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Suzane Jales

Eu mereço. Eu me permito!

Desde o final do primeiro semestre de 2017, comecei a enfrentar uma tendinite e bursite no ombro esquerdo. Foram meses de fisioterapia. Mas, não só não fiquei boa, como também começou o mesmo problema no ombro direito, que foi sobrecarregado por precisar poupar o doente.

Ao todo, foram 9 meses de fisioterapia. O ortopedista recomendou um repouso maior e eu fui deixando praticamente todos os trabalhos que, de uma forma ou de outra, estavam piorando o quadro.

Infelizmente, quando fiz isso já era tarde demais. Romperam os dois tendões: supra e infra espinhal, ambos do manguito rotador do ombro esquerdo.

Nem vou falar da dor que senti durante todo esse período, sobretudo na hora de dormir. Não tinha uma posição boa... E nem dizer como era acordar depois de uma noite mal dormida.

Começaram os exames pré-operatórios. E foram vários. Depois, a espera pela autorização do plano de saúde.

Foi aí que tive a oportunidade de fazer uma viagem pela Europa. E não desperdicei.

Claro que eu pensei nas dores que eu poderia ter durante a viagem, mas eu decidi me dar esse presente – passei meu aniversário lá – e paguei logo o pacote da Jales Turismo para nem ter como titubear. Eu só pensava assim: Eu mereço. Eu me permito!

Foram 14 dias maravilhosos. De maneira especial, porque a Jales Turismo tem uma pegada de viagem espiritual e cultural, o que amo. E o melhor: relaxada e feliz, nem dores senti.

Poucos dias depois que cheguei, fui submetida a bendita cirurgia. Diga-se de passagem: a décima nona cirurgia da minha vida. E, pela primeira vez, após passar a anestesia, precisei pedir remédio para dor, que beirava o insuportável.

Das 19 cirurgias que fiz, essa foi a do pós operatório mais dolorido... e dói até hoje, mais de 30 dias depois.

Ainda estou usando tipoia, não posso dirigir, nem trabalhar. O dormir/acordar lembra muito quando estava com o nervo lesionado e a fisioterapia que estou fazendo é só de analgesia, para suportar a dor sem ter que recorrer a analgésicos.

Mas, sabe o que é legal? Tenho fotos incríveis da minha viagem para me ajudar a passar o tempo. Fiz até um vídeo caseiro para compartilhar com familiares. Como não tinha pressa, nem podia exagerar, levei vários dias para finalizar.

E tudo isso porque eu me permiti.

É claro que eu podia ter pensado: E se doer o ombro? E se eu piorar? E se eu machucar ainda mais os tendões? E se eu não conseguir ir até o final?

Já escrevi sobre o que esse “E SE?” pode provocar na nossa vida – de bom e de ruim. Mas, há poucos dias, li um texto da querida Inês Cozzo que falava de um filme que retratava isso: “De Caso com o Acaso”, que eu assisti logo em seguida e super recomendo.

Na verdade, eu costumo pensar bastante, estabelecer objetivos e ver os possíveis obstáculos antes de fazer algo. E sempre tem o E SE? O meu segredo é encontrar uma “possível solução” para qualquer problema que possa vir a surgir. Coisas de quem já foi produtora de eventos e tinha que prever os possíveis problemas antes deles acontecerem... e evita-lo.

Foi assim na viagem.

É assim no meu dia a dia.

E como você, como tem sido? Você acredita que merece conquistar  que tanto almeja? E se permite conquistá-lo?

Lembro que já escrevi sobre isso. É que essa é uma questão central em nossa vida, porque somos guiados por nossas crenças - não estou falando das religiosas, mas o que você acredita sobre si, sobre as pessoas, sobre o mundo ao seu redor.

Reflita sobre isso.

Finalizo lembrando que já estamos no mês de No último sábado, entramos no mês de julho. Já se passaram 6 meses de 2018 e faltam exatamente 6 meses para ele terminar.

É um período que gosto de dar uma parada e refletir sobre os passos que dei durante o ano, me perguntando:
– Eu fiz o meu melhor para chegar mais próximo da conquista das metas que estabeleci para este ano?
– Se sim, como posso maximizar isso nos 6 meses que estão por vir?
– Se não, o que me impediu?
- E o que ainda posso fazer?

Por hoje, é isso. Ainda não estou de volta de vez ao trabalho. Mas sempre que algo me inspirar a compartilhar com você, estarei escrevendo novos textos.

E fica aqui a minha sugestão: Que tal experimentar fazer um acordo com o tempo?

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Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua coach
 

Paciência: sinônimo de sabedoria

Em pleno carnaval (e nos dias logo após), vivi a experiência de ter minha paciência testada por três vezes… Primeiro, fiquei impaciente com o dono da farmácia que não encontrava o remédio que eu precisava. Até sugeri: não é mais fácil encontrar quando está tudo em ordem alfabética? Ele disse que estava, mas não conseguia encontrar… sentado na cadeira do caixa e só olhando de longe.

Depois, foi a vez de uma das mulheres com quem divido a mesa de fisioterapia, que insistia para que eu deixasse de resolver alguns problemas no celular para – pasme – falar da vida alheia. “Eu falo mesmo e duvido quem não fale”, alegou ela quando eu disse que achava isso um péssimo hábito. E olhe que não costumo ficar pendurada no celular, mas coincidiu desse dia da necessidade ser urgente e do tempo estar curto.

Por fim, precisei contar até 1000 enquanto a atendente do banco procurava em minha carteira de trabalho uma alteração que eu disse saber onde estava. Só que ela teimou em encontrar sozinha.

É… com isso eu pude sentir o quanto ainda preciso melhorar nesse quesito.

Depois, eu lembrei-me do que disse Dalai Lama: “Aprimorar a paciência requer alguém que nos faça mal e nos permita praticar a tolerância”.

Sim, preciso praticar… e muito! E talvez essas pessoas tenham surgido na minha vida para me mostrar isso. Não chega a ser como o adesivo que vi num carro que dizia: Minha paciência é igual dinheiro – não tenho e quando tenho some rápido. Mas, realmente, acredito que posso melhorar.

Afinal, eu já sei, mas devia ter assimilado melhor que é preciso ter paciência e dar tempo ao tempo, pois tudo tem seu ritmo… Devia ter aprendido que preciso ampliar minha paciência com todas as pessoas (e coisas, também). Mas, sobretudo, lembrar que preciso ter paciência comigo mesmo: sinto que a idade vai me levanto a ter um ritmo mais lento do que a minha cabeça gostaria… Ainda estou em busca do equilibrar.

Ah se eu pudesse comprar paciência… Mas é algo que precisa ser conquistado dia após dia.

É por isso que procuro não me angustiar quando em uma semana não dá para escrever o artigo que tanto gosto de fazer para compartilhar minhas experiências e aprendizados nessa minha jornada. Apenas respiro e me deixo levar pelo fluxo…

Mas, se existe uma coisa que a gente já sabe é que precisa ser sábio para cultivar a paciência. Os tolos e apressados normalmente comem a comida crua. É assim o ditado popular… Não a toa a tartaruga é símbolo de conhecimento, concentração e sabedoria.

Aliás, é bom que se diga que paciência não é segurar até não poder mais e explodir. Paciência é a arte de se liberar das cargas emocionais que são dispensáveis para manter-se em estado de paz. E para quem pensa que paciência é a capacidade de esperar, saiba: ela é mais como nos comportamos enquanto esperamos.

Na mente de quem me inspira

Acredito que todas as pessoas que, de certa forma, me inspiram, já falaram sobre a arte da paciência. Sobretudo quando se refere a nossa evolução. Eis o que relembrei:

Reforçando o que eu disse acima são as palavras de Santo Agostinho: “Não há lugar para a sabedoria onde não há paciência”.

Charles Chaplin falou: “Aprendi que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei”.

Já Clarice Lispector alertou: “Te­nho que ter paciência para não me perder dentro de mim: vivo me perdendo de vista”. E Cora Coralina foi certeira: “Há muros que só a paciência derruba. E há pontes que só o carinho constrói”.

No campo espiritual, Buda lembrava que “A melhor oração é a paciência” e Chico Xavier afirmava: “Em minhas preces de todo dia, sempre peço coragem e paciência. Coragem para continuar superando as dificuldades do caminho naqueles que não me compreendem. E paciência, para não me entregar ao desânimo diante das minhas fraquezas”.

Sobre a espera, Paulo Coelho avisa: “Os dois testes mais duros no caminho espiritual são a paciência para esperar o momento certo e a coragem de não nos decepcionar com o que encontramos”.

E Fabrício Carpinejar ressalta algo importantíssimo: “O problema é que a paciência parece falta de interesse”.

Resumo da ópera

Há que se ter paciência. Sempre. É ela o alicerce para a sabedoria e, por conseguinte, é parte importantíssima das nossas conquistas. Ela está lado a lado com o foco, a coragem e a persistência.

Mas, deve-se ter em mente que paciência exige atitude. Não é se deitar em berço esplêndido e ficar esperando que aquilo que almejamos caia do céu algum dia. É estar sereno enquanto aguarda o ritmo natural do universo.

É isso! Se quiser, deixa aí seu comentário e compartilha com os amigos.

Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua coach
http://suzanejales.com.br/

Você tem medo de mudança?

Pego emprestadas as palavras de Chico Buarque para começar esse texto: “As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem”.

Sou bem assim: gosto de mudanças. Elas me fazem sonhar, me dão energia, me colocam em ação, em movimento.

Sei que, para muita gente, mudança remete a sentimentos não tão bons. Talvez quem pense assim tenha passado por experiências ruins e tenha medo do que as coisas novas possam lhe reservar.

Engraçado é que o receio é sempre de que coisas ruins aconteçam… Jamais coisas boas. Nunca esperam pelo melhor!

Toda essa introdução é para compartilhar com você que estou em novo processo de mudança. E bota mudança nisso! A ideia é contar o que aconteceu (ou melhor: que está acontecendo comigo) para que você possa refletir sobre sua vida a partir da experiência que estou vivendo.

Vou voltar alguns anos para explicar melhor. Exatamente quando eu fiz um processo de Coaching para definir como eu queria estar no início de 2018.

Na época, eu havia mudando de emprego anos antes e tinha acabado de pedir para me separar. Eu sabia que minha vida ia dar uma virada, mas não sabia ao certo se era para melhor ou pior. Afinal, foram coisas que aconteceram… de certa forma inesperadas, ou de uma maneira que eu não contava com elas.

Eu só sabia que, para minha evolução, eu precisava definir objetivos, traçar metas e planejar estratégias para, num prazo razoável (no caso, até 2018), eu poder fazer uma nova mudança, mas, desta vez, de forma mais controlada por mim.

Vieram cursos, gastos, muito trabalho, poupança, sacrifícios… Mas também foco, determinação, persistência.

Assim, agora, estou a um passo de completar esse ciclo e me jogar de cara em no novo: vou me mudar para um povoado de cerca de três mil habitantes, em uma das praias mais paradisíacas do país – Barra Grande, no Piauí. Aliás, eu contei essa história bem direitinho no vídeo de apresentação do  programa Dia de Coaching.

Detalhe importante: eu me preparei para essa mudança. Construí uma infraestrutura que pudesse garantir minha vida lá, desde a construção de minha casa à contratação de um bom serviço de provedor de internet para poder atender meus cliente e fazer meus processos de Coaching via Skype. Sim, agora eu vou ter muito mais tempo para atender clientes de Coaching de qualquer parte do Brasil… e do mundo.

Procurei que nada passasse desapercebido. Nem a relação de lugares onde comprar o que preciso; Nem a lista de bons médicos nas redondezas; Nem garantir que meus filhos e minha mãe (de 94 anos) ficassem de boa. Sei que só assim iria me sentir bem.

Agora, ao que interessa: vamos usar essa minha história para você pensar um pouco na sua vida. Como você quer estar vivendo daqui a cinco ou dez anos?

Sim, é importante pensar a partir de agora, pois é no presente que você constrói o seu futuro. Ele não cai de bandeja. É preciso, acima de tudo, de planejamento. E, para planejar, é preciso que você saiba o que quer.

Já viu onde isso vai terminar, não é?

Exatamente: você precisa investir em autoconhecimento como pontapé inicial de qualquer mudança. Foi por isso que fiz um processo de Coaching para começar tudo. Do zero.

Então, o que você está fazendo, de fato, para se conhecer?

Lembro que basta um passo… e já não estamos no mesmo lugar! E pode contar comigo nesse processo!

Encerro com Sócrates, o inspirador da filosofia do Coaching: “O segredo da mudança é concentrar toda a sua energia, não na luta contra o velho, mas na construção do novo.”

Por hoje é só. Se quiser, deixa aí seu comentário e compartilha com os amigos.

Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua coach

Desafio: Passado, Presente e Futuro em 12 dias

Vi um desses desafios típicos da internet e achei mega interessante: um ano em 12 dias. Aí tive a ideia de dar uma arrumadinha, colocando pontos de Coaching.

Eu achei que ficou tão legal, que decidi propor que você, que me acompanha nessa jornada de autoconhecimento e melhoria da qualidade de vida, também faça.

Vou explicar como é.

Dos dias que faltam para o ano terminar escolha 12 dias para fazer o desafio. Cada um deles vai representar um mês do ano para você refletir.

Assim, o dia 01 será janeiro. O dia 02 será fevereiro. O 03, março, e assim por diante…

Tudo entendido até aqui?

Agora, a cada dia, durante 12 dias, faça uma rápida avaliação de como foi esse mês para você em 2017 e como você gostaria de fosse em 2018.

Detalhe: talvez seja difícil lembrar de meses do início do ano. Fica a dica do que eu estou fazendo: dá uma olhada na sua agenda, onde tem anotações que vão lhe ajudar a relembrar.

Finalize colocando uma observação do que você pode fazer, a partir de agora para, no futuro, garantir que aquilo que você deseja, aconteça. Pode ser um passo pequeno, mas algo que você possa, realmente fazer e que sinta “estou caminhando rumo ao que quero conquistar”.

Importante: isso precisa estar escrito e analise um mês por dia para que possa se aprofundar bem.

Faça a sua tabela da maneira que achar melhor. A minha ficou mais ou menos assim:

Dia 01
Avaliação Janeiro/2017:
Desejo Janeiro/2018:
O que posso fazer:

Dia 02
Avaliação Fevereiro/2017:
Desejo Fevereiro/2018:
O que posso fazer:

Dia 03
Avaliação Março/2017:
Desejo Março/2018:
O que posso fazer:

Faça assim até o Dia 12 (dezembro). Se quiser, pode baixar a minha tabela em PDF AQUI.

É um exercício simples, mas, ao final, você terá Passado, Presente e Futuro em 12 dias.

E ai, topa fazer?

É isso. Se gostou, deixa aí o seu comentário e compartilha com os amigos!

Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua coach
suzanejales.com.br

Relacionamentos que são igual a empinar pipa

 

Pode parecer esquisito dizer isso, mas, acredite, tem relacionamentos que são iguais a empinar pipa.

Como assim, Suzane?

Para você entender o que digo, preciso explicar, caso ainda não saiba, como se empina uma pipa, algo que fiz muito na minha infância. Vamos ao passo a passo:

Primeiro, num dia de vento, você vai a um local aberto, sem árvores e postes. Nos relacionamentos, é assim também: você precisa estar com o coração aberto, sem obstáculos, para que tudo aconteça…

Depois, você pede para alguém lhe ajudar a segurar a pipa. E fica de frente para ela. Claro que é até possível fazer isso de maneira solitária, mas fica muito mais legal se contar com uma ajuda.

Isso lhe dá alguma ideia? Isso mesmo: é preciso que haja disposição dos dois lados para se relacionar e um estar diante do outro. Dá para começar de maneira unilateral, mas é muuuuuuito mais difícil!

Agora, você precisa de espaço para empinar sua pipa… assim como em qualquer relacionamento. Podemos chamar isso de individualidade nas relações: cada um tem seu espaço. Beleza?

Mas é exatamente aqui começa a complicação: em alguns relacionamentos, não existe esse espaço. Um quer preencher tudo na vida do outro… Conhece algum assim?

Vamos em frente. Aí a pipa começa a subir e ganhar altura: coisa linda de se ver. E você até voa junto com ela!

A partir desse ponto, nova reflexão. Pois a forma de empinar pipa pode ganhar outras feições, assim como os relacionamentos que não se tornam tão sadios. Isso tem a ver com “manobras” que se faz na brincadeira e jamais deveria ser feita nos relacionamentos.

É que quando a pipa ganha uma certa altura, é possível dar umas “puxadinhas na linha”, para um lado e para o outro, o que faz a pipa ter movimentos diferentes. No ar, é um show à parte, mas na metáfora que estou usando tem a ver com as “manobras” feitas nas relações: joguinhos dos casais, um se aproveitar do outro nas amizades, mentiras nos dois casos… e por aí vai.

No caso da pipa, nessas horas, ela pode “embicar” para baixo e começar a descer… Aí é só dar mais linha que ela volta ao normal. Nos relacionamentos também: a pessoa faz coisas que machucam o outro e quando tudo está para se romper, vai lá, cheia de carinho pra dar e tudo volta ao “normal”.

Você já viu isso acontecer?

É uma coisa meio doentia para os dos dois lados: para quem faz e para quem aceita se submeter a esse puxa, estica e solta.

No caso das pipas, tem ainda o “cerol de linha” que é colocado na linha da sua pipa para cortar as linhas dos outros e ficar só, estilo conquistador, dominador. Nos relacionamentos, também. É aquele ciúme doentio, tanto entre casais como entre amigos.

Lembrei até de um caso que foi muito noticiado recentemente em minha cidade: o cara batia na mulher e depois lhe cobria de presentes. Cortou todas as suas amizades para ser só eles dois. Ela aceitava a situação… até que foi morta por ele.

OK, fui ao extremo. Mas, infelizmente, essa história é verdadeira e creio que você já deve ter ouvido falar de casos como esse. Foi só para alertar sobre relacionamentos perigosos. Quando brincamos de pipa, é algo sadio, que dá prazer e alegria. Os relacionamentos precisam ser assim também.

Existem muitas teorias sobre relacionamentos saudáveis, seja de um casal, seja de amigos. Quase todos eles têm 3 pontos em comuns: Se aceitam como são; Apoiam-se um no outro; Fazem do outro alguém melhor.

Encerrando, recordo que, anos atrás, eu fiz um artigo que mostrava não haver uma fórmula mágica para conseguir bons relacionamentos, mas, usando a Programação Neurolinguística (PNL), podíamos listar algumas dicas valiosas para isso:

  1. Seja um bom ouvinte

Você já observou que tem gente que, como ouvinte, fica a espera da hora que a outra pessoa respira, para cortar o que ela está dizendo e falar de si e de seus problemas? Se existe interesse genuíno na outra pessoa, é preciso, sobretudo, aprender a ouvir com sinceridade e ter sua atenção voltada exclusivamente para isso.

  1. Coloque-se no lugar da outra pessoa

Não precisamos nos envolver nas questões da outra pessoa, mas podemos – e devemos – procurar entendê-la segundo o mapa de mundo dela. Mas nada de sentir pena e tentar encontrar soluções. Isso é extremamente desrespeitoso e indica que não acreditamos que ela, por iniciativa própria, tenha recursos para lidar com suas próprias dificuldades.

  1. Foque nos pontos positivos

Nós comandamos a nossa percepção. Assim, podemos focar mais nos pontos positivos da outra pessoa e do relacionamento, ao invés de escolher prestar mais atenção nos defeitos. Não precisamos ficar cegos… É bom conhecer os defeitos, mas apenas não focar neles.

  1. Aceite os defeitos e fraquezas do outro

Defeitos e fraquezas são avaliações subjetivas baseadas na nossa visão de mundo. O que é defeito para um pode ser considerado talento para outro. Não existe uma pessoa perfeita. A maioria de nós está fazendo e dando de si o melhor que pode, naquele momento.

  1. Mantenha contato, mesmo quando distante

Lembra como fazemos para o fogo não apagar (desde que ainda exista carvão)? É soprando a brasa. Podemos fazer muitas coisas para manter “acesas” nossas relações, mesmo quando fisicamente distantes: ligar, passar torpedo, enviar e-mail… Nessa intenção positiva, tudo vale, até mesmos surpreender com cartas e cartões via Correios… É antigo, sim, mas ainda funciona, porque surpreende: quem ainda recebe uma carta carinhosa?

E aqui fica a reflexão de hoje: como estão os seus relacionamentos? São relações enriquecedoras ou como empinar pipas?

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Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua coach

Enfrentando a crise com ação

Matéria de dias atrás, no Jornal O Globo, alertava que o desemprego no Brasil ultrapassa a casa dos 13 milhões de pessoas.

Mas a reportagem ia além: apontava para uma profunda mudança no mercado de trabalho em nosso país. Segundo os especialistas entrevistados, o emprego como conhecemos hoje, em breve, não existirá mais.

Muitas pessoas que me seguem já me relataram que estão sentindo na pele esse problema, sejam com elas próprias ou na família.

Por isso mesmo, é que eu venho insistindo em refletir sobre essa situação: já que ele está aí, precisamos fazer algo para sobreviver. E bem.

A revista Você S/A também retratou esse problema e afirmou que em tempos de crise é preciso ir além, inovar, buscar novas experiências e olhar para aqueles que estão triunfando. Mais do que isso, é preciso identificar oportunidades em meio às fragilidades econômicas, pois superar não é uma escolha, é uma necessidade atual.

Para quem está no fundo do poço, é difícil acreditar que os períodos de crise são momentos propícios para evoluir. Mas é verdade! Isso para que levanta, sacode a poeira e se prepara para dar a volta por cima.

OK: não é fácil. Mas é possível. E eu estou aqui para lhe lembrar isso. Se você não enfrenta esse problema, tenho certeza que conhece alguém que está atolado(a) na crise e, quem sabe, poderá ajuda-lo(a).

Bem, tem muitos sites com vasto material sobre como enfrentar a crise. Aqui, quero usar as técnicas de Coaching e Programação Neurolinguística (PNL), que é o meu nicho.

Vamos refletir…

Situações como essa nos deixam com a autoestima baixa e, muitas vezes, sem motivação, sem vontade para nada.

Então, a primeira necessidade é reverter esse quadro. Depois, é partir para a ação. E podemos começar a fazer isso com visualização criativa, por exemplo. Vou explicar como fazer essa técnica:

Primeiro, sente-se de maneira confortável ou deite-se, se tiver condição e mantenha os olhos fechados.

Faça, por três vezes, uma respiração profunda, expirando de maneira bem lenta.

Coloque sua atenção em seus pés e vá subindo seu foco de maneira lenta, como se estivesse passando um escâner em seu corpo. Sinta cada pedacinho do seu corpo e vá relaxando com essa experiência. Não tenha pressa…

Nesse estado de relaxamento, lembre-se de um momento em sua vida em que precisou encontrar forças para superar algum perrengue na vida.

Relembre como você estava se sentindo, lembre-se das emoções, do ambiente em que você estava, dos sons, dos cheiros… enfim, reviva esse momento sem pressa.

Observe que a força da superação está dentro de você, apenas adormecida. “Acorde” essa força e deixe que ela lhe acompanhe nos próximos dias.

Imagine, crie, sinta você encontrando algumas ideias de como supera essa crise. Se veja colocando essas ideias em prática e conseguindo o que quer.

Vivencie esse momento e quando estiver se sentindo mais forte, abra os olhos e encerre o exercício. Repita quantas vezes quiser até se sentir cada vez mais forte e segura.

Agora, parta para a ação!

Lembro que é muito importante também aproveitar esses momentos de crise e se preparar para quando ela passar, seja fazendo cursos, treinamentos, palestras etc., que possam ajudar você a se adaptar as novidades de mercado que vêm por aí (aliás, que já estão acontecendo).

Dentro desse tema, eu tenho uma grande dica. É para as mulheres que moram em São Paulo ou podem se planejar para estar na capital paulistana dias 17 e 18 de novembro, eu super recomendo um evento de amigos: o Mulher Brilhante, que será realizado no Anhembi com toda a infraestrutura e conforto.

Homens, avisem as mulheres com quem convivem!

Nesse evento, um time poderoso de especialistas se reúne em dois dias de imersão para lhe ajudar a se desenvolver pessoalmente, com ferramentas que ajudarão a vencer medos, traumas e crenças limitantes. Também ajudarão a identificar habilidades para criar ou expandir um negócio que você ame e seja lucrativo e muito mais.

Clique AQUI e conheça o evento, os palestrantes e as outras mulheres, que já foram em outra edição, estão contando sobre essa experiência.

Encerro esse artigo lembrando da famosa frase de Charles Darwin: “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.

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Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua coach

Tomando decisões, arriscando e conquistando

 

No último domingo, tive uma conversa interessante com um amigo. Toda a discussão girava entre conquistas, liberdade de escolha, erros e sacrifícios. Quero compartilhar com você nossas conclusões (se é que podemos dizer que chegamos a concluir).

A primeira questão é sobre termos liberdade para escolher. Nem sempre temos isso… Muitas vezes é por imposição externa. Mas muita gente abre mão dessa conquista por medo de se arriscar… acha mais cômodo que escolham por ela.

Sabe aquela pessoa que quando pedem sugestão de onde a turma deve ir numa noitada, ela prefere não dar a sua opinião de um local bacana que acabou de saber, e diz: “eu topo tudo, podem decidir”?

No fundo, no fundo, ela pode estar com medo de dar uma opinião, a turma ir e não gostar; de contrariar alguém que quer um outro local… enfim, não quer se comprometer. Aí perde as oportunidades que aparecem.

Infelizmente tem muita gente assim. E como nunca fala, a turma nem sabe do seu drama interior…

Quando é só uma saída, tudo bem… Mas, e quando são decisões mais importantes, como profissão, local para morar, estilo de se vestir…? É só fazer um exercício de imaginação para entender o que acontece…

Por exemplo: tenho amigos que os pais escolheram o curso que deviam fazer na faculdade. Nem preciso dizer como são frustrados com a profissão que exercem.

Triste. Mas verdadeiro.

Por outro lado, quando temos a liberdade de escolher o que queremos, muitas vezes é difícil se definir por algo: podemos ficar tentados a ver todas as opções e sempre achamos que ainda pode estar faltando algumas que não vimos.

É fácil lembrar que isso acontece com objetos: uma roupa, um livro, uma bolsa/carteira etc. Mas também acontece com informação: podemos achar que ainda não temos informação suficiente para uma tomada de decisão… e vamos protelando.

Isso já aconteceu com você ou com alguma pessoa conhecida?

A grande questão é que se não arriscamos e tomamos uma decisão, será muito difícil somar conquistas na vida… E também vamos ficar frustrados.

Só com erros e acertos, bem como alguns sacrifícios vez por outra, é que vamos aprender a decidir. Não tem como ser diferente. Algumas decisões são fáceis e outras bem difíceis. Mas, ao tomar essas decisões fáceis – que são a grande maioria na nossa vida – é que vamos aprendendo a tomar decisões, vamos entendendo o que dá certo, o que não nos faz bem…

Isso também é autoconhecimento, que é a tecla que mais bato aqui… É que autoconhecimento é que dá o tom da música da nossa vida: quando a temos, é uma verdadeira sinfonia!

Mas, quem toca instrumentos sabe: precisamos afiná-los vez por outra. Com autoconhecimento também é assim: é sempre bom aprofundar na nossa alma e conhecer mais um cantinho que estava escuro.

É isso o que eu queria compartilhar e espero que seja útil para você e lhe dê algumas ideias de como dar um upgrade na sua vida.

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Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua Coach

P.S.1: Confesso que sempre fui perfeccionista (cheguei a ser chamada de milimétrica) e detestava errar… Mas tive que aprender a errar sem medo. Arriscar. E aí vi que assim eu aprendi muito e quando as conquistas começar a acontecer, fui entendendo que errar faz parte do processo.

P.S.2: Um tempinho atrás, eu escrevi um artigo descrevendo um passo a passo para aprender com os erros (com material em PDF para baixar) e que pode ser interessante rever: ARTIGO SOBRE ERROS.

P.S.3: Tem também outro bem interessante, que dá uma ajuda na hora de decidir (com material em PDF para baixar), que você pode ver aqui: ARTIGO SOBRE DECISÃO.

A importância de acreditar

Passei as últimos semanas envolvida entre médicos, exames e cirurgia… E com uma briga com o Plano de Saúde para que tudo fosse pago por ele (isso foi só para colocar pimenta no caldo!).

Com isso, fiquei completamente ausente do resto, inclusive deixei de escrever meus artigos. Meu foco estava exclusivamente na minha saúde.

Tudo correu exatamente como eu acreditava desde o início: o plano terminou pagando tudo, a operação foi um sucesso, a biópsia deu sem malignidade e já estou quase no ponto de trabalhar novamente.

E é sobre acreditar e fazer disso algo tão natural na sua vida que eu quero falar neste meu retorno.

É claro que eu tive fagulhas de preocupação e medo… Mas, sempre que isso acontecia, eu usava técnicas de PNL e voltava a minha crença potencializadora: tudo vai dar certo. E mais: eu ainda tenho muito a fazer e preciso ter saúde para poder tocar esses projetos que fazem parte de minha Missão.

Acredite: pensar assim fez mesmo toda a diferença.

Mas tem outra dica: acredite com paixão, porque a crença faz acontecer, mas a paixão é que faz os olhos brilharem… e isso nos motiva, criando um círculo virtuoso.

Foi assim comigo. E olha que essa foi a 17ª cirurgia da minha vida! Mas do que nunca, sou só Gratidão!

Finalizo deixando um xêro (na minha terra, isso significa um carinho, um beijo e um abraço apertado) para você e sugiro um filme sobre isso que falei, baseado em fatos reais: Até o último homem (tem no Netflix, para quem é assinante).

Depois de assistir, use a sua imaginação: o que pode conquistar acreditando em você mesmo?

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Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua coach
suzanejales.com.br

Que pérolas você anda escondendo?

Contaram para mim uma história que achei muito interessante e quero compartilhar com você:

Era vez uma mulher que possuía várias pérolas. Como ela não sabia ao certo de que modo poderia usá-las e tinha medo de perdê-las, decidiu guardá-las no fundo de um baú e proibiu qualquer pessoa da casa de sequer tocar nesse baú.

No começo, todo dia ela abria o baú para dar uma olhada nelas. Mas, com o passar dos anos, os afazeres do dia tomando todo o seu tempo, deixou de olhar para seu tesouro e até se esqueceu que o possuía.

Muito anos depois, ela lembrou de suas pérolas e abriu o baú, que, nessas alturas, estava em um quartinho, no fundo da casa. Para surpresa da mulher, não tinha nada lá dentro.

Ah, ela ficou extremamente raivosa e começou a bradar bem alto, lamentando que fora roubada.

Vendo-a naquele estado, o esposo disse-lhe: “Para que tanto desespero e tristeza? Coloque uma bijuteria no mesmo lugar e finja que são suas pérolas. Vai dar na mesma, pois quando elas estavam aí, você não usava pra nada”.

Aí foi que a mulher se lastimou mesmo, dizendo: “Quem dera eu pudesse voltar o tempo…”.

Agora, imagine que essa mulher é você. Como seria essa história?

Vamos além: troque as pérolas pelos seus talentos, ou dons, como também chamamos e o baú pela sua mente inconsciente. Quantos você não usou e “guardou no fundo de um baú”?

Se não relembrar, é só pensar um pouco na sua infância e adolescência… O que as pessoas com quem você convivia diziam que você fazia bem?

Pode até não ser fácil recordar assim de cara. Sem problema: faça outras vezes mais tarde. Quanto mais difícil lembrar, mais profundamente você os “escondeu”.

Nas sessões de Coaching, esse é um ponto fundamental e às vezes a gente usa várias ferramentas para ajudar o coachee (cliente) nesse processo.

A ideia aqui é que você resgate esses seus talentos e comece a usá-los no seu dia a dia.

Você vai se surpreender com o que é capaz.

Aliás, esse é o grande objetivo de um Processo de Coaching: ajudar o coachee a encontrar a melhor versão de si mesmo. E isso passa por

E aí, que tal dar uma olhada no seu “baú” e começar a usar as suas “pérolas”?

Depois, conte-me as suas descobertas.

É isso! Agora, deixa o seu comentário aí embaixo.

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Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua coach

Estar na zona de conforto é bom ou ruim?

Essa é uma pergunta que muitos gostariam de fazer, mas talvez não externem por medo de se sentir “fora do comum”. Mas, creia, é uma pergunta genuína. Para muita gente, se é algo ruim, seria fácil descartar, certo? Hummmm, não é bem assim…

Nem sempre é fácil entender e sair dessa tal de zona de conforto – que às vezes aparenta ser espaçosa, tranquila, arejada conhecida e de portas abertas (posso sair na hora que quiser).

Mas, sair disso não é nada fácil…

O problema é que esse conforto é, na verdade, uma forma de evitar os problemas e conquistar o que se quer. E é aí que está o X da questão.

Então, muita gente fica se martirizando: quero, mas não consigo sair!

Mas, e se, ao invés de tentar sair da zona de conforto você começasse expandindo-a?

Isso mesmo: você pode aumentar a sua zona de conforto para que ela inclua outras áreas, inclusive aquelas onde você pode encontrar as soluções que tanto busca para seus problemas e o objetivo que tanto almeja…

Para isso, a mudança não precisa ser radical – o que muitas vezes dá medo. Ela pode ser feita no seu ritmo, no seu tempo…

Por exemplo: a sua zona de conforto vai crescendo à medida que você avança no processo de autoconhecimento, quando aumenta o seu mapa de mundo, quando desenvolve suas habilidades e competências, quando conquistas pequenas vitórias… Tudo o que vai lhe tornar uma pessoa mais segura, o que lhe permite seguir em frente.

Sai o medo, entra a determinação!

Como você viu, podemos ultrapassar a barreira do medo da mudança radical da zona de conforto, mas não dá para ficar sentado esperando que as mudanças aconteçam. É preciso agir, dar um passo… nem que seja um primeiro passo: depois, de repente, a magia acontece e você não mais estará na zona de conforto.

Uma das formas de você passar por essa transformação é fazer um processo de Coaching. E se quiser conhecer aquele que eu coordeno online e lhe ajudo nessa travessia, conheça o Dia de Coaching: 100 dias de transformação, no seu ritmo, no seu tempo, na hora que melhor lhe convir.

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Suzane Jales,
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