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Lei torna o Piauí competitivo na busca por novas empresas, diz superintendente

O Piauí tem feito diversas ações para tentar atrair empresas e alavancar o setor da indústria. Uma dessas medidas é a própria lei de incentivo fiscal, que é capaz de se adaptar a lei de qualquer outro estado, tornando o Piauí competitivo na busca por investimentos.

"Fiquei surpreso com a lei de incentivo fiscal, que tem muita capacidade de adaptação. Nós temos capacidade de nos adaptar a lei de qualquer estado, ao incentivo que a empresa tem em qualquer estado. A empresa está chegando no Piauí e ela quer incentivo, aí perguntamos qual incentivo ela tem no outro estado, e poderemos aderir a esse incentivo", afirma o superintendente estadual de atração de investimentos, Ulysses Moraes. Ele foi entrevistado no 2º programa da séria Viva Piauí que Trabalha, exibido nesta terça-feira (15) pela TV Cidade Verde.

Para o superintende, se não tiver "guerra" fiscal não tem investimentos. "Se não tiver essa guerra fiscal nós não vamos conseguir nada. As empresas vão procurar outros locais. Temos que buscar dar os incentivos e melhorar mais", destacou.

Segundo Ulysses Moraes, muito ainda precisa ser feito para que novas empresas surjam no estado.

Foto: Yasmim Cunha

"Temos que fazer um trabalho junto ao governo, as prefeituras, aos cartórios, tudo que diz respeito a abertura e fechamento de empresas. Tudo isso tem a ver com o ambiente de negócio. É o primeiro passo do desafio de diminuir o tamanho do estado e aumentar o tamanho do setor privado, em especial ao setor da indústria, que precisa de mais apoio", explicou, ressaltando que informações positivas do estado precisam ser disseminadas.

"Temos que acreditar no Piauí e divulgar as informações para que as pessoas não pensem que estamos em um beco sem saída", finalizou.

Hérlon Moraes
herlonmoraes@cidadeverde.com

Estudo mostra que o Piauí destina 7,8 milhões de hectares para preservação

Um estudo divulgado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) revelou que os agricultores do Piauí destinam até 7,8 milhões de hectares para a preservação ambiental. O levantamento inédito, chamado de Análise Territorial do Cadastro Ambiental Rural (CAR), foi encomendado pela Aprosoja. 

“A gente fez um estudo, levando em consideração o cadastro ambiental rural, que é um cadastro feito com cinco metros de resolução espacial. É um cadastro muito detalhado e praticamente todos os agricultores do Piauí já realizaram. Ele indica que no Piauí os agricultores já destinam 7,8 milhões de hectares em prol do meio ambiente”, informa Gustavo Spadotti, analista da Embrapa Territorial.

Segundo Spadotti, os dados mostram um fato único na agricultura, onde se preserva mais do que se produz.

“São terras que eles abriram mão de produzir e destinaram para a preservação. Quando a gente compara isso com o que os piauienses produzem realmente, que é 1,6 milhão de hectares, a gente vê que para cada um hectare que o agricultor piauiense produz, ele destina outros 5 hectares em prol do meio ambiente. Isso é um fato único dentro da agricultura”, detalha, ressaltando que a balança entre produzir e preservar no Piauí está muito bem equilibrada.

“Hoje o Piauí vai muito além da lei, que exige percentuais de 20% de preservação, no estado esse número ultrapassa 60%”, destaca.

Hérlon Moraes
herlonmoraes@cidadeverde.com

Produção de grãos gera até 300 mil empregos dentro e fora do Piauí, diz Aprosoja

Foto: Yasmim Cunha

O Piauí produziu em 2018, 4,2 milhões de toneladas de grãos, gerando mais de 300 mil empregos diretos, indiretos e induzidos dentro e fora do estado. Isso graças, por exemplo, às indústrias de máquinas, insumos. O destaque do setor foi um dos assuntos abordados pelo primeiro programa da série Viva Piauí que Trabalha, exibido nesta segunda-feira (14) pela TV Cidade Verde. Para Rafael Maschio, diretor executivo da Associação dos Produtores de Soja do Piauí (Aprosoja), a receita com a produção ultrapassa os 4 bilhões de reais.

“O Piauí, como é muito dito, é a nova fronteira agrícola, então ainda tem muito a desenvolver nessa área do setor agropecuário, especificamente da agricultura e cultivo de grãos nos cerrados. Os mais de 4 milhões de toneladas de grãos geram mais de 4,5 bilhões em receitas para o estado. Essa receita bruta do setor agropecuário gera dentro e fora da porteira, mais de 300 mil empregos entre diretos, indiretos e induzidos”, afirmou o diretor em entrevista à TV Cidade Verde.

De acordo com Maschio, o Piauí cultiva hoje algo em torno de 1,5 milhão de hectares, sendo que aproximadamente 1 milhão se concentra na região do cerrado. “Isso num estado que possui mais de 25 milhões de hectares. Hoje, a gente ocupa aí cerca de 6%, 7% da área do estado”, ressalta.


Rafael Maschio, diretor executivo da Associação dos Produtores de Soja do Piauí (Aprosoja)

Recentemente, uma pesquisa divulgada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) revelou que o Piauí possui cerca de 1,7 milhão de hectares plantados para 7,8 milhões de hectares preservados. A média, de acordo com os especialistas, aponta para uma inversão positiva ao que exige o Código Florestal, que prevê a preservação de 20% da área usada para o plantio. O levantamento inédito, chamado de Análise Territorial do Cadastro Ambiental Rural (CAR), foi encomendado pela Aprosoja. No Piauí, de acordo com os produtores, o percentual aponta para a preservação de cerca de 80% da área diante de 20% usados na produção.

“Isso é uma preocupação de todo produtor. O produtor é quem mais dependente do meio ambiente para ter a sua atividade viabilizada. A gente tem uma estimativa que 2,5 milhões de hectares estejam disponíveis para o cultivo nos padrões de tecnologia usados atualmente. A mesorregião sudoeste do Piauí possui aproximadamente 10 milhões de hectares e está cultivando grãos em 1%”, disse o diretor, reforçando que a desinformação sobre o agronegócio ainda é evidente.

“Esse estudo mostra o que se produz e se preserva no estado. O grande problema que se tem nesse ponto é a desinformação. Os 224 municípios foram detalhados nesse estudo”, afirma.

Regularização de terras

Outro problema histórico enfrentado pelos produtores é sobre a posse da terra, o que, muitas vezes, trava investimentos.

“A falta de segurança jurídica é o principal gargalo para o incremento ainda maior da produção agrícola do estado. O produtor que não tem uma segurança no título de propriedade de terra para usar aquilo como garantia e levantar recursos para se investir, acaba dificultando. Ainda temos esse problema sério de questionamento das propriedades privadas do Piaui. O embate entre terra devoluta do estado e terra particular: estamos passando há muito tempo esse problema. Agora chegamos a um entendimento mais próximo do que a gente chancela, que é a garantia do direito à propriedade do produtor rural de boa fé, que chegou há 20, 30 anos, adquiriu suas terras, fez investimentos, valorizou a região e tem gerado riqueza”, finalizou.

 

Hérlon Moraes
herlonmoraes@cidadeverde.com

Viva Piauí: 1ª programa mostra nova era do agronegócio e preservação ambiental

O primeiro programa especial do Viva Piauí Que Trabalha foi ao ar nesta segunda (14) e destacou os avanços do agronegócio no Piauí.  Os telespectadores acompanharam a evolução dos últimos 30 anos; dentre os destaques está o uso da tecnologia e a modernização dos processos, que fez da produção de grãos um dos principais mercados de exportação do estado.  Acompanhe  o programa nos vídeos e no CVPlay. 

Há 30 anos, a expectativa da produção agrícola no Piauí era chegar a um milhão de toneladas. Hoje, a produção confirmada para o próximo ano agrícola (2019/2020) é de 4,3 milhões de toneladas.  A soja piauiense é o carro-chefe da produção e muitas multinacionais estão com os olhos voltados para o Piauí.  O algodão e o milho também são personagens importantes neste crescimento. 

Modernas máquinas, o melhor manejo do solo, uso de energia limpa, reaproveitamento da água, técnicas de combate pragas e de prevenção a doenças das lavouras são alguns dos elementos essenciais para que o estado tenha safras recordes. O Programa visitou diversas cadeiras produtivas 
 




O cerrado piauiense transformou o cenário do agronegócio, não apenas para a economia, mas também na questão social, pois gera, atualmente, mais de 150 mil empregos direitos e indiretos na região.  

O programa  destacou o campi da Universidade Federal do Piauí em Bom Jesus, pois, a grande presença de professores doutores foi fundamental para a criação do primeiro doutorado em Ciências Agrárias do Piauí, fora da capital. Isso amplia ainda mais o desenvolvimento educacional e socioeconômico da região.

Os tabuleiros litorâneos, a exportação de frutas orgânicas e a agricultura familiar também estiveram presentes no Espeical Viva Piauí Que Trabalha. . O agronegócio traz constantes evoluçõs para o Piauí e com suporte tecnológico, conhecimento e respeito ao meio ambiente poderá evoluir ainda mais.

 

 

 

 

Viva Piauí que Trabalha inicia hoje com série; Elivaldo Barbosa relembra fatos históricos

Fotos: Roberta Aline

Chico Lobo, Clayton Riedel e Elivaldo Barbosa

A TV Cidade Verde inicia nesta segunda-feira (14) uma série de reportagens que vai homenagear o estado com uma edição especial no programa Viva Piauí Que Trabalha. Durante a semana, serão veiculadas reportagens marcantes que também vão lembrar os 30 anos do Piauí que Trabalha.

No dia 19 será comemorado o 197º aniversário de adesão do Piauí à Independência do Brasil e no sábado terá um programa especial com apresentação de Elivaldo Barbosa e Joelson Giordani.  

Há quase 30 anos à frente do programa, o jornalista Elivaldo Barbosa relembra fatos que marcaram sua carreira no programa. Uma delas, em 2004 no Sul do estado, na região onde nasce o maior rio genuinamente Nordestino, o Rio Parnaíba. 

“A gente sempre falava das nascentes, mas até então nunca tínhamos ido lá. Foi uma viagem de difícil de acesso. Construímos até uma ponte para chegar lá. Apesar de poucos registros fotográficos, os arquivos da TV conseguiram capturar imagens belíssimas”, relembra Elivaldo.  

A reportagem com as nascentes do Rio Parnaíba em Santa Filomena é umas das que serão veiculadas no programa especial. 

Outra experiência que Elivaldo guarda com honra na sua carreira de repórter foi no Norte do Piauí, quando o jornalista enfrentou centenas de quilômetros a cavalo da capital ao litoral do estado. 

“Foi uma cavalgada de superação. Nunca imaginei que pudesse voltar às origens até da colonização do estado, porque o estado foi colonizado com a pecuária, e no percurso encontramos muitos vaqueiros e fazendas de criação. Fui de Teresina até Parnaíba, em um grupo de 70 pessoas. É algo que levo no meu currículo”, brinca Elivaldo.


Elivaldo ao lado do repórter cinematográfico Chico Lobo e equipe do Piauí Que Trabalha.

 

Estradas e energia elétrica

Após décadas percorrendo o território do Piauí de Norte à Sul, Elivaldo relata mudanças significativas pelas quais o estado passou nos últimos anos. Quem só conhece o Piauí de hoje acharia estranho vivenciar o estado há 30 anos.

 “Uma mudança acentuada. Quando começamos, para fazermos uma reportagem em Uruçuí ou Santa Filomena, por exemplo, nós teríamos que rodar mais pelo estado do Maranhão do que pelo Piauí. O Maranhão era o acesso principal para muitos municípios piauiense. Hoje temos bons acessos, apesar de ainda haver muito o que melhorar”, relembra.

Outro ponto lembrado pelo jornalista diz respeito o acesso a energia. Antigamente, boa parte dos municípios não possuía acesso a energia elétrica, algo que se transformou a realidade de muitas localidades com a chegada do fornecimento.


Foto: Elivaldobarbosa/Instagram

Agronegócio

Na área da produção de soja, Elivaldo Barbosa assinala que o Piauí mudou “da água para o vinho”. Repórter que registrou as primeiras safras nos cerrados do estado e que acompanha de perto o desenrolar de novos investimentos do setor, ele relembra com orgulho o crescimento do agronegócio no estado. 

“O Piauí até 1990-91 começava a colher as primeiras safras de soja, uma soja ainda pouco produtiva, com problemas de adaptação. Hoje, o Piauí está na era dos transgênicos, produzindo soja e milho com produtividades acima da média nacional. Isso mostra que o estado tem um agronegócio competitivo, rentável e ainda em evolução com condições de superar já o Maranhão e ficar atrás, por questões até de dimensão territorial, da Bahia, apenas”.

No início da década de 1990, o Piauí chegava a quase um milhão de toneladas de grãos. Hoje são cerca 4,3 milhões de toneladas em crescimento, fazendo o estado sair da agricultura rudimentar, de subsistência, para a atração de investidores de outras regiões. 

Turismo

Na região Norte do Piauí, o que marca o jornalista é o crescimento do turismo. “O Piauí já é conhecido mundialmente e já atrai turistas de todo o mundo. Isso mostra que o nosso estado evolui muito, não parou no tempo. Isso se deve a força do empreendedorismo e aos investimentos públicos, tanto dos municípios como dos governos estaduais que geriram o estado”, avalia. 

Agrônomo e jornalista

A afinidade de Elivaldo Barbosa com o meio de produção agropecuário vem de sua primeira formação. Formado também em engenharia Agronômica, o jornalista já trabalhou como consultor do Piauí Rural e como bolsista no Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

“A formação ajuda muito no Piauí que Trabalha em muitas matérias aplicadas ao agronegócio, à agricultura, à pecuária”, garante.

Sua experiência na área da agronomia abriu caminhos no início da sua carreira como jornalista. Elivaldo trabalhou na primeira equipe na Rádio Antares, como produtor no programa Flor do Campo, em frequência AM voltado para o público rural.

Com passagem também pelo impresso, Elivaldo escreveu páginas rurais no Jornal da Manhã,antes de ingressar na TV  Pioneira, hoje TV Cidade Verde de onde permanece há 30 anos.

 

Política

Referência também no jornalismo político piauiense, Elivaldo foi ligado com a área desde sua formação acadêmica, quando militou no movimento estudantil e chegou a ser presidente do Diretório Central de Estudantes da Ufpi.

“Sempre gostei muito de política, achava até que poderia ingressar na política partidária, ser candidato, mas achei melhor cobrir a política, faço isso com muita facilidade até”, revela.

A carreira na política começou quando passou a ser escalado para substituir jornalistas de renome como Luiz Carlos Maranhão, Chico Viana e o Gilberto Melo. 

Questionado sobre qual área ele tem mais preferência, Elivando é sincero ao revelar paixão pelas duas áreas. “Acabei me consolidando profissionalmente nessa parte da política e na economia, no agronegócio. Nem penso em deixar um em detrimento do outro. Procuro sempre integrá-los”.

 

Valmir Macêdo
valmirmacedo@cidadeverde.com

Revista Cidade Verde tem edição especial sobre o "Piauí Que Trabalha"

A Revista Cidade Verde destaca o "Piauí que Trabalha" na edição especial de comemoração ao Dia do Piauí, que já está nas bancas.  As reportagens revelam os números e as conquistas da produção piauiense ao longo das três últimas décadas.

Dentre os destaques: os avanços na tecnologia da agropecuária, a expansão das energias solar e eólica, a ampliação na produção de grãos,  a expansão da piscicultura e as conquistas da economia de negócios. 

Por falar em economia, as Páginas Verde traz uma interessante entrevista com o consultor financeiro, Thiago Nigro. Ele é autor do livro "Do mil ao Milhão - sem cortar o cafezinho", tornou-se milionário aos 28 anos de idade e possui um dos canais de Youtube mais visitados do país, o "O Primo Rico". 

Esta edição, que chega ao número 222, também é uma homenagem mais que merecedora ao programa "Piauí Que Trabalha", da TV Cidade Verde, que mostra a boa imagem do estado na produção de riquezas e completa 30 anos de exibição em 2019. O Perfil, por Péricles Mendel, é com o jornalista Elivaldo Barbosa, que comanda o programa desde a sua criação. 

 E, neste mês de outubro, outro aniversário é ressaltado nesta edição: o jornalista Zózimo Tavares faz um resgate histórico dos 30 anos da Constituição do Piauí, promulgada um ano depois da Constituição Brasileira de 1988. 

A Revista Cidade Verde agora tem versão digital. Por apenas 6 parcelas de R$ 15 você tem acesso a uma assinatura permanente e também a todo o acervo das edições passadas, mas a promoção é por tempo limitado. 


Da Redação
redacao@cidadeverde.com 

Usina de biodiesel será reativada em Floriano e deve gerar quase 400 empregos

Foto: Divulgação / CCOM

 

Está prestes a ser reativada no Piauí a usina de biodiesel de Floriano, cidade a 247 quilômetros de Teresina. Com investimentos de aproximadamente R$ 60 milhões, as operações já devem começar no mês de novembro deste ano.  A inauguração está marcada para o final de outubro e a expectativa é que a usina produza 250 mil litros de biodiesel por dia - cerca de 90 milhões de litros por ano. O faturamento previsto é de R$ 400 milhões por ano.

Controlada pela Brasil Ecodiesel, a usina havia funcionado até abril de 2009, quando foi desativada. O empreendimento foi um dos pioneiros no setor e produziu 43,6 milhões de litros do combustível. Com seu fechamento, o governo buscou atrair novos investidores para solucionar o "gargalo" que ficou na economia do Estado. 

Agora, a usina será controlada pela empresa Unibras e já está habilitada para participar do 69º Leilão de Biodiesel, no final deste ano.  Instalada numa área de 10 hectares, inicialmente a usina deve gerar 70 empregos diretos e mais de 300 indiretos. Além disso, a indústria deve incentivar o aumento da produção de soja no Piauí, já que vai usar o grão como a matéria-prima principal - o biodiesel será produzido através do esmagamento da soja.

Segundo o superintendente do Desenvolvimento Econômico no Estado, Ulysses Moraes, a usina poderá, futuramente, reduzir o preço do diesel no Piauí. "Essa usina vai ser um incentivo, uma oportunidade para os produtores de soja e também poderá reduzir o preço do diesel, porque se a empresa produz no Piauí, poderá fornecer para o Estado", reforça.

Para o governo, a instalação da usina de Floriano representa a fixação do homem no campo e vai fazer circular no Piauí novo dinheiro, novas frentes de trabalho e novas tecnologias. 

Foto: Divulgação / CCOM

Jordana Cury
jordanacury@cidadeverde.com

 

TV Cidade Verde faz homenagem ao Piauí com série de reportagens e especial


De 14 a 18 de outubro, os telespectadores vão acompanhar uma série de reportagens especiais sobre o "Viva Piauí Que Trabalha", que mostrará as grandezas e as potencialidades do estado. 

O especial faz uma homenagem ao Dia do Piauí e aos 30 anos do programa na TV Cidade Verde. No sábado, dia 19, haverá um programa especial apresentado por Joelson Giordani e Elivaldo Barbosa. 

O jornalista Elivaldo Barbosa, que ao longo das últimas três décadas conheceu histórias interessantes do pequeno ao grande produtor, mais uma vez, acompanhado dos demais jornalistas da casa, mostrará as atividades em expansão no estado e que ajudam a melhorar o desenvolvimento econômico e social nos 224 municípios piauienses.

 

Há 30 anos o mel do Piauí abria caminhos para o mercado internacional; assista vídeo


No mês que se comemora o Dia do Piauí, a TV Cidade Verde relembra fatos marcantes para a agricultura do estado. Entre eles, a cadeia produtiva do mel, do caju e da cera de carnaúba. Há 30 anos, o mel do Piauí abria caminhos para o mercado internacional. 

O jornalista Elivaldo Barbosa acompanhou isso de perto. Ele cita como destaque a apicultura, a produção de mel no Piauí, que hoje é exportada para outros países, principalmente europeus, devido a qualidade do produto por ser orgânico. Essa produção acontece com maior predominância nos municípios do semi-árido, em especial Picos e Simplício Mendes, e está em ascensão no município de Piripiri, ao Norte do estado.

Outra cadeia produtiva em evidência no Piauí Que Trabalha é a do caju, que também conquistou o mercado internacional. As cooperativas e associações ganharam notoriedade com a exportação de produtos com alto valor agregado. 

Já o produto que historicamente tem marcado presença no Piauí é a cera de carnaúba, que foi o principal produto de exportação do estado durante muitos anos. Hoje, ela perde para a soja no volume de produção, mas continua firme na produção no campo e do extrativismo vegetal.

Esse é um pouco do Piauí que os telespectadores poderão conhecer no Viva Piauí Que Trabalha na TV Cidade Verde, a partir do dia 14 de outubro de 2019, às 13h30. No sábado, dia 19 de outubro, haverá um programa especial a partir do meio-dia.

 

Carlienne Carpaso
carliene@cidadeverde.com 

Imagens dos cerrados na década de 80 mostra vigor do agronegócio no Piauí


Curiosidades e transformações na história do agronegócio no estado são resgatados pela TV Cidade Verde no mês que se comemora o dia do Piauí (19 de outubro). 

Com imagens das primeiras colheitas no cerrado piauiense na década de 80, o jornalista Elivaldo Barbosa mostra pujança do setor para o agronegócios. 

Elivaldo Barbosa adianta que os registros trazem um marco na história do estado. “A virada de página, eu costumo dizer, do agronegócio. O Piauí sai de uma agricultura rudimentar, de um sonho inalcançável para a época para 1 milhão de toneladas de grãos”, disse.

Chamada na época de Portal dos Cerrados, Bertolínia é mostrada há mais de 20 anos no início da chegada de grandes investimentos na área de plantio de grãos. 

Entrevistados da época como o ex-governador Freitas Neto, dão depoimentos 30 anos depois e comentam sobre as transformações e expectativas geradas na época.  


Valmir Macêdo
redacao@cidadeverde.com

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