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Suzane Jales

Tomando decisões, arriscando e conquistando

 

No último domingo, tive uma conversa interessante com um amigo. Toda a discussão girava entre conquistas, liberdade de escolha, erros e sacrifícios. Quero compartilhar com você nossas conclusões (se é que podemos dizer que chegamos a concluir).

A primeira questão é sobre termos liberdade para escolher. Nem sempre temos isso… Muitas vezes é por imposição externa. Mas muita gente abre mão dessa conquista por medo de se arriscar… acha mais cômodo que escolham por ela.

Sabe aquela pessoa que quando pedem sugestão de onde a turma deve ir numa noitada, ela prefere não dar a sua opinião de um local bacana que acabou de saber, e diz: “eu topo tudo, podem decidir”?

No fundo, no fundo, ela pode estar com medo de dar uma opinião, a turma ir e não gostar; de contrariar alguém que quer um outro local… enfim, não quer se comprometer. Aí perde as oportunidades que aparecem.

Infelizmente tem muita gente assim. E como nunca fala, a turma nem sabe do seu drama interior…

Quando é só uma saída, tudo bem… Mas, e quando são decisões mais importantes, como profissão, local para morar, estilo de se vestir…? É só fazer um exercício de imaginação para entender o que acontece…

Por exemplo: tenho amigos que os pais escolheram o curso que deviam fazer na faculdade. Nem preciso dizer como são frustrados com a profissão que exercem.

Triste. Mas verdadeiro.

Por outro lado, quando temos a liberdade de escolher o que queremos, muitas vezes é difícil se definir por algo: podemos ficar tentados a ver todas as opções e sempre achamos que ainda pode estar faltando algumas que não vimos.

É fácil lembrar que isso acontece com objetos: uma roupa, um livro, uma bolsa/carteira etc. Mas também acontece com informação: podemos achar que ainda não temos informação suficiente para uma tomada de decisão… e vamos protelando.

Isso já aconteceu com você ou com alguma pessoa conhecida?

A grande questão é que se não arriscamos e tomamos uma decisão, será muito difícil somar conquistas na vida… E também vamos ficar frustrados.

Só com erros e acertos, bem como alguns sacrifícios vez por outra, é que vamos aprender a decidir. Não tem como ser diferente. Algumas decisões são fáceis e outras bem difíceis. Mas, ao tomar essas decisões fáceis – que são a grande maioria na nossa vida – é que vamos aprendendo a tomar decisões, vamos entendendo o que dá certo, o que não nos faz bem…

Isso também é autoconhecimento, que é a tecla que mais bato aqui… É que autoconhecimento é que dá o tom da música da nossa vida: quando a temos, é uma verdadeira sinfonia!

Mas, quem toca instrumentos sabe: precisamos afiná-los vez por outra. Com autoconhecimento também é assim: é sempre bom aprofundar na nossa alma e conhecer mais um cantinho que estava escuro.

É isso o que eu queria compartilhar e espero que seja útil para você e lhe dê algumas ideias de como dar um upgrade na sua vida.

Se gostou, deixa aí o seu comentário e compartilha com os amigos!

Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua Coach

P.S.1: Confesso que sempre fui perfeccionista (cheguei a ser chamada de milimétrica) e detestava errar… Mas tive que aprender a errar sem medo. Arriscar. E aí vi que assim eu aprendi muito e quando as conquistas começar a acontecer, fui entendendo que errar faz parte do processo.

P.S.2: Um tempinho atrás, eu escrevi um artigo descrevendo um passo a passo para aprender com os erros (com material em PDF para baixar) e que pode ser interessante rever: ARTIGO SOBRE ERROS.

P.S.3: Tem também outro bem interessante, que dá uma ajuda na hora de decidir (com material em PDF para baixar), que você pode ver aqui: ARTIGO SOBRE DECISÃO.