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Marina Santos pode trocar PTC por PSL

A deputada federal eleita não seguirá no PTC, legenda atingida pela cláusula de desempenho eleitoral, situação que dificulta a sobrevivência política. Dra. Marina Santos já recebeu convites para filiação em três partidos. Porém, o grupo político mais próximo à parlamentar eleita está seduzido pelo PSL, sigla liderada pelo presidenciável Jair Bolsonaro. O resultado do segundo turno será determinante para o destino partidário de Marina Santos. Na foto, a deputada federal eleita ao lado do esposo, Marcos Vinicius, durante comício na campanha eleitoral.

Progressistas, PR e PROS oferecem legenda a Marina Santos

Com o PTC fora da cláusula de desempenho eleitoral, os eleitos pela sigla podem migrar para outros partidos sem prejuízos ou ameaças jurídicas de perda de diploma ou mandato. No Piauí, a deputada federal eleita Dra. Marina Santos já recebeu convites para o trocar o PTC por Progressistas, PR e PROS. O grupo político petecista avalia os convites e promete decidir o futuro partidário logo que a Justiça Eleitoral confirmar o cumprimento da nova regra que determina perdas de fundo partidário e tempo de propaganda no rádio e tv.

Eleição provoca racha na familia Moraes Souza

Segundo lideranças políticas próximas ao ex-governador Zé Filho (PSDB), o apoio do prefeito de Parnaíba, Mão Santa (Sem partido), à candidatura do sobrinho à Assembleia Legislativa foi muito abaixo da expectativa e diluído com outros concorrentes. Já a deputada Juliana Moraes Souza (PSB), que foi candidata à Câmara Federal, foi preterida por Heráclito Fortes (DEM), que também não foi eleito. Os Moraes Souza ficaram sem representantes na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal. O último desentendimento político na família ocorreu na eleição municipal de 2.000, quando Mão Santa era governador e foi responsabilizado por não apoiar na expectativa desejada  a reeleição de Zé Filho, derrotado nas urnas por Paulo Eudes. O desentendimento de hoje poderá repercutir na eleição municipal de 2020.

Assembleia Legislativa: bancada governista terá 26 deputados

Dos 30 deputados estaduais eleitos para a próxima legislatura, a aliança governista elegeu 24, superando expectativas até mesmo do núcleo político associado ao Palácio de Karnak. Mas dos seis eleitos em palanques da oposição, dois estarão na base aliada ao governador reeleito antes mesmo da diplomação: Oliveira Neto (PPS) e Gessivaldo Isaias (PRB).  Sobrarão apenas quatro parlamentares para o bloco oposicionista: Marden Menezes (PSDB), Gustavo Neiva (PSB), Evaldo Gomes (PTC) e Teresa Britto (PV).

MDB,Progressistas e PT terão maiores bancadas na ALEPI

Os emedebistas seguirão na próxima legislatura como a principal força na Assembleia Legislativa. O partido elegeu seis deputados: José Santana, Severo Eulálio, Themístocles Filho,  Pablo Santos, Henrique Pires e João Mádson. Progressistas e PT empataram e cada legenda conquistou cinco mandatos. PT: Francisco Costa, Fábio Novo, Francisco Limma, Flora Izabel e Franzé Silva. Progressistas: Lucy Silveira, Wilson Brandão, Júlio Arcoverde, Hélio Isaias e Firmino Paulo. PR ocupará três cadeiras no plenário da ALEPI: Fábio Xavier, Dr. Hélio e Coronel Carlos Augusto. O PTB elegeu dois deputados: Janaínna Marques e Nerinho. Nove partidos terão um deputado estadual a partir de 2019: PSD - Georgiano Neto; PDT - Flávio Nogueira; PSDB -Marden Menezes; PRTB - Fernando Monteiro; PSB - Gustavo Neiva; PRB - Pastor Gessivaldo; PTC - Evaldo Gomes; PV - Teresa Britto; PPS - Oliveira Neto.

Coronel Carlos Augusto é cotado para Segurança

Deputado estadual eleito, o coronel Carlos Augusto, ex-comandante geral da Polícia Militar, é nome cotadíssimo para dirigir a secretaria de Segurança do Estado a partir de 2019. Os entendimentos estão avançados. O primeiro suplente da coligação governista, B. Sá (Progressistas), será deputado estadual. Carlos Augusto é da cota pessoal do governador Wellington Dias e foi eleito deputado estadual pelo PR.

A histórica reeleição de Ciro Nogueira

Raulino Neto

Rau

Nos últimos 60 anos apenas três senadores foram reeleitos no Piauí: Petrônio Portella (Arena), em 1966 e 1974; e Hugo Napoleão (PFL), em 1986 e 1994; e agora Ciro Nogueira (Progressistas), reeleito este ano. A regra das eleições para o Senado tem sido de derrotas ou desistências dos senadores que concluem mandatos. Após 24 anos da última reeleição, Ciro Nogueira quebra tradição política estadual e conquista segundo mandato consecutivo.

Ciro reúne oposição em Picos para 2020

O senador Ciro Nogueira (Progressistas) acompanhou, em Picos,  a votação do ex-prefeito Gil Paraibano, o segundo suplente de sua chapa. Na foto, Ciro revela a oposição para o pleito de 2020 no município. Além de Gil Paraibano, o grupo político liderado pelo ex-prefeito Zé Neri e pelo filho, deputado estadual Nerinho (PTB). Hoje os dois grupos são adversários do  PT e MDB em Picos. 

"Oposições erraram", afirma Elmano

No final da campanha eleitoral para o governo do Estado, o candidato Elmano Férrer (Podemos) assegura que contribuiu para a qualidade do debate  com propostas viáveis e necessárias ao desenvolvimento do Piauí. Porém, avalia como equivocada  a estratégia das oposições de pulverizar candidaturas como suporte para forçar o segundo turno. Segundo Elmano, o ex-senador João Vicente Claudino, que chegou a ser pré-candidato a governador, tinha razão ao defender palanque único das oposições, sendo voto vencido nos partidos adversários do governador Wellington Dias.

Eleição para o senado

Pelos números do Instituto Opinar, três candidatos disputam as duas vagas de senador: Ciro Nogueira (Progressistas), Wilson Martins (PSB) e Marcelo Castro (MDB). Os dois primeiros são favoritos, mas o emedebista não está fora da briga por uma vaga. Ciro conta com  densa base aliada e fez a mais organizada das campanhas; Wilson Martins consolidou a candidatura e sempre manteve desempenho estável nas pesquisas Opinar. Já Marcelo Castro foi o último dos três a ser lançado em campanha eleitoral, porém conta com apoio do robusto bloco governista e logo viabilizou candidatura. Contra Marcelo, o pouco tempo para ultrapassar Wilson Martins, seu adversário direto.

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