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Suzane Jales

Relacionamentos que são igual a empinar pipa

 

Pode parecer esquisito dizer isso, mas, acredite, tem relacionamentos que são iguais a empinar pipa.

Como assim, Suzane?

Para você entender o que digo, preciso explicar, caso ainda não saiba, como se empina uma pipa, algo que fiz muito na minha infância. Vamos ao passo a passo:

Primeiro, num dia de vento, você vai a um local aberto, sem árvores e postes. Nos relacionamentos, é assim também: você precisa estar com o coração aberto, sem obstáculos, para que tudo aconteça…

Depois, você pede para alguém lhe ajudar a segurar a pipa. E fica de frente para ela. Claro que é até possível fazer isso de maneira solitária, mas fica muito mais legal se contar com uma ajuda.

Isso lhe dá alguma ideia? Isso mesmo: é preciso que haja disposição dos dois lados para se relacionar e um estar diante do outro. Dá para começar de maneira unilateral, mas é muuuuuuito mais difícil!

Agora, você precisa de espaço para empinar sua pipa… assim como em qualquer relacionamento. Podemos chamar isso de individualidade nas relações: cada um tem seu espaço. Beleza?

Mas é exatamente aqui começa a complicação: em alguns relacionamentos, não existe esse espaço. Um quer preencher tudo na vida do outro… Conhece algum assim?

Vamos em frente. Aí a pipa começa a subir e ganhar altura: coisa linda de se ver. E você até voa junto com ela!

A partir desse ponto, nova reflexão. Pois a forma de empinar pipa pode ganhar outras feições, assim como os relacionamentos que não se tornam tão sadios. Isso tem a ver com “manobras” que se faz na brincadeira e jamais deveria ser feita nos relacionamentos.

É que quando a pipa ganha uma certa altura, é possível dar umas “puxadinhas na linha”, para um lado e para o outro, o que faz a pipa ter movimentos diferentes. No ar, é um show à parte, mas na metáfora que estou usando tem a ver com as “manobras” feitas nas relações: joguinhos dos casais, um se aproveitar do outro nas amizades, mentiras nos dois casos… e por aí vai.

No caso da pipa, nessas horas, ela pode “embicar” para baixo e começar a descer… Aí é só dar mais linha que ela volta ao normal. Nos relacionamentos também: a pessoa faz coisas que machucam o outro e quando tudo está para se romper, vai lá, cheia de carinho pra dar e tudo volta ao “normal”.

Você já viu isso acontecer?

É uma coisa meio doentia para os dos dois lados: para quem faz e para quem aceita se submeter a esse puxa, estica e solta.

No caso das pipas, tem ainda o “cerol de linha” que é colocado na linha da sua pipa para cortar as linhas dos outros e ficar só, estilo conquistador, dominador. Nos relacionamentos, também. É aquele ciúme doentio, tanto entre casais como entre amigos.

Lembrei até de um caso que foi muito noticiado recentemente em minha cidade: o cara batia na mulher e depois lhe cobria de presentes. Cortou todas as suas amizades para ser só eles dois. Ela aceitava a situação… até que foi morta por ele.

OK, fui ao extremo. Mas, infelizmente, essa história é verdadeira e creio que você já deve ter ouvido falar de casos como esse. Foi só para alertar sobre relacionamentos perigosos. Quando brincamos de pipa, é algo sadio, que dá prazer e alegria. Os relacionamentos precisam ser assim também.

Existem muitas teorias sobre relacionamentos saudáveis, seja de um casal, seja de amigos. Quase todos eles têm 3 pontos em comuns: Se aceitam como são; Apoiam-se um no outro; Fazem do outro alguém melhor.

Encerrando, recordo que, anos atrás, eu fiz um artigo que mostrava não haver uma fórmula mágica para conseguir bons relacionamentos, mas, usando a Programação Neurolinguística (PNL), podíamos listar algumas dicas valiosas para isso:

  1. Seja um bom ouvinte

Você já observou que tem gente que, como ouvinte, fica a espera da hora que a outra pessoa respira, para cortar o que ela está dizendo e falar de si e de seus problemas? Se existe interesse genuíno na outra pessoa, é preciso, sobretudo, aprender a ouvir com sinceridade e ter sua atenção voltada exclusivamente para isso.

  1. Coloque-se no lugar da outra pessoa

Não precisamos nos envolver nas questões da outra pessoa, mas podemos – e devemos – procurar entendê-la segundo o mapa de mundo dela. Mas nada de sentir pena e tentar encontrar soluções. Isso é extremamente desrespeitoso e indica que não acreditamos que ela, por iniciativa própria, tenha recursos para lidar com suas próprias dificuldades.

  1. Foque nos pontos positivos

Nós comandamos a nossa percepção. Assim, podemos focar mais nos pontos positivos da outra pessoa e do relacionamento, ao invés de escolher prestar mais atenção nos defeitos. Não precisamos ficar cegos… É bom conhecer os defeitos, mas apenas não focar neles.

  1. Aceite os defeitos e fraquezas do outro

Defeitos e fraquezas são avaliações subjetivas baseadas na nossa visão de mundo. O que é defeito para um pode ser considerado talento para outro. Não existe uma pessoa perfeita. A maioria de nós está fazendo e dando de si o melhor que pode, naquele momento.

  1. Mantenha contato, mesmo quando distante

Lembra como fazemos para o fogo não apagar (desde que ainda exista carvão)? É soprando a brasa. Podemos fazer muitas coisas para manter “acesas” nossas relações, mesmo quando fisicamente distantes: ligar, passar torpedo, enviar e-mail… Nessa intenção positiva, tudo vale, até mesmos surpreender com cartas e cartões via Correios… É antigo, sim, mas ainda funciona, porque surpreende: quem ainda recebe uma carta carinhosa?

E aqui fica a reflexão de hoje: como estão os seus relacionamentos? São relações enriquecedoras ou como empinar pipas?

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Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua coach

Enfrentando a crise com ação

Matéria de dias atrás, no Jornal O Globo, alertava que o desemprego no Brasil ultrapassa a casa dos 13 milhões de pessoas.

Mas a reportagem ia além: apontava para uma profunda mudança no mercado de trabalho em nosso país. Segundo os especialistas entrevistados, o emprego como conhecemos hoje, em breve, não existirá mais.

Muitas pessoas que me seguem já me relataram que estão sentindo na pele esse problema, sejam com elas próprias ou na família.

Por isso mesmo, é que eu venho insistindo em refletir sobre essa situação: já que ele está aí, precisamos fazer algo para sobreviver. E bem.

A revista Você S/A também retratou esse problema e afirmou que em tempos de crise é preciso ir além, inovar, buscar novas experiências e olhar para aqueles que estão triunfando. Mais do que isso, é preciso identificar oportunidades em meio às fragilidades econômicas, pois superar não é uma escolha, é uma necessidade atual.

Para quem está no fundo do poço, é difícil acreditar que os períodos de crise são momentos propícios para evoluir. Mas é verdade! Isso para que levanta, sacode a poeira e se prepara para dar a volta por cima.

OK: não é fácil. Mas é possível. E eu estou aqui para lhe lembrar isso. Se você não enfrenta esse problema, tenho certeza que conhece alguém que está atolado(a) na crise e, quem sabe, poderá ajuda-lo(a).

Bem, tem muitos sites com vasto material sobre como enfrentar a crise. Aqui, quero usar as técnicas de Coaching e Programação Neurolinguística (PNL), que é o meu nicho.

Vamos refletir…

Situações como essa nos deixam com a autoestima baixa e, muitas vezes, sem motivação, sem vontade para nada.

Então, a primeira necessidade é reverter esse quadro. Depois, é partir para a ação. E podemos começar a fazer isso com visualização criativa, por exemplo. Vou explicar como fazer essa técnica:

Primeiro, sente-se de maneira confortável ou deite-se, se tiver condição e mantenha os olhos fechados.

Faça, por três vezes, uma respiração profunda, expirando de maneira bem lenta.

Coloque sua atenção em seus pés e vá subindo seu foco de maneira lenta, como se estivesse passando um escâner em seu corpo. Sinta cada pedacinho do seu corpo e vá relaxando com essa experiência. Não tenha pressa…

Nesse estado de relaxamento, lembre-se de um momento em sua vida em que precisou encontrar forças para superar algum perrengue na vida.

Relembre como você estava se sentindo, lembre-se das emoções, do ambiente em que você estava, dos sons, dos cheiros… enfim, reviva esse momento sem pressa.

Observe que a força da superação está dentro de você, apenas adormecida. “Acorde” essa força e deixe que ela lhe acompanhe nos próximos dias.

Imagine, crie, sinta você encontrando algumas ideias de como supera essa crise. Se veja colocando essas ideias em prática e conseguindo o que quer.

Vivencie esse momento e quando estiver se sentindo mais forte, abra os olhos e encerre o exercício. Repita quantas vezes quiser até se sentir cada vez mais forte e segura.

Agora, parta para a ação!

Lembro que é muito importante também aproveitar esses momentos de crise e se preparar para quando ela passar, seja fazendo cursos, treinamentos, palestras etc., que possam ajudar você a se adaptar as novidades de mercado que vêm por aí (aliás, que já estão acontecendo).

Dentro desse tema, eu tenho uma grande dica. É para as mulheres que moram em São Paulo ou podem se planejar para estar na capital paulistana dias 17 e 18 de novembro, eu super recomendo um evento de amigos: o Mulher Brilhante, que será realizado no Anhembi com toda a infraestrutura e conforto.

Homens, avisem as mulheres com quem convivem!

Nesse evento, um time poderoso de especialistas se reúne em dois dias de imersão para lhe ajudar a se desenvolver pessoalmente, com ferramentas que ajudarão a vencer medos, traumas e crenças limitantes. Também ajudarão a identificar habilidades para criar ou expandir um negócio que você ame e seja lucrativo e muito mais.

Clique AQUI e conheça o evento, os palestrantes e as outras mulheres, que já foram em outra edição, estão contando sobre essa experiência.

Encerro esse artigo lembrando da famosa frase de Charles Darwin: “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.

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Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua coach

Tomando decisões, arriscando e conquistando

 

No último domingo, tive uma conversa interessante com um amigo. Toda a discussão girava entre conquistas, liberdade de escolha, erros e sacrifícios. Quero compartilhar com você nossas conclusões (se é que podemos dizer que chegamos a concluir).

A primeira questão é sobre termos liberdade para escolher. Nem sempre temos isso… Muitas vezes é por imposição externa. Mas muita gente abre mão dessa conquista por medo de se arriscar… acha mais cômodo que escolham por ela.

Sabe aquela pessoa que quando pedem sugestão de onde a turma deve ir numa noitada, ela prefere não dar a sua opinião de um local bacana que acabou de saber, e diz: “eu topo tudo, podem decidir”?

No fundo, no fundo, ela pode estar com medo de dar uma opinião, a turma ir e não gostar; de contrariar alguém que quer um outro local… enfim, não quer se comprometer. Aí perde as oportunidades que aparecem.

Infelizmente tem muita gente assim. E como nunca fala, a turma nem sabe do seu drama interior…

Quando é só uma saída, tudo bem… Mas, e quando são decisões mais importantes, como profissão, local para morar, estilo de se vestir…? É só fazer um exercício de imaginação para entender o que acontece…

Por exemplo: tenho amigos que os pais escolheram o curso que deviam fazer na faculdade. Nem preciso dizer como são frustrados com a profissão que exercem.

Triste. Mas verdadeiro.

Por outro lado, quando temos a liberdade de escolher o que queremos, muitas vezes é difícil se definir por algo: podemos ficar tentados a ver todas as opções e sempre achamos que ainda pode estar faltando algumas que não vimos.

É fácil lembrar que isso acontece com objetos: uma roupa, um livro, uma bolsa/carteira etc. Mas também acontece com informação: podemos achar que ainda não temos informação suficiente para uma tomada de decisão… e vamos protelando.

Isso já aconteceu com você ou com alguma pessoa conhecida?

A grande questão é que se não arriscamos e tomamos uma decisão, será muito difícil somar conquistas na vida… E também vamos ficar frustrados.

Só com erros e acertos, bem como alguns sacrifícios vez por outra, é que vamos aprender a decidir. Não tem como ser diferente. Algumas decisões são fáceis e outras bem difíceis. Mas, ao tomar essas decisões fáceis – que são a grande maioria na nossa vida – é que vamos aprendendo a tomar decisões, vamos entendendo o que dá certo, o que não nos faz bem…

Isso também é autoconhecimento, que é a tecla que mais bato aqui… É que autoconhecimento é que dá o tom da música da nossa vida: quando a temos, é uma verdadeira sinfonia!

Mas, quem toca instrumentos sabe: precisamos afiná-los vez por outra. Com autoconhecimento também é assim: é sempre bom aprofundar na nossa alma e conhecer mais um cantinho que estava escuro.

É isso o que eu queria compartilhar e espero que seja útil para você e lhe dê algumas ideias de como dar um upgrade na sua vida.

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Suzane Jales,
sua Coach

P.S.1: Confesso que sempre fui perfeccionista (cheguei a ser chamada de milimétrica) e detestava errar… Mas tive que aprender a errar sem medo. Arriscar. E aí vi que assim eu aprendi muito e quando as conquistas começar a acontecer, fui entendendo que errar faz parte do processo.

P.S.2: Um tempinho atrás, eu escrevi um artigo descrevendo um passo a passo para aprender com os erros (com material em PDF para baixar) e que pode ser interessante rever: ARTIGO SOBRE ERROS.

P.S.3: Tem também outro bem interessante, que dá uma ajuda na hora de decidir (com material em PDF para baixar), que você pode ver aqui: ARTIGO SOBRE DECISÃO.

A importância de acreditar

Passei as últimos semanas envolvida entre médicos, exames e cirurgia… E com uma briga com o Plano de Saúde para que tudo fosse pago por ele (isso foi só para colocar pimenta no caldo!).

Com isso, fiquei completamente ausente do resto, inclusive deixei de escrever meus artigos. Meu foco estava exclusivamente na minha saúde.

Tudo correu exatamente como eu acreditava desde o início: o plano terminou pagando tudo, a operação foi um sucesso, a biópsia deu sem malignidade e já estou quase no ponto de trabalhar novamente.

E é sobre acreditar e fazer disso algo tão natural na sua vida que eu quero falar neste meu retorno.

É claro que eu tive fagulhas de preocupação e medo… Mas, sempre que isso acontecia, eu usava técnicas de PNL e voltava a minha crença potencializadora: tudo vai dar certo. E mais: eu ainda tenho muito a fazer e preciso ter saúde para poder tocar esses projetos que fazem parte de minha Missão.

Acredite: pensar assim fez mesmo toda a diferença.

Mas tem outra dica: acredite com paixão, porque a crença faz acontecer, mas a paixão é que faz os olhos brilharem… e isso nos motiva, criando um círculo virtuoso.

Foi assim comigo. E olha que essa foi a 17ª cirurgia da minha vida! Mas do que nunca, sou só Gratidão!

Finalizo deixando um xêro (na minha terra, isso significa um carinho, um beijo e um abraço apertado) para você e sugiro um filme sobre isso que falei, baseado em fatos reais: Até o último homem (tem no Netflix, para quem é assinante).

Depois de assistir, use a sua imaginação: o que pode conquistar acreditando em você mesmo?

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Suzane Jales,
sua coach
suzanejales.com.br

Que pérolas você anda escondendo?

Contaram para mim uma história que achei muito interessante e quero compartilhar com você:

Era vez uma mulher que possuía várias pérolas. Como ela não sabia ao certo de que modo poderia usá-las e tinha medo de perdê-las, decidiu guardá-las no fundo de um baú e proibiu qualquer pessoa da casa de sequer tocar nesse baú.

No começo, todo dia ela abria o baú para dar uma olhada nelas. Mas, com o passar dos anos, os afazeres do dia tomando todo o seu tempo, deixou de olhar para seu tesouro e até se esqueceu que o possuía.

Muito anos depois, ela lembrou de suas pérolas e abriu o baú, que, nessas alturas, estava em um quartinho, no fundo da casa. Para surpresa da mulher, não tinha nada lá dentro.

Ah, ela ficou extremamente raivosa e começou a bradar bem alto, lamentando que fora roubada.

Vendo-a naquele estado, o esposo disse-lhe: “Para que tanto desespero e tristeza? Coloque uma bijuteria no mesmo lugar e finja que são suas pérolas. Vai dar na mesma, pois quando elas estavam aí, você não usava pra nada”.

Aí foi que a mulher se lastimou mesmo, dizendo: “Quem dera eu pudesse voltar o tempo…”.

Agora, imagine que essa mulher é você. Como seria essa história?

Vamos além: troque as pérolas pelos seus talentos, ou dons, como também chamamos e o baú pela sua mente inconsciente. Quantos você não usou e “guardou no fundo de um baú”?

Se não relembrar, é só pensar um pouco na sua infância e adolescência… O que as pessoas com quem você convivia diziam que você fazia bem?

Pode até não ser fácil recordar assim de cara. Sem problema: faça outras vezes mais tarde. Quanto mais difícil lembrar, mais profundamente você os “escondeu”.

Nas sessões de Coaching, esse é um ponto fundamental e às vezes a gente usa várias ferramentas para ajudar o coachee (cliente) nesse processo.

A ideia aqui é que você resgate esses seus talentos e comece a usá-los no seu dia a dia.

Você vai se surpreender com o que é capaz.

Aliás, esse é o grande objetivo de um Processo de Coaching: ajudar o coachee a encontrar a melhor versão de si mesmo. E isso passa por

E aí, que tal dar uma olhada no seu “baú” e começar a usar as suas “pérolas”?

Depois, conte-me as suas descobertas.

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Suzane Jales,
sua coach

Estar na zona de conforto é bom ou ruim?

Essa é uma pergunta que muitos gostariam de fazer, mas talvez não externem por medo de se sentir “fora do comum”. Mas, creia, é uma pergunta genuína. Para muita gente, se é algo ruim, seria fácil descartar, certo? Hummmm, não é bem assim…

Nem sempre é fácil entender e sair dessa tal de zona de conforto – que às vezes aparenta ser espaçosa, tranquila, arejada conhecida e de portas abertas (posso sair na hora que quiser).

Mas, sair disso não é nada fácil…

O problema é que esse conforto é, na verdade, uma forma de evitar os problemas e conquistar o que se quer. E é aí que está o X da questão.

Então, muita gente fica se martirizando: quero, mas não consigo sair!

Mas, e se, ao invés de tentar sair da zona de conforto você começasse expandindo-a?

Isso mesmo: você pode aumentar a sua zona de conforto para que ela inclua outras áreas, inclusive aquelas onde você pode encontrar as soluções que tanto busca para seus problemas e o objetivo que tanto almeja…

Para isso, a mudança não precisa ser radical – o que muitas vezes dá medo. Ela pode ser feita no seu ritmo, no seu tempo…

Por exemplo: a sua zona de conforto vai crescendo à medida que você avança no processo de autoconhecimento, quando aumenta o seu mapa de mundo, quando desenvolve suas habilidades e competências, quando conquistas pequenas vitórias… Tudo o que vai lhe tornar uma pessoa mais segura, o que lhe permite seguir em frente.

Sai o medo, entra a determinação!

Como você viu, podemos ultrapassar a barreira do medo da mudança radical da zona de conforto, mas não dá para ficar sentado esperando que as mudanças aconteçam. É preciso agir, dar um passo… nem que seja um primeiro passo: depois, de repente, a magia acontece e você não mais estará na zona de conforto.

Uma das formas de você passar por essa transformação é fazer um processo de Coaching. E se quiser conhecer aquele que eu coordeno online e lhe ajudo nessa travessia, conheça o Dia de Coaching: 100 dias de transformação, no seu ritmo, no seu tempo, na hora que melhor lhe convir.

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Suzane Jales,
sua coach

Você anda lavando as mãos?

Eu estava fazendo uma pesquisa e, nem sei bem como, me deparei com a cena de Pôncio Pilatos quando ele ordenou que lhe trouxessem água, lavou as mãos diante da multidão e exclamou sobre Jesus: “Estou inocente do sangue deste homem justo. Esta é uma questão vossa!”

Embora tivesse o poder (como interventor e governador da Judéia) de libertar, ele decidiu lavar as mãos para fugir a sua responsabilidade, se isentando de qualquer culpa ou prejuízo.

Agora, esqueça o lado religioso desse episódio e reflita…

Essa história se torna mais interessante quando sabemos que um estudo da revista Science revelou que a lavagem das mãos está associada intimamente com a absolvição da culpa da mente, podendo apagar dúvidas sobre as escolhas diárias.

E é esse o ponto que eu quero chegar: quantas vezes andamos “lavando as mãos” apenas para não tomar decisões ou para justificar uma escolha?

Isso já aconteceu com você?

Comigo, várias vezes…

É que tem decisões que não são fáceis de tomar… assim, lava-se as mãos e empurra-se com a barriga na esperança de que o problema se resolva.

Como se isso acontecesse fácil…

Infelizmente, uma hora, a “fatura” vem e temos que “pagar” pelas nossas decisões tomadas…

Ah, e não devemos esquecer de que não tomar decisão também é uma decisão: você está decidindo não agir.

Outra coisa: se você não decide, alguém pode decidir por você.

Ouvi certa vez que muita gente, mesmo tendo as mãos lavadas, não está limpa. Faz sentido…

Reflita, agora, se você tem alguma decisão importante e anda empurrando com a barriga:
– O que anda lhe impedindo:
– O que você pode fazer a respeito?

Se possível, faça uma lista de opões do que você pode fazer para resolver essa questão. Não economize criatividade e, acima de tudo, não faça pré-julgamentos.

Em seguida, veja os prós e contra de cada uma: o que você perde e o que você ganha.

Agora, está nas suas mãos: se toma a decisão ou se lava as mãos mais uma vez.

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Suzane Jales
suzanejales.com.br

Você se permite...?

Toda vez que fico em frente ao computador para escrever um artigo, eu me pergunto sobre o que pode ser interessante compartilhar que, de alguma forma, contribua com a melhoria de vida das pessoas que seguem comigo nessa jornada…

Algumas escolhas recaem sobre aprendizados nos meus estudos de desenvolvimento humano; outros dos fatos que vejo e/ou vivencio; uns vêm de conversas com amigos; e tem, ainda, os que me foram despertados de várias maneiras: ao assistir a um filme ou palestra, ao ler um livro e folhear uma revista, dentre outros.

O texto de hoje é uma mistura: tem por base um aprendizado anterior, mas que foi despertado pela fala de um colega. Estava guardado lá no fundo do baú da memória… e, na verdade, tem o foco em uma simples palavrinha: PERMISSÃO.

A reflexão começa pela pergunta que é título desse artigo: você se permite?

A pergunta é importante porque muita gente não se permite e, com isso, perde muita coisa na vida. Vou explicar…

Imagine uma pessoa que, no trabalho, é mandada para outro prédio da empresa, sem que isso represente um ganho de salário. Ao chegar lá, ela sente falta dos colegas da sala anterior, não conhece ninguém, ainda não está acostumada com a nova rotina e fica super chateada.

E tá tudo bem com o fato dessa pessoa se sentir chateada… É o que ela está sentindo, mesmo (mas sabemos que alguns fingem não sentir).

A partir daí, ela tem alguns caminhos a seguir.

Um deles é começar a achar o trabalho uma porcaria e iniciar a sessão resmungo: se lastima da má sorte de ter sido mandada para lá, não quer fazer amizade com ninguém e vai ficando cada vez mais chateada…

Outro é deixar esse sentimento apenas fluir de maneira natural… vir e ir embora. A partir de então, ela pode começar a se permitir a fazer novas amizades e até a gostar desse novo desafio.

Exatamente isso tem acontecido agora com alguns amigos meus: com a crise, muitas empresas fecharam setores e quem não foi demitido foi enviado para um novo setor, alguns até em cidades diferentes.

Comigo mesmo, aconteceu algo assim, há cerca de oito anos atrás. Eu era gerente de marketing de um shopping center e fui destacada para trabalhar em outro setor do mesmo grupo empresarial, em um prédio bem distante do shopping e fazendo um novo serviço.

Mas, aqui, eu não quero falar apenas de trabalho…

Pense bem: quantas vezes uma situação semelhante a essa – estar em um local/situação que não quer/gosta – não aconteceu com você? Seja no que for: uma festa que só toca músicas de estilo que você não gosta; uma reunião chata (tipo de condomínio); uma viagem de negócio decidia às pressas sem tempo de planejar nada; uma mudança de estado civil e/ou de residência…?

Como você se sentiu?

Você se permitiu sentir raiva, tristeza, chateação… etc.?

Você se permitiu deixar esses sentimentos virem e irem embora de maneira fluida e natural?

E se permitiu abrir-se a novas possibilidades na sua vida a partir dessa nova situação?

Quando não nos permitimos sentir e ficamos “brigando” contra esse sentimento, mais forte ele fica dentro de nós. Lembre-se do que já falamos aqui: tudo que colocamos nosso foco, amplia. Então a saída não é por aí…

É sempre importante lembrar que permitir-se é o primeiro passo para superar qualquer obstáculo e alcançar o que se quer. Permita-se!

Ah, detalhe que eu quero compartilhar com você: eu tremi nas bases quando deixei o trabalho no shopping, que eu tanto amava. Mas superei ligeirinho e, hoje, não passa nem longe pela minha cabeça a ideia de voltar para lá algum dia.

Tenho um segredo que faço toda vez que me vejo em uma situação de raiva, tristeza, chateação, especialmente quando é por conta de alguma mudança que eu não queria ou não estava preparada para ela. São 4 passos:
– primeiro, eu me permito conhecer a nova situação a fundo e sentir o que passar pelo peito (veja que eu disse PASSAR: vem e vai);
– depois, eu me permito ver as novas possibilidades a partir dessa nova situação;
– na sequência, eu me permito ficar “apaixonada” pela conquista que posso ter dentro dessas novas possibilidades;
– finalizo me permitindo mergulhar de cabeça para chegar a esse objetivo que quero conquistar.

Essa é a minha maneira. Descubra a sua!

Fácil? Nem sempre. Mas tudo é uma questão de hábito. Comece dizendo várias vezes para si: Eu me permito (tal coisa). Repita até que, realmente, sinta isso de verdade.

Por hoje é só! Agora, deixa o seu comentário aí embaixo :). Se gostou, aproveita para compartilhar com os amigos!

Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales
suzanejales.com.br

Qual é a sua relação com o trabalho?

O filósofo chinês Confúcio (551 a.C.- 479 a.C.) dizia: “Busque um trabalho que você ame e nunca mais terá que trabalhar um dia em sua vida”.

Isso é muito legal e vejo que, cada vez mais, as pessoas procuram um trabalho assim…

Só que esse pensamento também dá margem para duas questões importantes… e é o que vamos refletir juntos aqui.

O primeiro deles é que, em um país com crise econômica, instabilidade política, conflitos sociais e desemprego galopante, muita gente está trabalhando no que aparece. Muitos, inclusive, bem diferente da formação que fez ou do talento que tem. É uma questão de necessidade. E aquela história de trabalhar com o que se ama vai ficando cada vez mais distante.

Para elas, talvez o importante hoje seja encontrar alegria na obrigação. E isso pode vir do propósito: ver nesse trabalho, que pode até não gostar muito, uma finalidade clara: pode ser sobreviver, passar essa “tempestade” e até mesmo juntar uma grana para depois fazer o que realmente quer.

A outra questão tem mais a ver comigo, que tive a sorte de só trabalhar onde e com que eu gostava. O problema aqui é o necessário equilíbrio.

Por anos a fio, eu mergulhava nos meus trabalhos e até esquecia do tempo. Cansei de ultrapassar meus limites físicos para garantir que aquele trabalho que eu amava fazer ficasse “perfeito”.

Naquela época, ser chamada de workaholic – viciada em trabalho – era até um elogio para mim. E, confesso, consegui muito do que sou e tenho hoje consegui graças a esse estilo de trabalhar: os bens materiais, a credibilidade… e também os problemas de saúde.

Exatamente isso: o trabalho em excesso pode gerar problemas de saúde e tem levado muita gente a consultórios de analistas e a grupos de auto ajuda. Tem até um programa no Reino Unido chamado de Workaholics Anônimos (WA), que tem muita semelhança com o já conhecido Alcoólicos Anônimos (AA).

Aliás, tem até um ditado inglês que diz: “All work and no play makes Jack a dull boy” (trabalhar sem parar e nunca brincar faz de Jack um sujeito sem graça).

O pior é que o isso ainda não é considerado oficialmente uma doença (nem é reconhecido pelo Manual de Distúrbios Mentais) e não tem muitas pesquisas nessa área. Mas existe. Ah, se existe!

Mais: vem piorando graças a tecnologia e o acesso fácil a e-mails e redes sociais da empresa onde quer que se esteja.

Segundo o jornal Extra, que produziu uma reportagem especial sobre o assunto, “Uma pesquisa realizada pela International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR) mostrou que 23% dos profissionais brasileiros têm tendência ao “workaholismo”, como também é chamado o vício em trabalho. Entre executivos que ocupam altos cargos, o índice chega a espantosos 90%, conforme apontou um estudo do Centro Psicológico de Controle do Stress (CPCS) feito há cerca de três anos”.

Na reportagem, o psiquiatra Roberto Shinyashiki, diz que é preciso diferenciar o worklover (aquele que ama o trabalho) do workaholic: “O worklover trabalha muito, mas também relaxa e se diverte muito. O workaholic não consegue se divertir nem relaxar e, principalmente, tem dificuldade de se relacionar com as pessoas”.

Estas são pessoas que deixam de tirar férias ou tiram pouquíssimos dias (esquecem que o cérebro precisa de descanso), comem um lanche rapidinho (muitas vezes enquanto trabalham), deixam de ir alguns eventos sociais, quase nunca se desligam do trabalho.

E não estão aproveitando o que conquistaram

O X da questão é saber se você é workaholic ou worklover. Para isso, é bom se observar e se conhecer mais. Porque o comum é que o viciado em trabalho não admita que está com problemas. Em geral, só descobre quando adoece. Sabe aquela história de que quando você não para, o seu corpo pode lhe parar? É por aí…

Reproduzi, no final deste artigo, um questionário feito pelo Extra para você saber se é workaholic. Faça o teste!

Outra questão que devemos observar é a cobrança com os filhos. A psicóloga Marilda Novaes Lipp, diz que as práticas adotadas por pais na educação dos filhos estão contribuindo para que mais pessoas se viciem em trabalho: “As crianças modernas estão sempre em alguma aula, se preparando para uma vida de ocupação. Os pais estão ensinando que o lazer não é importante”.

Tudo isso passa por algo que já falamos muito aqui: crença. O workaholic acredita que essa é a única (ou a correta) forma de se trabalhar. E isso se torna uma verdade para ele, que vai procurar argumentos para justifica-la… e fica cego quanto os contraditórios.

Nessa história toda, é sempre bom lembrar que, como em tudo na vida, o equilíbrio é o ponto central. Quanto a esse aspecto, o filósofo Mário Sérgio Cortella lembra que “É evidente que você precisa se dedicar à carreira, mas não pode deixar que apenas um aspecto da vida obscureça todos os demais. É preciso buscar um equilíbrio entre as diversas faces da existência. E esse equilíbrio é igual ao necessário para andar de bicicleta: você precisa estar sempre em movimento para não cair. Equilíbrio significa ser capaz de ir aos extremos sem se perder neles… Uma pessoa que passa o tempo todo obcecada pela carreira está adoentada. É preciso cautela, porque isso vai torná-la infeliz. Há momentos na vida em que você vai se dedicar mais aos filhos do que à sua carreira. Em outros, você precisará trabalhar por 12,13 horas por dia e ficará menos tempo com a família. O importante é não se perder nos extremos, mas saber transitar entre eles”.

Ah, eu disse no começo que ERA workaholic. Deixei de ser. Essa foi uma das mudanças que eu fiz na vida depois de ter feito um Processo de Coaching, aliás, Autocoaching – o mesmo que hoje ensino as pessoas a fazer no Dia de Coaching.

É isso! Agora, deixa o seu comentário aí embaixo.

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Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua coach

Reflita: o que ainda dá pra fazer?

No último sábado, entramos no mês de julho. Já se passaram 6 meses de 2017… e faltam exatamente 6 meses para ele terminar.

Em datas como essa, eu costumo refletir sobre os passos que dei durante o ano e lhe convido a fazer o mesmo:
– Terei feito o meu melhor para garantir que este seja um ano produtivo?
– Se sim, como posso maximizar isso nos meses que estão por vir?
– Se não, o que me impediu? E o que ainda posso fazer para mudar esse quadro?

Ainda no 1º de julho, eu estava assistindo a versão brasileira do programa “Quem quer ser um milionário?”, quando me lembrei do filme que leva esse nome.

Se você não o assistiu (e eu super recomendo), é uma bela história de amor, simples, forte, marcante e envolvente.  Na película, Jamal Malik, de 18 anos, vem de uma família das favelas de Mumbai, Índia, e está prestes a ganhar o prêmio de 20 milhões de rúpias no programa “Quem Quer Ser Um Milionário?”, um feito que nenhum participante jamais conseguira até então. Como é visto por toda a população através da televisão, Jamal acaba sendo preso por suspeita de trapaça. Afinal, como um rapaz que morou toda a vida na rua pode ter conhecimento suficiente para vencer o jogo? Teria ele roubado? Ou seria apenas sorte? Para provar sua inocência, Jamal começa a contar a sua história e de onde ele tirou a resposta para cada uma das perguntas, relembrando da sua infância com seu irmão na favela e falando da sua paixão pela jovem Latika.

O detalhe interessante é que esse filme, rodado totalmente na Índia e com um elenco desconhecido, tornou-se o grande vencedor do maior prêmio de Hollywood de 2009: “Quem Quer Ser Um Milionário?” arrebatou nada menos do que oito dos dez Oscars a que estava indicado: melhor filme, diretor, roteiro adaptado, fotografia, mixagem de som, edição, trilha sonora original e canção original.

Pense num filme espetacular!

O melhor é que podemos tirar muitas ideias ao assisti-lo, o que pode potencializar a reflexão que propus no início desse artigo. A principal delas é algo que ouço muito de meus mestres: Tudo o que lhe acontece tem um propósito! Mas eles afirmavam claramente que você precisa se superar para conseguir “aproveitar”  quando a hora certa chegar. Se você se dispersar por um instante, pode colocar tudo a perder.

No filme, Jamal sabia as respostas das perguntas porque ele era um grande observador daquilo que acontecia a sua volta. E mostra que capacidades como observação, concentração, boa memória, perspicácia, jogo de cintura, determinação e persistência tornam-se cruciais para o sucesso ou fracasso de qualquer jornada.

É no mundo que ele encontra as respostas para as perguntas do jogo… e da sua própria vida.

Então, o convite aqui é para que você aprenda a observar suas ações e suas atitudes, bem como o que acontece com você, sempre verificando os fatos que se repetem ao longo da sua vida. É que tudo tem uma lição e um ensinamento a nos oferecer, ainda que não entendamos e só a utilizemos no futuro.

É sair do “Por que isso aconteceu comigo?” e ir para o “Para que isso aconteceu comigo?”.

Lembro que no meu curso gratuito de autoconhecimento, “Conhecendo por dentro, conquistando por fora”, tem um vídeo onde eu abordo essa questão bem a fundo.

É importante dizer que quando aprendemos com o que acontece conosco, deixamos de cair na mesma esparrela várias vezes…

Lembre-se que o nosso cérebro aprende pela experiência e a repetição gera o hábito.

Outra reflexão que podemos tirar do filme é que Jamal revela suas ambições e deixa claro que seu amor por Latika era o seu “Bem Maior”.

E você, qual é o seu bem maior? Ou, em outras palavras: Pelo o que você luta?

Finalizo lembrando que somos os únicos responsáveis pelas escolhas que fazemos na vida e, mais: como é incrível a nossa capacidade de recriar a própria realidade.

Aproveite essa data que marca o meio do ano para refletir sobre o que passou e o que você pode fazer daqui para a frente para criar uma realidade onde você realize o que quer e, ao final de dezembro possa dizer: esse ano tinha tudo para ser ruim, mas foi fantástico!

É isso! Agora, deixa o seu comentário aí embaixo.

Se gostou, aproveita para compartilhar com os amigos!

Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua coach

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