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Teresina terá a 1ª casa com órgãos integrados para atender mulher vítima de violência

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A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Cristiane Britto, lançou nesta sexta-feira (24) a pedra fundamental para o início da construção da primeira Casa da Mulher Brasileira em Teresina. Na solenidade, ela anunciou a construção de mais duas unidade no estado.

A casa em Teresina, que irá funcionar na antiga sede do Serviço Social da Indústria (SESI) na zona Norte da capital, oferecerá um espaço especializado com serviços de vários órgãos de atendimento de mulheres em situação de vulnerabilidade e vítimas de violência.

“Será um local onde a mulher vai chegar e vai receber auxílio do poder judiciário, de delegacia especializada, capacitação, assistência social, brinquedoteca e atendimento humanizado para os filhos. Um local para mulher chegar, onde não precisa peregrinar pelos órgãos buscando ajuda para sair do sufoco da violência”, explicou a ministra.

Ao todo, serão investidos cerca de R$ 5,4 milhões com recursos obtidos por meio do Governo Federal, captados pela Secretaria Municipal de Planejamento (Semplan) através da Secretaria Executiva de Captação de Recursos e Monitoramento (Secrem). O prazo de conclusão da obra é de 12 meses.

A área para construção da estrutura foi cedida pela Prefeitura de Teresina, que será responsável pela execução da obra e administração da unidade.“Aqui será o local para cuidar de mulheres vulneráveis e outros tipos de agressões”, lembrou o prefeito Dr. Pessoa.

Além de Teresina, a ministra anunciou ainda a construção de mais duas Casas da Mulher no Piauí, uma em São Raimundo Nonato e outra na cidade de Picos. Segundo ela, apesar do estado contar com uma rede de apoio de excelência, ainda sofre com altos índices de violência contra a mulher.

“Aqui infelizmente as mulheres amarguram esse ciclo de violência por décadas. Não se sabe por que a rede funciona muito bem, mas a violência só aumenta, então teremos essa rede funcionando em um único espaço, que também vai poder compreender o que que tem acontecido e como podemos melhorar as nossas politicas públicas pra salvar essas mulheres”, avaliou Cristiane Britto.

Breno Moreno
[email protected]

 

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