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Suzane Jales

Como manter a calma (ou retornar a ela) antes de agir

Quero lhe contar hoje uma história, que pode acontecer com qualquer um de nós, lhe dar umas dicas de como eu ajo (independente de ser comigo ou com uma pessoa amiga) e lhe convidar a experimentar…

Na noite do domingo, jantamos na casa de uma amiga. Mais tarde, quando alguns já haviam saído, uma das convidadas retornou, completamente transtornada. Ela havia sofrido uma tentativa de assalto: um motoqueiro estava lhe “esperando” na entrada do prédio.

Por sorte, quando ela ia acionar o controle do portão, ainda a uma certa distância, um motorista lhe deu um sinal de luz e ela conseguiu enxergar o assaltante pelo retrovisor.

Quase em pânico, ainda conseguiu arrancar com o carro…

Quando voltou ao local do jantar estava se sentindo fraca, com a respiração ofegante, as mãos geladas, uma dor de cabeça latente e ainda tremendo de medo… Não à toa!

Já sentada e depois de tomar um copo de água, sugeri que ela esfregasse as mãos. Isso ajuda a dissipar o estresse e, para os terapeutas naturalista (e eu sou uma delas!), na palmas das mãos existe um chakra que tem a mesma característica do cristal branco: aciona ou desativa energia.

Essa é a forma de carregar essa energia: vá observou que esse é um gesto básico, primeiro, de qualquer trabalho de energização?

Experimente: a fricção das mãos provocará um leve calor ou um formigamento. Isso significa que captamos as partículas de energia do ar, aglutinando-as e transformando-as numa onda, como um raio laser…

Depois dessa etapa, pedi que ela respirasse algumas vezes da seguinte forma: inspirar contando até quatro; segurar o ar contando até quatro; e soltá-lo o mais vagarosamente possível, pelas narinas ou pela boca.

Isso lhe relaxou e acalmou… e ela pode pensar melhor para definir o que fazer.

Até aqui foi Terapia Naturalista. Agora vamos ver o que isso tem com Coaching e Programação Neurolinguística…

Todas essas ações – friccionar as mãos e mudar a forma de respirar – fizeram também ela mudar o foco do pensamento, que até então estava na tentativa de assalto. Percebeu?

Pois é! Mesmo que você não acredite nas Terapias Naturais, pode fazer essas duas coisas que estará lhe ajudando a sair da situação de medo que esteja passando.

Aqui, eu volto a lembrar da importância de checar onde estamos colocando o nosso foco e de aprender a direcioná-lo, pois tudo que focamos, amplia!

Quer resolver um perrengue? Não foque no problema, mas nas possíveis soluções.

Quer esquecer algo ou alguém? Mude o foco para algo que lhe estimula a mente, preferencialmente de maneira motivadora.

É isso aí! Se gostou, comenta, curte e compartilha com os amigos.

Beijos mil e até o próximo!


Suzane Jales
sua coach