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Mulheres influenciam diretamente na decisão de comprar veículo novo

 

A aquisição de um carro novo costuma ser um dia marcante para as famílias. Mas chegar ao consenso na escolha do modelo nem sempre é fácil. Isso porque homens e mulheres costumam ter critérios distintos na decisão de qual modelo levar pra casa. A pegada esportiva que tanto agrada a eles, por exemplo, pode não conquistar o público feminino na mesma medida. Montadoras apontam que, em geral, mulheres destinam preferência por veículos com amplo espaço interno, porta-trecos variados e porta-malas generosos.

Diferenças à parte, o que chama à atenção é a influência delas na hora da compra do carro novo. Uma pesquisa norte-americana revelou que as mulheres influenciam diretamente na compra de 85% dos veículos comercializados. E as brasileiras já representam, pelo menos, 58% dos compradores de carros.

Para Flávio Nunes, gerente da concessionária Jelta-Tabuleta, em Teresina, a influência da mulher na compra do carro reflete a preocupação feminina em contemplar as expectativas de todos os integrantes da família. “Trata-se de uma compra racional e emocional, pois além de ser a realização de um sonho irá transportar família, filhos... Com isso, a influência da mulher na decisão de compra do automóvel passou a ser muito grande, porque além de conseguir ser emocional e racional ao mesmo tempo ela tem o instinto de proteção da família”, avalia.

Percebendo isso, as montadoras vêm investindo cada vez mais em conforto e segurança para conquistar toda a família. Sem falar nas próprias concessionárias que oferecem espaços de convivência e serviços específicos ao público feminino.

No novo posicionamento da FCA, um conglomerado industrial ítalo-americano que está entre os fundadores da indústria automobilística europeia, os carros enquadrados na categoria “veículos de entrada” já são disponibilizados com tecnologia de ponta em conforto, com espaços internos muito maiores e central multimídia. “Hoje, as versões de modelos mais acessíveis do mercado já podem vir com controle de estabilidade eletrônica e tecnologia de fórmula 1, que antes era privilégio apenas de veículos muito mais caros, o que garante uma extrema segurança aos condutores. Tudo isso é consequência dessa percepção das montadoras sobre a influência da mulher na aquisição de um carro”, analisa Flávio.