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Grupo altoense se mobiliza no combate ao suicídio

O grupo filantrópico "Altos à Favor da Vida", liderado pela psicóloga Djacira Vieira, vai realizar mais um grande evento de conscientização no município. Será uma Mesa Redonda com profissionais de diferentes áreas sobre a prevenção do suicídio. A proposta é utilizar o conhecimento para que se possa mudar a realidade que afeta muitas famílias piauienses. Altos é uma das cidades que registram grande número desse problema. A Mesa Redonda vai acontecer no próximo sábado, dia 22, à partir das 14h, no auditório Alberto Barbosa. A entrada é gratuita!

Depressão e ansiedade são doenças de pessoas fortes

Depressão, ansiedade, baixa autoestima ou outros transtornos de personalidade são doenças que causam silêncio - tanto para quem sente na pele quanto para quem está próximo de alguém nessa situação. "Temos medo de falar sobre saúde mental, independente de estarmos ou não com alguma questão. Vejo que as pessoas têm receio de admitir que precisam de ajuda. Ter depressão no Brasil para muitos ainda é motivo de vergonha. Com isso, quem tem não se sente confortável para conversar sobre o assunto. E quem está de fora, por não ter conhecimento, julga", explica a terapeuta transpessoal, Wanessa Moreira. Uma das razões para essa realidade, de acordo com a especialista, se dá pelo fato que vivemos em uma sociedade em que se tem a ideia de que é necessário ter uma vida perfeita para se ter valor perante os outros. "Entendemos que para ser aceito e reconhecido é necessário negar qualquer sentimento negativo, como se não fosse permitido transparecer fraquezas, pois quem tem fraqueza não tem valor" explica.

O problema é que por mais que exista um incômodo em falar sobre questões de saúde mental, aqui no Brasil tem muita gente que passa por isso. A Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que aproximadamente 5,8% da população brasileira sofre com depressão. Essa porcentagem representa em média 11,5 milhões de pessoas. É quase o equivalente à quantidade de pessoas que moram no município de São Paulo. Em relação à América Latina, o Brasil domina o ranking com a maior incidência de depressão. Quando o assunto é ansiedade, o Brasil também se destaca. Segundo a OMS, cerca de 9,3% da população sofre com essa condição, o que representa 18,6 milhões de pessoas convivendo com o problema.

Números como esses são preocupantes, não apenas por haver uma grande quantidade pessoas lidando com essas condições sem que a gente perceba, mas também pelo fato de que temas relacionados à saúde mental ainda são negligenciados - seja por não falarmos a respeito e até por não haver investimento suficiente na saúde pública para tratar do assunto. O Atlas da Saúde Mental 2017 da Organização Mundial de Saúde mostra que, de forma geral, em todos os países, faltam investimentos em saúde mental. Em localidades de renda baixa e média, como o Brasil, os gastos governamentais não chegam a 1 dólar per capita.

 

Fonte: Minha Vida

Edição: Marcelo Fontenele

A diferença entre fisioterapia convencional e fisioterapia clínica

A fisioterapia convencional

A fisioterapia convencional é aquela que utiliza recursos generalistas e básicos no atendimento ao paciente, como o Tens, Ultrassom e Ondas Curtas, com poucos exercícios manuais e sem diferenciar os subgrupos de origem de dor. De modo genérico, todos são tratados com os mesmos recursos, mesmo que a origem ou o tipo de dor seja diferente. É importante que os planos de saúde passem a acatar as consultas, solicitações de exames e indicações terapêuticas de fisioterapeutas. Isto ocorre ao arrepio dos interesses sociais, aliado à política remueratória defasada, dificulta a população de receber uma atenção mais resolutiva. Tal prática obriga um grande numero de profissionais a administrar uma multiplicidade de pacientes em atendimentos simultâneos, o que leva à desassistência e ao descrédito. Some-se ainda ao desrespeito das operadoras ao acatamento das prescrições fisioterapêuticas, prestação e remuneração de de consultas e solicitação de exames complementares necessários à elaboração do diagnóstico cinesiológico funcional de cada paciente/cliente.

A fisioterapia clínica

O enfoque de Fisioterapia Clínica visa desenvolver/administrar os conhecimentos diagnósticos, propedêuticos e terapêuticos de forma articulada, favorecendo o estabelecimento de uma prática profissional autônoma, com alta resolutividade, propiciando o melhor resultado no menor prazo possível, na atenção ao paciente/cliente. A prática profissional nos moldes da Fisioterapia Clínica é praticada hoje por uma elite de profissionais fisioterapeutas no Brasil, que fugiram do lugar comum e especializaram-se e adquiriram competências clínicas assistenciais mais complexas e avançadas, sobretudo em outros países. Destacamos a necessidade de implantar-se os avanços tecnológicos, desenvolver procedimentos  de emergência e reanimação em UTIs, serviços de emergência, clínicas e consultórios, realização de exames complementares, tais como baropodometria, ultra-sonografia cinesiológica e outros. Trata-se pois do exercício profissional em bases de plena autonomia, com a obtenção de resultados assistenciais expressivos dentro da ética e dos princíos das boas práticas profissionais.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Fisioterapia
Edição: Marcelo Fontenele

Secretaria de Saúde do Maranhão anuncia concurso

A Secretaria Estadual da Saúde do Maranhão  pretende divulgar, ainda no decorrer de outubro, o edital de seu novo concurso público, anunciado em 21 de junho, para o preenchimento de mil vagas, em diversos cargos. O secretário da saúde, Carlos Lula, ressaltou, na ocasião,  que o concurso contará com oportunidades para todas as áreas de atuação, incluindo cargos como médico, administrador hospitalar, enfermeiro e fisioterapeuta.  A aplicação das provas está prevista para o início de 2018. Este será o primeiro concurso público da pasta há mais de 20 anos. 

10 benefícios do vinho para a saúde

1. Um escudo natural
Segundo pesquisas da Sociedade Europeia de Cardiologia, basta uma taça diária para diminuir em pelo menos 11% o risco de infecção por bactérias que causam uma série de doenças, como úlceras, gastrites, infecções e muitos tipos de câncer. Isso sem falar que o vinho é o único que não afeta o sistema imune!

 

2. Boa nova para os ossos e veias: adeus dorzinhas, adeus varizes

De acordo com estudos de universidades americanas e suecas, beber moderadamente, principalmente em idades mais maduras (a partir dos 40), fortalece os ossos, veias e artérias, prevenindo muitos problemas que podem surgir no futuro (como osteoporose e varizes).

 

3. Gravidez à vista
Muitos casais talvez nunca tiveram este problema, mas às vezes, engravidar não é assim tão simples. Isso se deve a uma série de características do organismo feminino que podem fazer uma gravidez demorar até um ou dois anos para chegar. Do mesmo jeito que não se sabe por que isso acontece, o Centro de Ciência Epidemiológica Dinamarquês, após um levantamento enorme, constatou que beber vinho regularmente diminuiu quase um terço do tempo de espera entre 30 mil mulheres estudadas.

 

4. Engorda ou não engorda?
A resposta pode parecer triste, mas engorda, sim. Porém, tudo na vida engorda, só água e chá verde que não (e olhe lá!). Mas fique tranquilo, há mais pontos positivos do que negativos nisso tudo. Dentre todas as bebidas alcoólicas, o vinho é que tem menos calorias, se bebido moderadamente, claro, e considerando a dosagem. Por exemplo, se comparar um copo de cerveja com a mesma quantidade de vinho, o vinho será mais calórico. Isto porque o teor alcoólico dele é mais alto. Por outro lado, se comparar a mesma dosagem de vinho e destilado, o destilado será mais calórico.O que engorda no vinho é, na verdade, o açúcar que não se transforma em álcool durante a fermentação (chamado de açúcar residual). Os vinhos de sobremesa, é claro, saem em disparada quando o assunto é esse tal açúcar, seguido pelos espumantes Moscatel. Ah, isso sem falar nos espumantes demi-sec e doux, que são mais açucarados que os brut, extra-brut e nature.

 

5. Calma, menino

Segundo a escola de medicina da Universidade de Boston, beber com moderação leva a resultados melhores em testes de habilidade, emoção, mobilidade (olha só que interessante) capacidade de entender na meia-idade... Seria isso paciência?

 

6. Calce os tênis de atleta
O resveratrol, a famosa substância saudável dos taninos, é a “whey protein” do coração, além de trazer um benefício a mais para pessoas com tendência a ter diabetes. Experimentos de laboratório da Universidade de Alberta, no Canadá, descobriram que duas taças de vinho por dia aumentam o colesterol bom e diminuem o ruim. Mas não basta beber e esperar suas glórias – para o efeito funcionar, é preciso se mexer, caminhar e fazer exercícios.

 

7. Não está enxergando?

Pois é, a idade vem chegando, e algumas coisas vão indo – a visão é uma delas. Começamos a usar óculos, apertar os olhos, não ler de longe... Mas dá para fazer as marcas da idade chegarem um pouco mais tarde. De acordo com estudos do Departamento de Oftalmologia da Universidade de Udine, o vinho é a única (a única!) bebida capaz disso. Beber moderadamente por anos deixa mais lenta a degeneração da retina e ainda previne os riscos de cegueira.

 

8. Guarde na memória
Não se lembra da data de casamento, mas lembra direitinho o nome, safra e uva daquele vinho que adorou anos atrás? Tem explicação: o vinho ajuda a preservar a memória mesmo na terceira idade. De acordo com o setor médico da Universidade do Arizona, isso acontece porque o vinho previne o sangue de coagular e reduz a inflamação dos vasos, ambos relacionados ao declínio de memória.

 

9. O remédio do dia seguinte
Quem gosta de vinho gosta de comida, é fato. Quem gosta de comida, pelo menos uma vez na vida, já sofreu com uma intoxicação alimentar, isso também é fato. A cura? Tomar sopa, comer arroz com legumes, muita água... Tudo isso por muitos dias. Uma coisa que os médicos deveriam recomendar também é uma taça de vinho por dia – segundo um estudo da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Porto, ela praticamente mata a bactéria responsável pela intoxicação e deixa muito mais rápida a recuperação.

 

10. Aumenta o desejo e a satisfação sexual
Uma pesquisa publicada no The Journal of Sexual Medicine, realizada com 800 mulheres italianas, concluiu que quem consome duas taças de vinho por dia apresenta aumento no nível de desejo e satisfação sexual. Isto acontece porque os compostos do vinho tinto aumentam o fluxo de sangue em áreas específicas do corpo.

 

Um ponto ruim...
Nem tudo é tão bom assim. Homens, sinto lhes dizer, mas ao mesmo tempo em que as substâncias do vinho dilatam e fortalecem os vasos sanguíneos, o que faz muito bem para a nossa circulação, quem sofre são os vasos, digamos, mais íntimos. Acontece que o sangue não precisa fazer uma pressão tão grande quanto normalmente, e isso resulta em menos ereção e performance sexual...


Fonte: Sonoma

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