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Ministério Público de Picos promove palestra sobre prevenção e combate a incêndio

Foto: Divulgação MPPI

O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), por meio da 6ª Promotoria de Justiça de Picos, e com apoio da Companhia Destacada do Corpo de Bombeiros de Picos, realizou nessa semana, a palestra prevenção e combate a incêndios para servidores da instituição.

A abertura da programação foi realizada pelo tenente Hamylton Lemos, comandante da Companhia Destacada do Corpo de Bombeiros de Picos. 

Por meio da palestra “Prevenção e combate a incêndios”, o sargento Sousa Júnior orientou de forma objetiva os procedimentos que devem ser adotados em diversas situações de risco.

Para o promotor de Justiça Maurício Verdejo Gonçalves Júnior, titular da 6ª Promotoria de Justiça de Picos, a capacitação pode tornar os servidores da instituição difusores das informações apresentadas nos ambientes familiares e profissionais.

Representantes dos Bombeiros Civis de Picos também participaram do evento.

Entre os meses de agosto e dezembro, devido ao ar seco e a escassez de chuvas, o acúmulo de poluição aumenta e torna as queimadas mais propensas, o que acarreta uma série de problemas ambientais.

O 1º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar, juntamente com a Companhia Destacada de Picos, está promovendo uma campanha de prevenção contra queimadas na região. A iniciativa objetiva amenizar as ocorrências de incêndios em vegetações nos municípios que estão sob a jurisdição da Companhia Destacada de Picos.

A campanha está sendo realizada por meio de palestras, distribuição de material didático informativo (cartilhas, folders, álbuns educativos e outros meios), além de exposição de matérias operacionais sobre a temática.

“Conscientizar a população sobre os malefícios da queima de lixos é muito importante, pois o uso dessa prática é perigoso e pode causar sérios prejuízos à natureza e uma série de doenças às pessoas, tais como: infecção do sistema respiratório; asma; bronquite; irritação nos olhos, nariz e garganta; tosse; falta de ar e alergia na pele; conjuntivite e desordem cardiovasculares. Queimada irregular além de ser crime, faz mal às pessoas, aos animais e ao meio ambiente”, destaca o promotor de Justiça Maurício Verdejo Gonçalves Júnior.

 

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