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Amelinha canta sucessos de 40 anos de carreira no projeto Seis e Meia

A cantora Amelinha é a próxima atração do projeto Seis e Meia, em Teresina. O show será na próxima terça-feira (12), no Theatro 4 de Setembro, e a abertura fica por conta do piauiense Benício Bem. No repertório do show, Amelinha vai interpretar composições assinadas por grandes nomes da música brasileira, como Zeca Baleiro, Alceu Valença, Fagner e Zé Ramalho.

A cantora iniciou a carreira na década de 1970, ao lado de outros cantores cearenses como Fagner, Belchior e Ednardo. Partiu de sua terra natal, no ano de 1970, para cursar Comunicação na cidade de São Paulo. Cantando inicialmente como amadora, Amelinha participou de shows do cantor e compositor cearense Fagner, de quem é amiga. A partir do ano de 1974, iniciou a carreira profissional na música, se apresentando em programas televisivos.

Dois anos depois, Amelinha lança o disco "Flor da Paisagem", sob produção de Fagner, e foi apontada como cantora revelação da MPB. Em 1979, ganha o disco de ouro com o lançamento do LP "Frevo Mulher". Mas, foi em 1980, que Amelinha foi consagrada como grande intérprete da música popular brasileira, com a canção "Foi Deus que fez você", composta por Luiz Ramalho, no festival MPB 80, da Rede Globo. A canção foi classificada em 2º lugar, e vendeu mais de um milhão de discos compactos, alcançando o 1º lugar nas paradas das rádios FM e AM.

Consagrou-se em 1982 cantando o tema "Mulher Nova, Bonita e Carinhosa Faz o Homem Gemer sem Sentir Dor". Nessa época, já possuía diversas gravações e alguns discos produzidos por Zé Ramalho.

Em 2011, lançou seu mais recente trabalho, "Janelas do Brasil", com canções de Belchior, Zeca Baleiro, Ednardo, Fagner, Geraldo Espíndola, Alceu Valença e uma das mais recentes revelações da MPB, Marcelo Jeneci. Em 2012, Amelinha gravou o primeiro DVD, também intitulado "Janelas do Brasil", contando com as participações dos cantores e compositores Fagner, Zeca Baleiro e Toquinho.

De lá para cá, enquanto prepara um novo trabalho, Amelinha apresenta pelo Brasil um show de sucessos que inclui parte do repertório de "Janelas do Brasil" e músicas representativas dos seus 40 anos de carreira, acompanhada pelo duo de violões dos músicos Julio Brow e César Rebecchi. Entre as canções que fazem parte do repertório do show do projeto Seis e Meia estão: O Silêncio (Zeca Baleiro), Eternas Ondas (Zé Ramalho), Quando fugias de mim (Alceu Valença) e Mulher Nova (Zé Ramalho).

O Projeto Seis e Meia é uma realização do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura do Piauí (Secult). Todos os meses uma atração nacional e uma atração local se apresentam no palco do Theatro 4 de Setembro. Os ingressos são vendidos a R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).

Abertura fica por conta do piauiense Benício Bem.

Fenômeno da internet: DJ Alok divulga versão de Gleyfy Brauly

O fenômeno da internet Gleyfy Brauly voltou ao posto de novo hit das redes sociais. Desta vez foi Alok Petrillo, o DJ brasileiro considerado um dos melhores do mundo, quem compartilhou um vídeo do piauiense em sua rede social. Em cerca de uma hora no ar o vídeo já superou a marca 145 mil visualizações.

No vídeo Gleyfy interpreta a sua versão para 'Never Let Me Go', single que retoma a parceria de Alok com Bruno Martini e Zeeba, com quem lançou o hit conhecido mundialmente, "Hear Me Now".

Alok foi o primeiro artista brasileiro a entrar no TOP 100 do Spotify. Confira a postagem:

Sam Smith volta e lança a música Too good at goodbyes

Ele diz adeus, mas dizemos oi.  Sam Smith está de volta com "Too Good at Goodbyes", o primeiro single de seu próximo álbum.  Ele mostra mais uma vez que é hábil em tirar uma balada ridiculamente delicada em um mundo de bangers.

Esta é a primeira canção do britânico desde Writing's on the wall, canção escrita para a trilha sonora do filme Spectre de 007, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Canção Original de 2016. Antes disso, ele ficou conhecido por ser uma versão masculina de Adele, cantando sobre amores perdidos e sentimentos mal resolvidos.

Ouça:

Corpo Sensual, confira o novo clipe de Pabllo Vittar

Pabllo Vittar divulgou na noite da última quarta-feira (6), o clipe de “Corpo Sensual”.

No clipe, Pabllo tá toda sedutora, sambando muito para o povo de uma cidadezinha do interior, até que Mateus Carrilho se une a ela no rebolado, na sedução e na pegação. O vídeo também conta com uma parceria com o Ministério da Saúde para a conscientização do uso de camisinha. “Corpo Sensual” é o quarto single do primeiro álbum de estúdio de Pabllo Vittar.

Confira o clipe de “Corpo Sensual” abaixo:

**Papelpop

Parada da Diversidade homenageia "Kency Porta" e Antônio Noronha

A Parada da Diversidade acontece neste domingo em Teresina e deve reunir mais de 100 mil pessoas na Avenida Raul Lopes. A 16ª edição do desfile terá os shows da rapper curitibana Karol Conká e do paulista Liniker, com a banda Liniker e os Caramelows. Nesta edição a parada presta uma homenagem póstuma a Júnior Araújo através de sua drag queen "Kency Porta", e ao médico Antônio de Noronha, que foram escolhidos como padrinhos desta edição.

Entre as atrações também estão o DJ Marcio Brytho, Nanda Machado e Chandelly Kidman. A concentração começa às 16 horas, em frente ao Parque Potycabana.

“Vamos ter uma benção na avenida, com representantes de três religiões de matrizes africanas. Neste ano vamos homenagear o médico Antônio de Noronha e o Júnior, idealizador do coletivo Salve Rainha, padrinhos desta edição da Parada. Também vamos receber várias caravanas do interior do Piauí e do Maranhão”, diz a coordenadora do grupo Matizes, realizador do evento, Marinalva Santana.
 
Ela destaca que todas as medidas legais foram tomadas para garantir a realização do evento. “Teremos uma delegacia móvel, com a presença da Polícia Militar, além dos agentes de proteção social, distribuindo material educativo e orientando o público. Tudo foi pensado para garantir que a Parada aconteça com muita paz”, completa Marinalva. A 16ª edição da Parada da Diversidade tem o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Cultura – Secult.
 
“A Parada é um evento que já faz parte do calendário cultural da cidade e nós apoiamos. É uma forma de celebrar a igualdade e o fim do preconceito. Tivemos um grande público nas últimas edições e esperamos que o sucesso do evento se repita”, afirma o secretário estadual de Cultura, Fábio Novo.
 
Karol Conka

A rapper curitibana Karol Conka consolidou sua carreira na música brasileira em 2013, quando conquistou o prêmio Multishow de Artista Revelação. No mesmo ano, ela lançou o single ‘Toda Doida”, sucesso nas pistas das casas noturnas do país.  Com o álbum “Batuk Freak” foram mais de 22 mil downloads. Em 2014, a cantora deu seus primeiros passos fora do Brasil, quando realizou sua primeira turnê pela Europa. Com o single “Tombei”, lançado em 2014, ela levou o prêmio Multishow de Nova Canção, indicada também pela revista Rolling Stone como uma das 15 melhores canções de rap do ano. Em 2015, Karol inicia turnê pela Austrália.
 
Tombei mostra bem a pegada frenética da rotina de Karol. A letra, escrita pela rapper, inspira-se em sua força feminina. O videoclipe do single “Tombei” foi sucesso absoluto de público e crítica ultrapassando 3.5 milhões de visualizações no YouTube. Para Karol, significa um grito de poder à cultura negra brasileira e, claro, às mulheres em geral - que arrasam e “tombam” mesmo. É assim que Karol Conka abre novos caminhos e dá o tom de seu novo single, “É o Poder”, onde a rapper retorna com novas influências e sonoridades. “Com o novo single eu queria vir com um tema diferente do que eu já havia lançado. Foi um processo de criação interessante, nesse tema senti a necessidade de falar de algo mais sério, mas sem fugir do jeito Karol Conka de ser”, explica ela.
 
Liniker

 Em 2015 ele formou a banda “Liniker e os Caramelows, com quem lançou o EP Cru em 30 de julho daquele ano, por meio do primeiro single, "Zero". Os vídeos com a interpretação das canções do projeto ganharam milhões de visualizações rapidamente. Em 16 de setembro de 2016, a banda lançou seu álbum de estreia, intitulado Remonta, gravado com ajuda dos fãs por meio do financiamento coletivo no Catarse.
 
O disco reverberou internacionalmente e ganhou atenção da imprensa estrangeira. O projeto musical traduz a blackmusic e o soul para uma linguagem contemporânea brasileira, com composições autorais, trazendo como tema central as relações com pessoas e com o mundo.

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