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A micropigmentação pode transmitir doenças

A micropigmentação surgiu como uma verdadeira febre, principalmente entre as mulheres, alguns anos atrás. Com a esperança de realçar a beleza de olhos, lábios e sobrancelhas muitas mulheres buscaram conhecer e aplicar essa técnica com profissionais da área. Um pigmento é aplicado em uma das camadas da pele e faz com que a área fique realçada. Por este motivo é possível aplicar a técnica em preenchimento de sobrancelhas, contorno dos cílios na região dos olhos e até mesmo nos lábios para o contorno dos mesmos. Porém, o que muitas pessoas não contavam é que essa também pode ser uma forma de transmissão do vírus HIV, da Hepatite B e C, além de outras doenças. Por este motivo, ao decidir pela técnica é preciso ter alguns cuidados, dentre os quais, a escolha de um bom profissional.

Transmissão de doenças

Como se trata de uma técnica feita com uso de agulhas, a transmissão de doenças pode acontecer quando a mesma agulha é usada em várias pessoas. O descarte da agulha após o primeiro uso é fundamental para manter a técnica segura.

Reações

Quando a escolha do profissional não é feita com cautela, os riscos de transmissão de doenças contagiosas são muito altos. Vale ressaltar que algumas das doenças transmissíveis não tem cura, por este motivo todo cuidado é pouco. Os primeiros sintomas podem surgir logo após a aplicação. Vermelhidão, coceira, prurido podem aparecer pouco tempo depois da micropigmentação ter sido realizada. A alergia também é um sintoma comum, já que pigmentos são injetados na pele para promover a micropigmentação e eles podem causar reação em quem tem tendência a ela. Caso qualquer reação ocorra após a aplicação, é fundamental a busca por um médico para evitar processos inflamatórios e até mesmo infecciosos.

Micropigmentação segura

A técnica da micropigmentação é uma forma segura para realçar a beleza, mas para isso é preciso garantir bons profissionais, especialistas na área dermatológica, que utilizem técnicas seguras e higiênicas para evitar qualquer risco desnecessário ao paciente. Se você tem o desejo de utilizar essa técnica em seu corpo é importante pesquisar profissionais experientes com familiares ou amigos a fim de se sentir mais segura. Há muitas pessoas que podem se passar por profissionais na área, mas que na verdade nunca fizeram nenhum curso relacionado. Vale a pena pesquisar antes para garantir sua saúde e ter um belo resultado.


Fonte: Família

Feira de Negócios movimenta área da saúde em Teresina

O Piauí é um importante polo de saúde no país, sendo a capital Teresina referência regional na área recebendo pacientes tanto do interior quanto de outros estados como Maranhão, Pará e Ceará. Com isso, cresce na cidade o número de hospitais, clínicas, consultórios médicos e laboratórios, além de lojas de produtos ortopédicos e de materiais médico-hospitalar, movimentando o chamado mercado de saúde. E para aquecer ainda mais esse mercado, nos dias 30 de novembro, 1° e 2 de dezembro, acontece em Teresina a Feira Hospitalar Piauí, um evento de negócios no setor da saúde. A feira, que tem  como realizadores o GPI Cursos e o Sindicato dos Hospitais do Piauí, ocorrerá no Centro de Convenções do Atlantic City e contará com a exposição de hospitais e clínicas médicas, laboratórios clínicos e empresas de estética, medicamentos, tecnologia e startups. A entrada para a parte expositora da feira é gratuita.

O evento ainda contará com cinco eventos científicos durante os três dias: o Congresso Internacional de Farmácia Clínica do Piauí (CINFAPI), o VI Congresso Norte-Nordeste de Medicina Laboratorial (VI MEDLAB), II Congresso de Saúde Estética do Piauí (II ESTHETICS), o Simpósio de Terapia Intensiva do Piauí (SIMTEPI) e o Seminário de Gestão em Saúde.  O coordenador da feira, empresário Starley Candeira, destaca que um evento desta magnitude agrega não somente conhecimento científico aos participantes, mas também estimula o crescimento de negócios no Estado. “Será um encontro entre os principais fornecedores, clínicas e gestores de hospitais que viabiliza uma troca de negócios muito forte, além de fomentar a criação de grupos de negociação entre os empresários na área de saúde do Piauí”, pontua Starley.

A feira deve movimentar cerca de 30 milhões de reais em negociações durante os três dias, impulsionando economicamente todo o Estado, assim como as regiões vizinhas. Três mil pessoas devem circular pelo local durante a feira. “Será uma feira aberta com área expositora na parte de negócios e na área técnico-cientifica haverá uma programação de palestras, congressos e cursos seguindo o mesmo padrão de eventos na área de saúde do Brasil e do mundo ”, ressalta Starley Candeira. A Feira Hospitalar Piauí terá 650 metros quadrados de área expositora, com 70 empresas envolvidas, dentre elas, empresas regionais e até internacionais.

Lesões de pele e tratamento de feridas são temas de evento na Uespi

A Universidade Estadual do Piauí em parceria com a Fundação Municipal de Saúde de Teresina (FMS), do Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e do Conselho Nacional de Enfermagem,  realizará entre os dias 23 a 25 de novembro, a II Mostra Piauiense sobre Prevenção e Tratamento de Lesões de Pele e o II Concurso Piauiense de Experiências Exitosas na Prevenção e Tratamento de Feridas. O evento acontece no auditório do Centro de Ciências da Saúde/CCS.

Profissionais da voz são os que mais sofrem com a disfonia

As alterações da voz podem ter um grande impacto sobre o dia a dia e podem afetar crianças, adultos e idosos em qualquer momento da vida. Entre elas, podemos destacar a disfonia, principal sintoma de distúrbio da comunicação oral. Chamada erroneamente de “afonia”, a disfonia é um transtorno que altera a qualidade da voz, mas não a faz desaparecer por completo. Diversos sinais e sintomas indicam a presença de alterações. Os principais são afonia (perda da voz); rouquidão; cansaço e esforço ao falar; dificuldade de projetar a voz; falhas na emissão da voz; variações descontroladas da frequência (agudo/grave) da voz e sensações desagradáveis à emissão.


Existem dois tipos de disfonias: as funcionais e as orgânicas. As primeiras surgem devido a complicações na laringe, causadas por nódulos, pólipos, cistos, edemas ou úlceras ou problemas de timidez, espasmódicos, psiquiátricos etc. No caso das disfonias orgânicas, ocorrem devido à uma lesão nos órgãos responsáveis pela fonação, ou no caso de doenças congênitas na laringe ou extra laringe, por problemas hormonais, neurológicos ou traumáticos, por exemplo. O indivíduo que apresenta disfonia deve passar por uma avaliação otorrinolaringológica, a fim de definir o diagnóstico médico laríngeo, e uma avaliação fonoaudiológica, que irá descrever a função vocal.


Segundo a fonoaudióloga Michele Isaias, dependendo do diagnóstico pode ser indicado tratamento medicamentoso e/ou cirúrgico, e o tratamento médico pode ser associado a fonoterapiapré ou pós intervenção. “Os exercícios são feitos de acordo com a patologia ou alteração que o paciente apresenta”, explica a fonoaudióloga. O tratamento fonoaudiológico visa melhorar o uso da voz, reduzir e eliminar ajustes musculares inadequados, absorver lesões da laringe (diminuindo a necessidade do uso de técnicas cirúrgicas invasivas) e prevenir futuras lesões da laringe.

Fonoaudióloga Michele Isaias


Michele Isaias destaca ainda dicas de como evitar essa alteração a nível de prega vocal. “Os profissionais da voz devem realizar avaliação com a fono para uma higiene vocal, que irão prevenir patologias a nível de prega vocal e uma futura disfonia do mal uso da voz como beber bastante água, falar alto ou gritar”. “Por exemplo, um cantor deve evitar mais de 1h de ensaios sem pausas. O advogado ou apresentador de televisão, que se usar uma roupa com o colarinho e a gravata muito apertada, pode gerar uma tensão e lesionar a prega vocal. Ou durante uma caminhada o uso cardio respiratório é grande e fazer o exercício físico com conversas associadas, leva a um esforço devido ao pouco escape de ar. Tudo para que a projeção da voz saia mais alto o que consequentemente fará uma fadiga e a longo de meses irá gerar uma disfonia”, exemplifica a fonoaudióloga Michele Isaias.


Outra dica importante de higiene vocal é evitar o uso de pastilhas e sprays que tem a função de mascarar a dor e gerar um conforto vocal. “Quando for fazer o uso da voz e passar o efeito de mascaramento, a qualidade da voz estará pior por conta do abuso que o paciente fez sem perceber que estava fadigando a musculatura por conta do efeito anestésico”, alerta Michelee lembra que a rouquidão persistente não é normal e demanda a procura por profissional de saúde especializado na área para acompanhamento e tratamento. A prevenção é o melhor caminho para a manutenção de uma voz saudável.

 

Governador assina projeto do piso salarial para farmacêuticos

O governador Wellington Dias assinou um projeto de lei que cria o piso salarial farmacêutico. A pasta será encaminhada à Assembléia Legislativa para votação e, sendo aprovada, volta para sanção do Palácio de Karnak. O projeto foi uma proposição da diretoria do Conselho Regional de Farmácia (CRF-PI), presidida por Ítalo Rodrigues, que articulou junto ao executivo a criação da proposta. O Piauí é o único estado do país que não possui piso salarial da categoria ou acordo coletivo. De acordo com a pasta, os valores ficarão de R$ 1.600 mensais para jornada de 4 horas diárias ou 20 horas semanais, R$ 2.600 para jornada de 6 horas diárias e 30 horas semanais, e R$ 3.200 para 8 horas diárias e 40 horas semanais.

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