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Diversidade

Literatura em Cena - Letras da Diversidade - Artigos 2021

Chamada para submissão de artigos – 15 a 28 de junho de 2021

A AVANT GARDE EDIÇÕES, editora que, reconhecidamente, publica obras sobre a temática das identidades e da diversidade cultural, em parceria com o Grupo Matizes, comunicam que se encontra aberta a chamada para submissão de artigos acadêmicos que comporão a obra “Letras da Diversidade – Artigos 2021”. O objetivo é dar visibilidade às investigações acadêmicas que abordam temas sobre LGBTQI+ no contexto piauiense. Cabe às editoras registrar e tornar público esses artigos, que costumam congregar um conjunto de conhecimentos capazes de explicitar as relações de poder que permeiam as formações sociais e políticas, bem como podem fomentar novas políticas públicas. Em momentos como este, marcado pelo crescimento do conservadorismo, com visíveis retrocessos às conquistas no campo dos direitos humanos faz-se necessário manter viva a discussão sobre os direitos de grupos socialmente inferiorizados e a defesa desses direitos.

Desta forma, o Grupo Matizes, com apoio da Lei Aldir Blanc/Maria da Inglaterra/SECULT-PI, e a Avant Garde Edições, constituem uma Curadoria composta por mestres, doutoras e doutores de Instituições de Ensino Superior para ANÁLISE de ARTIGOS ACADÊMICOS, resultado de pesquisas sobre políticas públicas e direitos da população LGBTQI+ no Piauí.

A seleção dos artigos observará os seguintes critérios:

I) As autoras e autores, na qualidade de titulares dos direitos autorais do(s) texto(s) enviado(s) para submissão, nos termos da Lei 9.610/98, estão cientes que o envio implica na cessão de direitos autorais de publicação impressa e/ou digital aos editores, para fins da publicação, no livro “Letras da Diversidade – Artigos”, autorizando, ainda, que o(s) trabalho(s) científico(s) aprovado(s) seja(m) divulgado(s) gratuitamente, sem qualquer tipo de ressarcimento a título de direitos autorais, para fins de leitura e impressão e/ou download do arquivo do texto, a partir da data de aceitação para publicação. Portanto, ao procederem a submissão do(s) artigo(s) para publicação no livro acima citado as(os) pesquisadoras (es) têm plena ciência de que não serão remunerados pela publicação. A editora repassará para as (os) pesquisadoras (es) selecionadas (os) 03 (três) exemplares da obra.

II) O texto deve ter a seguinte formatação: o artigo deve conter no mínimo 09 (nove) e máximo de 12 (doze) laudas. Editor Word, fonte Arial, tamanho 12 e espaço entre linhas 1,5, alinhamento justificado. Os textos deverão apresentar o seguinte padrão: título em caixa alta, subtítulo em letra normal; nome do autor(a) seguido da titulação, vínculo institucional (se houver) e e-mail; sem resumo. • O texto deve ter passado por rigorosa revisão ortográfica e gramatical. Caso contrário, o Conselho Editorial poderá rejeitá-lo. • O texto deve ser configurado em 3 cm (superior e esquerda) e 2 cm (inferior e direita). • Citações diretas com mais de 3 linhas devem ser destacadas, com recuo de 4cm, sem aspas e fonte 11. • As referências bibliográficas devem vir no corpo do texto, seguindo o sistema autor-data. Exemplos: (PEREIRA, 2020, p. 15); (PEREIRA, 2020, p. 15-16). • As notas de rodapé devem ter caráter estritamente explicativo, numeradas consecutivamente em algarismos arábicos. As notas aparecem ao fim de cada página, em fonte normal Timer New Roman, tamanho 10, espaço entre linhas simples, justificadas. • Ao fim do texto, devem ser listadas as referências bibliográficas completas em ordem alfabética. Devem ser listadas apenas as referências utilizadas no texto. • As referências das fontes documentais devem ser informadas de maneira integral, tanto em notas de rodapé, quanto em uma lista no final do artigo.

III) Curadoria:

1. Ana Kelma Gallas – Doutoranda em Políticas Públicas (UFPI), Professora do Centro Universitário Santo Agostinho, Escritora;

2. Francisco Oliveira Barro Júnior – Doutor em Ciências Sociais (PUC – SP), Professor da UFPI;

3. Ruan Nunes Silva – Doutor em Estudos de Literatura (UFF) e Professor da UESPI;

4. Marleide Lins de Albuquerque – Editora (AVANT GARDE EDIÇÕES), Escritora, Pesquisadora.

INSCRIÇÕES: enviar o artigo e, em documento anexo, nome completo, endereço, telefone e CPF, para os endereços: [email protected] / [email protected]

Comunidade Boa Esperança lança Museu Virtual: memória, lutas e ReXistência

Pedaços de histórias, fragmentos de memórias, imagens, símbolos, formas de tijolo, telhas, pedaços de barros, bicicletas. Cada peça conta uma história e cada história se liga a outra formando um mosaico rico na paisagem da zona norte de Teresina. Como forma de manter vivas as suas táticas de reExistências, a comunidade da Boa Esperança lança o Museu Virtual, se agregando ao museu físico e itinerante que já existe na localidade. O lançamento da plataforma aconteceu neste sábado, 05 de junho, às 18h, no youtube e facebook.

Além de uma ferramenta de luta, o Museu Virtual da Boa Esperança é resultado da construção coletiva dos próprios moradores da região. A partir do esforço e contribuição deles foi possível a construção do acervo do Museu com objetos, ferramentas de trabalho, símbolos da cultura e da arte dos povos e comunidades tradicionais da região das Lagoas do Norte.

O Museu surge dentro de um movimento ativo de resgate da memória coletiva, de fortalecimento das raízes e das culturas comunitárias atingidas e ameaçadas de remoção pelo Programa Lagoas do Norte (programa da Prefeitura de Teresina patrocinado pelo Banco Mundial). Esta ação se contrapõe à história oficial contada de Teresina, que não  preservou ou narrou a memória de seus povos e comunidades tradicionais, população negra, indígena e empobrecida que construíram esta cidade. Também é uma forma de dizer que a riqueza das lagoas do norte são seus moradores que se negam a deixar suas casas e modos de vida por conta de um projeto desenvolvimentista.

O Museu Virtual da Boa Esperança tem importância ímpar pois se propõe, na construção coletiva, em contar as histórias e memórias coletivas dos vazanteiros, rezadeiras, pescadores, oleiros e ceramistas, bordadeiras e antigos vaqueiros, descendentes das primeiras e primeiros a povoar a região que veio a originar Teresina.

 

O que tem no Museu?

No Museu da Resistência da Boa Esperança você encontra além de peças do museu físico (fotografias), também histórias de vida, produção audiovisual, notícias, produção acadêmica, poesias e cartas da comunidade.

A comunidade busca eternizar a vida e sua inalcançável riqueza cotidiana como forma de resistir contra o apagamento ou mesmo destruição de seus lugares de pertencimento. O Museu é dividido em editorias que buscam apresentar os cotidianos de luta desta comunidade que se autorreconhece como tradicional e quilombola. Neste caso, você vai encontrar as culturas do bumba meu boi, dos pescadores, oleiros (trabalhadores que usam o barro), vazanteiros, casas de santo, capoeira e tudo mais que reExiste e se reinventa na comunidade.

Citamos alguns artistas que contribuíram com o Museu, tais como Ronald Moura, Maurício Pokemon, Luciana Leite (LuRebordosa), Sergio Cadah com suas fotografias de afetos; Além de performances de Luzia Amélia e Lúcia Oliveira, dentre outros artevistas.

Como tudo na vida, o Museu está sempre em construção e reelaboração, neste caso, você pode ser um agente importante enviando materiais que conte a história deste lugar.

 

Parcerias: Juntando mão com mão

Organizado pelo Centro de Defesa Ferreira de Sousa, entidade comunitária, o museu se juntou a outros esforços de coletividades de luta na cidade. Desde o GEPP (Grupo de Estudos de Pedagogias Patrimoniais da UFPI, coordenado pela professora Jóina Borges), coletivo de comunicação OcorreDiário, estudantes do Coraje (Corpo de Assessoria Jurídica Estudantil da UESPI), esforços da tese de doutorado pelo Programa de Estudos da Mídia (PPGEM-UFRN), desenvolvido pela estudante Sarah F. Santos, dentre outros corpos que se juntam na caminhada, desde estudantes, professores, Artevistas e militantes pelo direito à cidade. Mas é válido destacar que a concretização desta ferramenta se deu com o financiamento da Fundação Perseu Abramo, o qual a comunidade concorreu por meio de edital de chamada pública.

Fonte: Ocorrediário

Bixanikas são contempladas pela Plataforma Latinidades Pretas 2021

Um trecho do espetáculo Bixanikas em Live Block da Unha de Gato vai compor a edição 2021 da plataforma de apresentações artísticas Latinidades Pretas. A trupe composta por Negro Val, Paulo Gomes e Vicente de Paula vai apresentar a marchinha de carnaval “Chuchu Beleza” que confronta padrões patriarcais e integra o show cênico musical bufobaphônico. O trio desenvolve repertório autoral experimental que mescla cultura popular e enaltecimento da cena LGBTQIA+ afinada com pautas antirracistas, sociais e ambientais.

A elegância do Cavalo Piancó, funks pocotós/proibidões, o pagode do Mimbó, cultura drag, vougue, sambas, danças, palhaçaria, bufonoria, marchinhas, raps e bossas pretas tecem os elos das Bixanikas, grupo cênico-musical que une experiências singulares multiartista de Negro Val, o artista cênico Paulo Gomes e a jornartista Vicente de Paula (Vince Vicentina). Há três anos têm realizado experimentos que resultam no show debochado, crítico e carnavalesco Bixanikas em Live Block da Unha de Gato montado diretamente do Casarão Cultural na Rua das Flores-Amarante/PI.

A edição Latinidades Pretas 2021 buscou propostas afinadas em combater a marginalização, discriminação e todo tipo de violência impetrada contra corpos e corpas de pessoas LGBTQIAP+. O edital de seleção frisa compromisso com as vidas das pessoas negras e indígenas LGBTQIAP+, com a memória, história e proteção do vasto patrimônio cultural imaterial das culturas LGBTQIAP+ e com o reconhecimento da contribuição desta população para a sociedade

Latinidades Pretas é uma plataforma online criada para reunir conteúdos, gerar renda e dar suporte às empreendedoras e empreendedores negres e indígenas, trabalhadores da cultura e da economia criativa. Nasceu em 2020, logo no início da pandemia do novo coronavírus, fruto de parceria entre Instituto Afrolatinas e Instituto Feira Preta, organizações que já desenvolvem ações conjuntas há alguns anos.

O Instituto Afrolatinas é uma organização de mulheres negras que desenvolve ações transversais, a partir do lugar das artes e da cultura. Uma plataforma de formação, inovação e impacto social e que se utiliza de metodologias disruptivas para atuar nos temas do empreendedorismo; geração de renda; produção, gestão cultural, políticas públicas e empoderamento, especialmente, de mulheres e meninas negras. A história toda começa há 14 anos, a partir da fundação do Festival Latinidades. A Feira Preta foi criada pela empreendedora Adriana Barbosa. É o maior espelho vivo das tendências afro-contemporâneas do mercado e das artes da América Latina, além de ser o espaço ideal para valorizar iniciativas afro-empreendedoras de diversos segmentos.

Fonte: ASCOM

Grupo Harém apresenta peça "Abrigo São Loucas II: A quarentena" - Rir Ato de ReXístência

O Ator e humorista Paulo Gustavo expressou “Rir é ato de ReXistência”. Então, o humor vai adentrar corações e mentes para chacoalhar a existência do público com Peça “Abrigo São Loucas II: A Quarentena”, dirigida por talentoso diretor Arimatan Martins. O espetáculo será exibido pelo canal do Youtube às 19h de 21/05. É Produção do Grupo Harém de Teatro*.

A trama narrativa envolve os momentos vividos por três personagens femininas (Maria Francisca, Maria de Castro e Maria Fernanda) isoladas em um abrigo da terceira idade durante contexto assombroso de pandemia.  O projeto tem financiamento do SIEC/SECULT/PI Governo do Piauí além de apoio da Equatorial Energia.

O Elenco conta com participação de Francisco Pelé, Francisco Castro,  Fernando Freitas, Marcel Julian, Emanuel de Andrade. A atividade integra a programação de Comemorações dos 35 anos do trabalho incansável do Grupo Harém de Teatro.

 

 

*GRUPO HARÉM DE TEATRO

O Grupo Teatral origina-se nos anos de 1985 durante a realização da Semana Chico Pereira, destacado dramaturgo piauiense. Naquele momento, atuou com espetáculo “Dois Amores de Lampião antes de Maria Bonita e Só Agora Revelados”. A encenação participa em 1986 do “XVI Festival de Inverno de Campina Grande/PB”. Nesse mesmo período, destaca-se  no “IX Festival Nacional de Teatro de Ponta Grosa/PR” com premiação de melhor atriz-coadjuvante.

Entre as várias iniciativas de sucesso podem-se destacar: montagem em 1992  da peça “Raimunda Pinto, Sim Senhor! “, aclamação de crítica e público; em 1996 produz “Auto do Lampião no Além”, conquistando 06(seis) prêmio no “IX Festival Nacional de Teatro de São Mateus/ES”; realização exitosa de várias Edições do Festival  deTeatro Lusófono. (FESTLUSO).

Por Herbert Medeiros

Movimento Stouradas: solte suas asas, entre nesta festa

“Solte suas asas, entre nesta festa”:  assim, o Movimento Stouradas agita a  cena urbana teresinense desde 2017. O Coletivo ocupa os espaços e irradia vibes por onde passa, celebrando a diversidade LGBTQIAP+. O projeto foi idealizado pelo publicitário e produtor Cultural Richard Henrique.

A proposta do projeto é circular pela cidade, dar potência criativa e imaginativa  para locais subutilizados, praças e parques públicos no Centro Histórico de Teresina. O coletivo já realizou 12 eventos e diferentes espaços. O Formato das intervenções é babadeiro: palco, galeria, feira de microempreendedores e bar. Nessa linha de atuação, 200 artistas e cerca de 20 marcas LGBT’S já participaram da História do Projeto.

O babado foi fortíssimo em fevereiro de 2020: Stouradas  deu um Vrá pra tristeza e “pessoas de alma bem pequena” realizando  1º Carnaval de Rua LGBTQIAP+ do Piauí. Com apoio do Poder Público Municipal, o bloco contagiou a Praça do Liceu, levando três mil foliões o  espírito dionisíaco da festa de momo. Foi uma catarse coletiva proporcionada pela ação colaborativa,  solidária e fraterna de vários LGBTS.

E nesse ritmo, a galera do Movimento Stouradas segue  ocupando espaços para ressignificar a cidade bem como interconectar pessoas, desbravar novos contextos de interação, em especial, sintonizar energias da alegria, da transformação e da existência questionadora dos corpos LGBTQIAP Piauienses.

 

Por Herbert Medeiros

Rede Esperança Garcia do Piauí promove evento pelo Dia Mundial de Combate à Lgbfobia

No Dia Mundial de Combate à Lgbtfobia(17/05), a Rede Esperança Garcia realizará evento virtual para refletir sobre ações socioculturais de enfrentamento à Homolesbotranfobia. A ação acontecerá durante a parte da manhã e noite. Participarão [email protected] dos Movimentos Organizados da Sociedade Civil e Agentes Públicos.

A atividade será momento de diálogo, fortalecimento e articulação entre Sociedade Organizada e Poder Público bem como oportunidade para pensar cenários da atual realidade estadual e nacional sobre o tema. Entre os representantes estarão: Matizes, da Rede Esperança Garcia, Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos, Fórum ONG AIDS, RENAFRO Nordeste, Centre de Referência LGBTI+, Gerência de Enfrentamento Lgbfobia da SASC, Núcleo de Educação em Saúde da Vigilância Sanitária.

De acordo com Lucas Enoque, Coordenador Geral do Esperança Garcia, é necessário pautar a temática para superar a onda de intolerância ainda presente na sociedade bem como garantir a promoção do respeito por orientação sexual de identidade de gênero. Enoque aponta também que a violência lgbtfóbica representa uma violação aos Direitos Humanos.

No turno Matutino será debatido o tema “As complexidades do Combate à LGBTfobia no Brasil”. Na parte da noite, a discussão focalizará “Combate à Lgbtfobia em Tempos de Pandemia”. A parte Cultural também está no cardápio: Drika Bronze, personal Bronze e Coach Personal Organizer; Kim Rehxa, Drag Queen e Ativistas pelos direitos LGBTI+.

REDE ESPERANÇA GARCIA*

Rede Esperança Garcia surge no ano 2019 como uma demanda de ativistas sociais para o fortalecimento e proteção dos Defensores do Direitos Humanos no Piauí. A Instituição engloba protagonistas de vários segmentos sociais: População Negra, Indigena, LGBTQI+, Universidades, ONGs etc. A entidade tem parceria com Sociedade Maranhense de Direitos Humanos

 

 

Por Herbert Medeiros

Matizes apresenta propostas pró-Lgbti+ para Secretaria Municipal de Comunicação da Prefeitura de Teresina

O grupo Matizes apresentou hoje (04/05) conjunto de propostas para Secretaria Municipal de Comunicação da Prefeitura de Teresina(SEMCOM). O Diálogo ocorreu com Gerente de Jornalismo do órgão, Cintia Lucas. A ação faz parte do planejamento estratégico do grupo para estabelecer interlocução com Poder Público Municipal visando pautar políticas pró-Lgbti+.

Em fevereiro, Matizes dialogou com Coordenação de Comunicação da Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMCASPI). Ao longo do mês de maio, o diálogo com demais secretarias está na pauta de atividades para apresentação de propostas.

Entre as sugestões apresentadas estão: Promover campanhas educativas nas comunicações internas das Secretarias Municipais, favorecendo o combate às práticas discriminatórias; Publicizar nos canais de comunicação da PMT as Leis de Proteção e Direitos voltadas ao público LGBTI+ e demais segmentos vulnerabilizados.

Ainda integram proposições para SEMCOM: Realizar oficinas de sensibilização/qualificação [email protected] agente públicos para lidar de forma humanizada em respeito aos Direitos Humanos e público LGBTI+; Produzir conteúdos educativos para as Datas alusivas aos Direitos Humanos e de Luta por Direitos da população LGBTI+.

Livro "Transfeminismo", da educadora Trans Letícia Carolina/UFPI, será lançado nesta terça pela Coleção Feminismos Plurais

É com "Transfeminismo", de Letícia Nascimento, que abrimos os nossos lançamentos de maio!

"Transfeminismo" é o 10° título da Coleção Feminismos Plurais, coordenada por Djamila Ribeiro, e tornou-se um marco teórico por provocar uma abertura do público geral para a diversidade de vivências que não se enquadram, necessariamente, no binarismo cisgênero.

Esse livro, escrito por uma mulher travesti, negra, gorda, presente nos meios acadêmicos, é inspiração para outras mulheres trans e travestis, e uma produção de conhecimento importantíssima para a sociedade.

Letícia Nascimento é docente da Universidade Federal do Piauí/UFPI e ativista trans. Estudou no mestrado o tema "Descolonizando Sexualidade e Currículo na Escola". Atualmente é doutoranda em Educaçao pela UFPI com orientação da Profa Drª Shara Jane Holanda Costa Adad. Nascimento está vinculada ao Núcleo de Estudo e Pesquisa em Educação, Gênero e Cidadania (NEPEGECI) e Rede Interdisciplinar de Mulheres Acadêmicas do Semiárido (RIMAS).

O lançamento dessa obra ocorrerá amanhã, as 20h, no perfil da @djamilaribeiro1 e será uma comemoração linda! Esperamos todes vocês lá ????

 

 

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