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Prevenção diminui mortes por AVC

O Acidente Vascular Cerebral, conhecido como AVC e Derrame Cerebral, é um mal que atinge muitos brasileiros e ainda é uma das principais causas de mortes no país. Ele acontece quando se interrompe o fluxo de sangue para alguma região do cérebro, e isso pode ter diversos motivos, como acúmulos de placas de gordura ou formação de um coágulo, sangramento por pressão alta e até ruptura de um aneurisma. 

Os sintomas podem ser perceptíveis e podem acontecer em qualquer lugar. Para o médico neurologista, Thiago Guimarães, os primeiros sinais de que uma pessoa possa está sofrendo um AVC são claros. “Você pode suspeitar de um AVC em toda pessoa que apresente um déficit neurológico de instalação aguda. Esse déficit pode ser uma fraqueza ou dormência na metade do corpo, diminuição da visão ou mesmo alteração da memória”, explica o médico.

O especialista conta que existem dois tipos de AVC, o derrame isquêmico e hemorrágico, mas que é sempre possível para cada situação adotar procedimentos que se feitos em um espaço curto podem evitar grandes sequelas. “Ao detectar o início dos sintomas o paciente deve procurar o pronto socorro o mais rápido possível para avaliação neurológica. Muito importante que o tempo entre o início dos sintomas e a chegada no hospital seja menor que 4h30min, pois em alguns casos é possível a desobstrução do vaso e reversão dos sintomas”, fala o médico Thiago Guimarães.

A prevenção do AVC segundo o neurologista é controlar os fatores de riscos. “Os fatores de riscos para AVC são a idade, sexo masculino, sobrepeso, hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, tabagismo, sedentarismo e histórico familiar. E a prevenção é o combate dos fatores de risco modificáveis”, finaliza.