI – teve como pauta central a viabilidade técnica da implantação do aterro sanitário no município.

A proposta leva em consideração a localização estratégica de Oeiras, cidade com potencial para sediar a Central de Tratamento, congregando a destinação correta do lixo produzido e coletado em 35 municípios desta região, num raio de 100 km. “A criação do aterro sanitário é urgente e trará um ganho social, econômico e ambiental para Oeiras e região, assegurando uma solução definitiva, correta e sustentável para a problemática do lixo. É mais um legado que queremos deixar para os oeirenses”, destaca Zé Raimundo.

Aterro Sanitário

O Aterro Sanitário é um espaço utilizado para deposição de resíduos sólidos no solo, particularmente lixo domiciliar que, fundamentado em critérios de engenharia e normas operacionais específicas, permite um confinamento seguro em termos de controle de poluição ambiental e proteção da saúde pública.

Da Redação