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Cursos gratuitos

A Universidade de São Paulo – USP é a maior universidade pública no Brasil e uma das instituições de ensino mais respeitadas no mundo, e certamente por isso, os seus cursos são tão disputados por jovens de todo o país. O que poucas pessoas sabem, entretanto, é que existem cursos gratuitos oferecidos pela USP e que você pode fazer sem sair de casa! Isso mesmo! A USP em parceria com a plataforma de ensino Veduca, desenvolveram cursos online e gratuito destinado a pessoas que desejam conhecer novas áreas do conhecimento, ou aprimorar o seu conhecimento em determinado assunto. Assim, você pode estudar com professores da USP gratuitamente, sem que seja necessário prestar qualquer tipo de prova para ingressar nos cursos, e se quiser, ainda pode receber o certificado do curso. Confira a seguir, mais informações sobra a plataforma Veduca! O Veduca é uma plataforma de ensino à distância, composto de videoaulas, questões para aprimoramento e fixação de conhecimento, e em alguns casos, a emissão de certificado de conclusão de curso, sendo que todos os cursos oferecidos são gratuitos e aberto a qualquer pessoa que deseja estudar. Além de professores da USP, o Veduca ainda tem professores de outras instituições nacionais e internacionais, como por exemplo, UNESP, Instituto tecnológico de Aeronáutica, Fundação Lemann, ONUDI, Google, entre outras. A grade de ensino pertencente a plataforma Veduca é composta de 19 cursos, que compreende as seguintes áreas:

  • Administração e Negócios;
  • Economia;
  • Educação Engenharia
  • Física
  • Matemática e Estatística
  • Medicina e Ciências das Saúde
  • Meio Ambiente e Ciências da Terra
  • Psicologia

Quais os cursos oferecidos pelo Veduca que são ministrados por professores da USP? Se você se interessou pela ideia de fazer cursos gratuitos ministrados por professores da USP e que estão disponíveis na plataforma Veduca, não precisa começar a fazer buscas incansáveis, isso porque nós do Canal do Ensino, preparamos uma lista com os 12 cursos existentes no site.

1 – Liderança

 

Curso desenvolvido para pessoas que desejam ter conhecimento ou aprimorar os seus conhecimentos sobre liderança de equipe.

2 – Gestão de projetos

O curso auxilia o aluno a trabalhar com todos os processos para que um projeto seja bem sucedido, através de duas formas diferentes de gerenciamento: Project Management Body of Knowledge (PMBoK) e Gestão Ágil de Projetos.

3 – Gestão de pessoas

O curso prepara seu aluno para atuar de forma multidisciplinar dentro da empresa, sendo um líder que sabe lidar com os mais diversos tipos de personalidade.

4 – Gestão de inovação

O curso aborda e discute os processos de inovação e despertar questões relacionadas à era da informação, bem como o gerenciamento desses processos.

5 – Física básica

O curso compreende o estudo e a análise do movimento e repouso dos corpos, a evolução no tempo e seus deslocamentos sob a ação de forças e seus efeitos subsequentes sobre seu ambiente.

6 – Probabilidade e estatística

Nesse curso o professor Melvin Cymbalista, apresenta as ferramentas mais importantes para a realização dos cálculos de probabilidade e estatística.

7 – Metodologia científica

Esse curso é destinado a alunos de graduação e pós-graduação que estão desenvolvendo os seus trabalhos de conclusão de curso, que mesmo sob supervisão de seu orientador, ainda tem dúvidas.

8 – Engenharia econômica

O curso apresenta conceitos de gestão de recursos financeiros em projetos de inovação em empresas.

9 – Instrumentos de política e sistemas de gestão ambiental

Nesse curso o professor Doutor Marcelo Montaño, orienta seus alunos quanto a implementação de políticas de meio ambiente e sistemas de gestão ambiental no contexto da gestão da sustentabilidade empresarial.

10 – Princípios de sustentabilidade e tecnologias portadoras de inovação

Esse curso aborda com profundidade os conteúdos relacionados a gestão ambiental e sustentabilidade.

11 – Eletromagnetismo

Nesse curso, o professor Doutor Vanderlei Salvador Bagnato, mostra a relação e conexão entre eletricidade e magnetismo.

12 – Produção mais limpa e ecologia industrial

Durante as aulas, os alunos irão aprender a definição do conceito de P+L (Produção Mais Limpa), além de conhecer alternativas para o desenvolvimento de processos produtivos de forma limpa e sustentável.

 

Como se inscrever na plataforma Veduca

Para se inscrever na plataforma Veduca, e começar a estudar imediatamente, você precisa entrar na Plataforma Veduca , clicar em Inscreva-se e, em seguida, preencher seus dados pessoais, e-mail e criar uma senha, além disso você terá que aceitar os termos de uso e política de uso.

Outras plataformas de ensino com aulas ministradas por professores da USP

Coursera

Essa é uma das principais plataformas virtuais de ensino do mundo, que tem como objetivo central “proporcionar acesso universal à melhor educação do mundo”.

O site tem mais de 2 mil cursos gratuitos em todas as áreas do conhecimento, e além de professores da USP, o Coursera ainda possui aulas ministradas por professores de instituições de estudo brasileiras, como por exemplo, o Insper, a Fundação Lemann, o ITA e a Unicamp.

Dentre os cursos ministrados por professores da USP, os que mais se destacam são: Introdução à Ciência da Computação com Python e Origens da Vida no Contexto Cósmico.

Univesp

A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) é uma plataforma de ensino online que disponibiliza mais de 10 cursos ministrados por professores da USP através de videoaulas.

O principal destaque da USP na plataforma, são os cursos de Astronomia: Uma Visão Geral I e II.

e-Aulas

A USP possui uma plataforma própria de videoaulas que possui mais de 1.317 horas de vídeos nas áreas de exatas, humanas e biológicas.

Vale ressaltar que, assim como as demais plataformas citadas aqui nesse post, os cursos do e-Aulas também são gratuitos.

Sistema Apolo

O Sistema Apolo também é um projeto da Universidade de São Paulo e possui mais de 40 cursos gratuito e de curta duração, todos eles com certificação. A única diferença desse sistema para os demais, é que os seus cursos são presenciais.

 

Outros cursos online gratuitos

Além dos cursos oferecidos pelo Veduca e por outras plataformas de ensino à distância, nós do Canal do Ensino, selecionamos outras plataformas de ensino à distância gratuitos.

INEAD

O Instituto Nacional de Ensino à Distância (INEAD), possui dezenas de cursos gratuitos, e a maioria deles com certificação.

Dentre os cursos existentes na plataforma INEAD, os principais são:

  • Desenho arquitetônico e construção civil;
  • Administração de vendas;
  • Comércio exterior;
  • Eletricista residencial;
  • Atendimento ao cliente;
  • Gestão e gerenciamento de obras;
  • Direito penal aplicado ao funcionalismo público;
  • Análise de demonstração financeira;
  • Montagem e manutenção de computadores;
  • Paisagismo e plantas ornamentais;
  • Customização de roupas e acessórios;
  • Qualidade de vida no trabalho, entre outros.

Prime Cursos

A plataforma Prime Cursos oferece todos os cursos gratuitamente para seus alunos. São centenas de cursos e todas as áreas do conhecimento, tais como:

  • Administração;
  • Comunicação e vendas;
  • Direito;
  • Enem;
  • Gastronomia e confeitaria;
  • Moda;
  • Recursos humanos;
  • Saúde e bem-estar;
  • Segurança no trabalho;
  • Concursos públicos, entre outros.

Unieducar

A Universidade Corporativa (Unieducar) disponibiliza micro cursos gratuitos com certificado eletrônico em carga horária reduzida, que são de 4 horas.

Entretanto, o site deixa claro que os conteúdos dos micro cursos são uma parte do conteúdo que compõem uma mesma versão na modalidade completa (paga), onde parte das videoaulas e e-book(s) correspondente(s) compõem o conteúdo.

Dentre os cursos existentes na plataforma, destacamos alguns deles, que são:

  • Atualização Jurídica – direito do trabalho e dumping social;
  • A criatividade e sua importância na educação infantil;
  • A nova lei anticorrupção e a governança corporativa;
  • A psicopedagogia na instituição educacional;
  • A saúde e a constituição federal – O sistema SUS em estudo;
  • Acentuação gráfica – novas regras básicas pelo novo acordo ortográfico;
  • Ações judiciais em matéria tributária – teoria e prática;
  • Administração do capital de giro e análise das fontes de recursos;
  • Análise ambiental e interna – SWOT;
  • Alianças estratégicas de atuação internacional e cooperativa, entre outros.

FGV on line

A Fundação Getúlio Vargas (FGV), uma conceituada instituição de ensino brasileira, é membro do OEC – Open Education Consortium, que é um consórcio de instituições de ensino composta por diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos sem custo, online.

Os cursos oferecidos pela FGV são na área de gestão de Finanças pessoais, totalizando cinco cursos, que são:

  • Como organizar o orçamento familiar – 12 horas;
  • Como fazer investimentos (parte 1) – 12 horas;
  • Como planejar a aposentadoria – 10 horas;
  • Como fazer investimentos (parte 2) – 8 horas;
  • Como gastar conscientemente – 8 horas;

Além disso, a FGV oferece dois cursos gratuitos na área de sustentabilidade, que são:

  • Sustentabilidade no dia a dia: orientações para o cidadão – 12 horas;
  • Sustentabilidade aplicada aos negócios: orientações para gestores – 10 horas;

Educa

A plataforma EDUCA, possui dezenas de cursos em todas as áreas do conhecimento. Dentre os cursos gratuitos existentes na plataforma, destacam-se:

  • Enologia;
  • A inclusão da criança com Síndrome de Down;
  • Marketing multinível;
  • Patologia veterinária: especial de cães e gatos;
  • Homeopatia;
  • Introdução à filosofia;
  • Primeiros socorros;
  • Sistema operacional Windows 10;
  • Eletricista residencial;
  • Inseminação artificial em animais.

Learncafe

O Learncafe oferece mais de 2201 cursos online grátis com certificado. Os cursos são isentos de taxas e o certificado de conclusão é disponibilizado para download. Dentre os principais cursos existentes na plataforma, destacam-se:

  • ANVISA: Saúde do viajante;
  • Introdução à NR36;
  • Inglês básico para trabalhar no exterior;
  • O poder do hábito: otimizando os seus comportamentos;
  • Como organizar os alimentos para dieta.

O que achou das opções de cursos que nós do Canal do Ensino trouxemos para vocês? Não perca tempo, escolha o curso que mais gosta e comece imediatamente seus estudos.

Os maiores produtores de Fake News, segundo a USP

Um levantamento feito pela Associação dos Especialistas em Políticas Públicas de São Paulo (AEPPSP), com base em critérios de um grupo de estudo da Universidade de São Paulo (USP), identificou os maiores sites de notícias do Brasil que disseminam informações falsas, não-checadas ou boatos pela internet, as chamadas notícias de “pós-verdades”.

O estudou da AEPPSP utilizou os critérios do “Monitor do Debate Político no Meio Digital” – criado por pesquisadores da USP -, uma ferramenta que contabiliza compartilhamentos de notícias no Facebook e dá uma dimensão do alcance de notícias publicadas por sites que se prestam ao serviço de construir conteúdo político “pós-verdadeiro” para o público brasileiro.

Não são sites de empresas da grande mídia comercial, tampouco veículos de mídia alternativa com corpo editorial transparente, jornalistas que se responsabilizam pela integridade das reportagens que assinam, ou articulistas que assinam artigos de opinião.

Tratam-se de sites cujas “notícias” não têm autoria, são anônimos e estão bombando nas bolhas sociais criadas pelo Facebook e proliferam boatos, calúnias, difamações e até correntes de WhatsApp.

Características em comum

Todos os principais sites que se encaixam no conceito de “pós-verdade” no Brasil possuem algumas características em comum:

1. Foram registrados com domínio .com ou .org (sem o .br no final), o que dificulta a identificação de seus responsáveis com a mesma transparência que os domínios registados no Brasil.
2. Não possuem qualquer página identificando seus administradores, corpo editorial ou jornalistas. Quando existe, a página ‘Quem Somos’ não diz nada que permita identificar as pessoas responsáveis pelo site e seu conteúdo.
3. As “notícias” não são assinadas.
4. As “notícias” são cheias de opiniões — cujos autores também não são identificados — e discursos de ódio (haters).
5. Intensiva publicação de novas “notícias” a cada poucos minutos ou horas.
6. Possuem nomes parecidos com os de outros sites jornalísticos ou blogs autorais já bastante difundidos.
7. Seus layouts deliberadamente poluídos e confusos fazem-lhes parecer grandes sites de notícias, o que lhes confere credibilidade para usuários mais leigos.
8. São repletas de propagandas (ads do Google), o que significa que a cada nova visualização o dono do site recebe alguns centavos (estamos falando de páginas cujos conteúdos são compartilhados dezenas ou centenas de milhares de vezes por dia no Facebook).

Produtores

Os produtores de “pós-verdades” mais compartilhados nas timelines dos brasileiros são os seguintes:

* Ceticismo Político: http://www.ceticismopolitico.com/
* Correio do Poder: http://www.correiodopoder.com/
* Crítica Política: http://www.criticapolitica.org/
* Diário do Brasil: http://www.diariodobrasil.org/
* Folha do Povo: http://www.folhadopovo.com/
* Folha Política: http://www.folhapolitica.org/
* Gazeta Social: http://www.gazetasocial.com/
* Implicante: http://www.implicante.org/
* JornaLivre: https://jornalivre.com/
* Pensa Brasil: https://pensabrasil.com/

Uma pesquisa mais profunda poderá confirmar a hipótese de que algumas destas páginas foram criadas pelas mesmas pessoas, seja por repercutirem “notícias” umas das outras, seja por utilizarem exatamente o mesmo template e formato.

Distribuição

Todos esses sites possuem páginas próprias no Facebook mas, de longe, os sites com mais “notícias” compartilhadas são o JornaLivre e Ceticismo Político, que contam com a página MBL – Movimento Brasil Livre como seu provável principal canal de distribuição, e o site Folha Política, que conta com a página Folha Política para distribuir suas próprias “notícias”. Ambas as páginas possuem mais de um milhão de curtidas e de repercussões (compartilhamentos, curtidas, etc.) por semana realizadas por usuários do Facebook.

O que é “Pós-verdade”?

O jornal eletrônico Nexo fez uma reportagem explicando o conceito de pós-verdade (https://goo.gl/iYgOSp). Seguem alguns destaques:

“Anualmente a Oxford Dictionaries”, departamento da University of Oxford responsável pela elaboração de dicionários, elege uma palavra para a língua inglesa. A de 2016 foi “pós-verdade” (“post-truth”).

Para diversos veículos de imprensa, a proliferação de boatos no Facebook e a forma como o feed de notícias funciona foram decisivos para que informações falsas tivessem alcance e legitimidade. Este e outros motivos têm sido apontados para explicar ascensão da pós-verdade.

Plataformas como Facebook, Twitter e Whatsapp favorecem a replicação de boatos e mentiras. Grande parte dos factóides são compartilhados por conhecidos nos quais os usuários têm confiança, o que aumenta a aparência de legitimidade das histórias.

Os algoritmos utilizados pelo Facebook fazem com que usuários tendam a receber informações que corroboram seu ponto de vista, formando bolhas que isolam as narrativas às quais aderem de questionamentos à esquerda ou à direita.” (Com informações da AEPPSP)

Nota Metodológica

A AEPPSP publicou, após o post, uma nota metodológica explicando os critérios para a aferição dos sites. Confira:

O mapeamento de sites que têm perfil de produção de notícias falsas e que contam com ampla distribuição em páginas do Facebook aqui realizado baseou-se nos oito critérios abaixo elencados e na lista de fontes utilizadas pelo Monitor (que não tem qualquer responsabilidade por estudos derivados dos dados que eles publicam, vale reforçar).

O principal critério utilizado foi o anonimato, mas não o único. Pareceu-nos um bom critério: “Constituição Federal, Art. 5º, IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo VEDADO O ANONIMATO;”.

Catalogamos todos os sites listados pelo Monitor nas categorias imprensa e comentário alternativo de esquerda e de direita e então, dentre aqueles cuja responsabilidade pelos conteúdos publicados não é possível de ser identificada (os sites e/ou as matérias são anônimos), aplicamos os demais critérios.

Isto não quer dizer que sites autorais estejam livres de produzir notícias falsas, tampouco que sites cujos autores preferem não se identificar não possam produzir material honesto e de qualidade jornalística.

Para evitar distorções e qualquer viés neste estudo ainda inicial, preliminar, ampliaremos a listagem inicial com TODOS os sites mapeados seguindo unicamente o critério de ANONIMATO, e nenhum outro.

Deste modo, entendemos que pesquisas mais refinadas possam ter neste nosso mapeamento uma fonte de inspiração. Compartilhamos aqui uma planilha online para dar a máxima transparência deste levantamento que, reforçamos, ainda é bastante preliminar e pode ser aprimorado por qualquer pesquisador interessado no assunto.

Finalmente, lamentamos por quaisquer incompreensões e distorções derivadas deste mapeamento e estamos abertos para aprimorá-lo. Nosso objetivo é contribuir com todos aqueles que estão empenhados na luta para que a Internet brasileira seja um espaço democrático e livre — livre, inclusive, de haters, de discursos de ódio e de notícias falsas.

Lista com os 17 sites ANÔNIMOS mapeados, ordenados em ordem alfabética e sem outros filtros:

* Ceticismo Político: http://www.ceticismopolitico.com/
* Click Política: http://clickpolitica.com.br/
* Correio do Poder: http://www.correiodopoder.com/
* Crítica Política: http://www.criticapolitica.org/
* Diário do Brasil: http://www.diariodobrasil.org/
* Folha do Povo: http://www.folhadopovo.com/
* Folha Política: http://www.folhapolitica.org/
* Gazeta Social: http://www.gazetasocial.com/
* Implicante: http://www.implicante.org/
* JornaLivre: https://jornalivre.com/
* PassaPalavra: http://www.passapalavra.info/
* Pensa Brasil: https://pensabrasil.com/
* Política na Rede: http://www.politicanarede.com/
* Rádio Vox: http://radiovox.org/
* Rede de Informações Anarquista: https://redeinfoa.noblogs.org/
* Revolta Brasil: http://www.revoltabrasil.com.br/

Fonte: http://claudiotognolli.com.br/

eSocial: Empresas estão despreparadas, revela estudo

Desenvolvedora de softwares contábil e corporativo, a Fortes Tecnologia registrou um aumento significativo no número de ligações de clientes em busca de esclarecer dúvidas relacionadas ao programa do eSocial. As solicitações à equipe de suporte da empresa cresceram 83% em janeiro de 2018, se comparado ao mês anterior, totalizando mais de 25 mil ligações somente neste período. “Atendemos empresas de diferentes regiões do Brasil. As principais dúvidas referem-se à resolução de erros com os primeiros envios, certificado digital e desconhecimento quanto às fases do eSocial. Isto revela claramente que muitas companhias não se preocuparam em qualificar as equipes no período de teste”, explica Ricardo Gonçalves, diretor comercial e de suporte da Fortes Tecnologia.

Desde 1º de janeiro o eSocial é obrigatório para empresas que registraram faturamento acima de R$ 78 milhões em 2016, enquanto para as demais companhias, a norma entra em vigor no mês de julho do mesmo ano. O projeto visa unificar o envio de informações do empregado pelo empregador ao Governo Federal. “Com as informações centralizadas na plataforma do Governo, a tendência é que a fiscalização seja mais ágil. Ou seja, é bom estar em conformidade com o eSocial para evitar multas e penalidades”, ressalta Gonçalves

Entenda mais sobre Fake News

As Fake news são, por definição, notícias falsas criadas de forma caluniosa para denegrir a imagem de alguém ou manipular a opinião pública - também definido como Hoax ou pós-verdades.

A Fake news sempre existiu mas com o advento da internet ela se potencializou. Efetivamente não é uma novidade. Joseph Goebbels, ministro das propagandas nazistas, era um especialista neste assunto. Ele manipulou a sociedade com vídeos falaciosos, de conspiração contra a Alemanha para ganhar a simpatia do povo. É dele a famosa frase “Uma verdade dita mil vezes torna-se verdade” - o termo é a essência do Fake News.  

Porque as Fake News existem? 

1 - Porque as pessoas são crédulas demais e acreditam em tudo o que lhe passam.

2 - Porque falta conhecimento e educação. As pessoas não conseguem julgar se a informação é pertinente.

3 - Para para a maioria das pessoas é mais fácil compartilhar uma notícia falsa quando a noticia vai ao encontro ao que ela acredita. Por exemplo, se uma pessoa de “Direita” recebe uma informação que denigre a imagem da “Esquerda”, dificilmente ela fará uma análise do conteúdo com responsabilidade e certamente passará para a frente, sem avaliar se é verdadeira ou não. 

4 - As redes sociais, principal alvo de veiculação, não amadureceram ou iniciaram tarde demais o controle da validade das informações. Este é um processo em desenvolvimento. Na Suécia, com uso de Big data, robôs verificam as notícias publicadas e comparam os termos e informações similares para validade se o fato é verdadeiro ou fake. 

5 - Não há punição específica e nem lei para desestimular a propagação da Fake News.

Detectando Fake News

Em geral, possuem títulos duvidosos bem elaborados para atrair clicks e gerar compartilhamento.

Na maioria das vezes colocam alguém ou alguma coisa em evidência na intenção de beneficiar ou denegrir.

Essas noticias são publicadas principalmente via internet e só ganham dimensão porque são amplamente compartilhadas entre as pessoas sem o menor critério ou filtro de bom senso, ética ou responsabilidade com a informação que se repassa. 

As pessoas que ajudam esse mal, na maioria acreditam nessas fakes ou agem de forma impulsiva, principalmente no WhatsApp. 

Pente fino na Fakenews

1 - Identificar a fonte da notícia. 

Confira se a informação tem uma fonte confiável. Se for duvidosa, desconfie, principalmente se não tem qualquer fonte citada. Procure a noticia em outros sites de grande acesso ou credibilidade, pois se a notícia for verdadeira e impactante, certamente estará por lá. 

Sites ligados a ideologias políticas, em tempos de eleição, são grandes propagadores de fake news. E geralmente são hospedados em servidores estrangeiros ou com dominos estranhos e de nomes longos ou similares a sites famosos.  Nestes sites, procure pelo expediente, quem são seus editores e repórteres. 

3 - As informações parecem surreais? leia o conteúdo completo. 

Verifique se há erros de português, títulos mal formatados, texto truncado ou informações que você considera destoante da realidade. 

4 - Faca uma busca na rede e compare publicações disponíveis na Internet. 

Pode haver um trecho manipulado, modificado com números falsos e ou até um parágrafo todo com informações mentirosas

5 - Ao compartilhar, pense nas consequências de uma informação mentirosa, pode causar danos às pessoas. Ética é fundamental.

Irão os robôs substituir os professores no futuro?

* Por Maurício Garcia

Se fizermos hoje uma busca no Google por "Haley Joel Osment", vai aparecer um rapaz de barba, com 29 anos. Bem diferente da criança que estrelou o filme "Inteligência Artificial", de Spielberg, ao lado de Jude Law. Mas isso foi em 2001, Osment tinha apenas 13 anos. Ele já tinha feito sucesso 3 anos antes, no thriller "Sexto Sentido", ao lado de Bruce Willis. Naquela época, final dos anos 90, o mundo estava fervilhando. A Guerra Fria havia terminado e as novidades pipocavam por todo lado. A internet começava a se popularizar e todos já pressentiam as enormes transformações que estavam por vir. 

Mas, de certa forma, elas não vieram. A primeira década dos anos 2000 foram problemáticas. O ataque às Torres Gêmeas, as crises econômicas americana e europeia, e a redução do ritmo de crescimento da China colocaram em cheque aquilo que parecia ser a "nova ordem mundial", iniciada a partir da queda do Muro de Berlim. O terrorismo se acentuou, os cartéis de narcotráfico se sofisticaram e os cyber ataques passaram a ser uma nova ameaça, dando origem aquilo que Thomas Friedman, em seu recente livro chamado "Obrigado Pelo Atraso", chamou de "mundo da desordem". A Primavera Árabe e os movimentos como Occupy Wall Street fecharam a década, deixando claro que a tal "nova ordem mundial" ainda não tinha chegado para todos.

Então, de repente, tudo mudou novamente. De um ano para cá, um novo assunto passou a ocupar importante espaço na pauta da sociedade: os robôs e as máquinas inteligentes. Ou seja, foram necessários 16 anos desde a visão de Spielberg em seu filme, para que a inteligência artificial voltasse a ser tema de debates, reportagens e pesquisas. Uma importante razão para o fato foi o crescimento da capacidade de processamento dos computadores. Quando Osment tinha seus 13 anos em 2001, os computadores pessoais mais potentes tinham 32 Mb de memória, ou seja, cerca de 1000 vezes menor que os 32 Gb atuais. Em outras palavras, a grosso modo, a capacidade de processamento dos computadores de hoje é mil vezes mais potente. Essa nova capacidade permitiu fazer coisas que seriam impossíveis naquela época, dando origem a tecnologias como big data, machine leaning, deep learning, entre outras.

Com essas novas tecnologias, a internet começou a ficar inteligente. As buscas passaram a considerar as preferências do usuário, retornando resultados diferentes, conforme quem busca. As recomendações de compras, filmes, livros, etc., começaram a pular em todo lugar, dependendo dos hábitos e interesses das pessoas. Então vieram os chamados "chatbots", sistemas que permitem ao usuário ser atendido por um mecanismo virtual através de um chat (bate-papo). Ainda são limitados esses chatbots, mas certamente vão evoluir. Quem não lembra dos primeiros mecanismos de tradução? Eram bem toscos, mas hoje existem aplicativos que já traduzem em tempo real conforme as pessoas falam. Não é muito promissor, a médio prazo, o mercado de trabalho para quem trabalha com tradução simultânea.

Não demorou muito para que as pessoas passassem a se perguntar: o que vai acontecer com o meu emprego? Atualmente, quase todo dia sai publicada uma matéria sobre o tema, falando das profissões que estão em risco e de quais estarão mais protegidas. O mesmo vale para a carreira de professor. A pergunta, então, é: o que será da carreira de professor no futuro? A análise do Google Trends mostra que as buscas por inteligência artificial na área de educação simplesmente triplicaram em um ano, em todo o mundo. Apenas no último mês, centenas de artigos foram escritos sobre o tema. Para alguns, como Anthony Seldon, da Universidade de Buckingham, substancial parte do processo educacional será feito por robôs em dez anos. O mesmo vem sendo afirmado em outras partes do mundo, tal como pode ser encontrado com Kibo, o robô criado em Singapura e que vem sendo usado com crianças.

É muito difícil prever com exatidão se robôs, de fato, vão substituir professores. Todavia, esse cenário nos remete às seguintes perguntas: Que tipo de educação praticamos hoje? Quão básicas e previsíveis são nossas metodologias educacionais a ponto de serem possíveis de serem implementadas por máquinas? 

Em outras palavras, eu não tenho dúvidas que os robôs irão fazer parte de nossas vidas em várias rotinas, cada vez mais. Eu já tenho um robô em casa que faz a aspiração de pó no chão todos os dias. Mas aspirar pó e formar pessoas são coisas muito distintas. Aqueles que ensinam da mesma forma como aspiram pó em casa, esses sim serão substituídos por máquinas. Mas jamais será robotizado um processo de aprendizagem que se baseia na motivação e engajamento dos alunos e que tem, na afetividade, o cerne de sua estratégia.

Os robôs virão e vão nos ajudar a encontrar muitas respostas. Mas ainda será nossa a responsabilidade de fazer as perguntas.

* Maurício garcia é Vice-Presidente de Inovação e Ensino da Adtalem Educacional do Brasil 

MacBook Air e MacBook Pro: saiba qual o melhor para você

A alta performance dos MacBooks é uma das características que encantam aqueles que precisa de um bom computador e de mobilidade. Por isso que Apple vem conquistando várias pessoas através das linhas MacBook Pro e MacBook Air.

A estrutura   dos MacBooks Pro e Air são iguais para os dois modelos e produzidos através de peça única de alumínio, com peso similar dimensões parecidas. O MacBook Air traz configurações mais básicas e preços mais acessíveis, por ser a linha de entrada. O seu diferencial fica por conta do design mais fino e leve, tornando uma escolha interessante para quem precisa transportar o computador com frequência e busca um laptop para tarefas básicas.

O MacBook Air vem com o Intel Core i5 dual core com Turbo Boost de até 2,7GHz, que permite um aumento da velocidade e possui um bom desempenho do processador. Além disso, consome bem menos energia e com isso a bateria tem uma maior duração. Possui modelos: de 11 polegadas e 13 polegadas; sendo que o ultimo tem a opção do processador i7.

Já o MacBook Pro é indicado para quem precisa de um equipamento com maior capacidade de executar tarefas mais pesadas, como profissionais que trabalham com programação, edição de vídeo ou modelagem 3D. Existem dois tamanhos para o modelo: o de 13 polegadas e o de 15 polegadas. Ambos possuem tela de retina, mas têm resoluções diferentes. Enquanto o modelo menor oferece 2560 x 1600 pixels, o maior traz 2880 x 1800 pixels.

 A opção de 13 polegadas tem a opção de ter ou não o Touch Bar traz a GPU Intel Iris Plus 640 para os gráficos. Além disso, são duas portas USB-C uma P2 para fones de ouvido e outra USB 3.1. Vem com Core i5 de dois núcleos, com capacidade para chegar a 3,6 GHz, 8 GB de RAM e 128 GB de HD, o que torna o computador mais rápido e com bom armazenamento. A variante mais cara, com processador Core i7 de até 4 GHz, 16 GB de RAM e SSD de 1 TB.

O modelo com 15 polegadas se diferencia por ser o único com processador i7 quad-core, que se caracteriza por ter duas opções de placa de vídeo de GPU Radeon Pro, capaz de gerar imagens com gráficos melhores facilitando o trabalho do processador principal e gerando um resultado final melhor e mais rápido.

A gerente da iOne, Danielly Martins, explica que os produtos são excelentes opções de computadores e cada modelo agrada um tipo de usuário: “A linha Air, até o momento, é o MacBook de entrada. Com configuração intermediária, ele atende às pessoas que tem como foco as tarefas do dia a dia.  Já a linha Pro é mais robusta, com configurações mais avançadas, tela e áudio com qualidade melhor”, afirma a gerente.

A era do Chat Business

O fenômeno dos chatbots está ganhando força a cada ano na comunicação B2C. Mas o comércio tem percebido que os consumidores não querem apenas falar com um assistente virtual via chat, mas sim, interagir com as empresas por meio de pessoas. Esse toque pessoal e direto é que está fazendo a diferenças para muitos negócios ao redor do mundo.

Já está provado, especialmente na China, que o chat autentica as empresas e fornece meios seguros para e-commerces com um elemento de atendimento ao consumidor mais cuidadoso. Um app de mensagens com suporte para comunicação B2C é uma entrada para um novo mundo do e-commerce.

Boa parte do mundo, incluindo e especialmente os EUA, estão atrás da China em termos de e-commerce por meio de apps de mensagens – mas o restante do mundo está alcançando rapidamente. O Facebook afirma que mais de 300 milhões de usuários do seu app Messenger se comunicaram com empresas pela plataforma e que as pessoas preferem interagir com empresas por meio de apps de mensagens, em vez de falar com elas ao telefone. 

Business Chat
A Apple quer competir com o Facebook nesta segmento com o Business Chat, que vem junto com o iOS 11.3. O Business Chat permite que os consumidores iniciem conversas em tempo real via chat. Elas podem ser focadas em serviços de atendimento, agendamento de visitas ou suporte técnico. A fase de testes iniciará nos Estados Unidos mas em breve deve chegar ao Brasil. O único problema é que não há previsão deste serviço para Android.

WhatsApp Business
De propriedade do Facebook, o WhatsApp Business é dedicado a permitir que pequenas empresas forneçam diversos tipos de serviço ao consumidor baseados em conversas pelo app. O app identifica as empresas como “negócios” e valida essas contas, apresentando as companhias autenticadas ao público como “Contas Confirmadas” (“Confirmed Accounts”). O app também pode responder automaticamente aos usuários com informações de “resposta rápida” sobre a empresa, assim como perguntas comuns (FAQ).

Com essas informações, o WhatsApp Business pode gerar relatórios sobre a efetividade dos diferentes tipos de comunicação por chat, entre outras métricas. A versão atual do WhatsApp Business está disponível para Android, mas a empresa já prometeu suporte a outras plataformas no futuro, o que certamente inclui o iOS. 

WeChat
Outro gigante deste setor B2C é o WeChat, que possui quase 1 bilhão de usuários, quase todos na China. O WeChat é o principal aplicativo de mensagens para e-commerce. Os usuários podem utilizar o sistema WeChat Pay para comprar produtos on-line – a plataforma de pagamento já possui mais de 300 milhões de usuários. 

Até mesmo o Twitter oferece ferramentas para as empresas fornecerem serviços de atendimento ao consumidor. A página de configurações do Serviço ao Consumidor (Customer Service) para empresas permite conversas automatizadas via Direct Message, chamadas de “quick replies”, e outras opções. 

Adaptado de reportagem do IDGnow

Faculdade oferece Cursos de Férias gratuitos com padrão internacional

A Faculdade DeVry | Facid  está oferecendo Cursos de Férias gratuitos até o próximo dia 31 de janeiro. Uma boa oportunidade para quem deseja aproveitar o tempo livre que ainda resta para aprimorar o currículo e adquirir novos conhecimentos. 

As inscrições podem ser feitas no endereço http://dvb.to/1io. Para validar a inscrição, o aluno deve levar dois quilos de alimentos não perecíveis e entregar no setor de Admissões.  

São dezenas de cursos abertos para a comunidade em Odontologia, Direito, Gastronomia, Tecnologia, produção de artigos científicos, Engenharia,  Design, psicologia, entre outros. 

Todos os cursos serão realizados nas dependências da Instituição e terá certificação. As vagas são limitadas, por isso é bom garantir logo a sua inscrição. Afinal, curso de férias gratuito e com padrão internacional da DeVry | Facid é uma oportunidade única para quem deseja conquistar espaço no mercado de trabalho e fazer a diferença como profissional qualificado. 

 

 

IGC aponta DeVry | Facid como a melhor Faculdade de Teresina

A qualidade acadêmica da DeVry | Facid recebeu mais um reconhecimento nacional. No resultado do IGC 2016, que avaliou apenas cursos da área da saúde, a instituição ficou em primeiro lugar entre as instituições privadas de Teresina para os Cursos de Farmácia e Odontologia e terceiro lugar com o curso de Fisioterapia.

O IGC, o Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição, é divulgado anualmente e figura dentre um dos principais indicadores usados para avaliação da educação superior no Brasil. O estudo é conduzido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, o Inep, órgão pertencente ao Ministério da Educação.

O resultado da DeVry | Facid faz parte de uma marca impressionante alcançada pelo grupo Adtalem Educacional do Brasil: nas 12 cidades em que as instituições do grupo foram avaliadas, em 9 elas alcançaram o primeiro lugar. Isso significa que o grupo alcançou os melhores resultados dentre os principais provedores educacionais do país, nas cidades onde atua. As avaliações do IGC confirmam a missão das instituições DeVry Brasil, que é promover educação com qualidade acadêmica, empoderar estudantes para que alcancem seus objetivos, encontrem o sucesso e façam contribuições inspiradoras para a comunidade global.

 Oportunidade para transferencia e portador

A DeVry | Facid está oferecendo bolsa de 100% de desconto para transferência externa, portador de diploma e processos seletivos internacionais. O benefício, de caráter promocional, se aplica para todos os cursos de graduação, exceto medicina e apenas no semestre 2018.1. 

O período de inscrições vai até 30 de março de 2018. O candidato pode inscrever-se pelo site www.facid.edu.br. A faculdade informa que o resultado sai em até 48 horas após a entrega da documentação, que inclui RG e CPF (ou CNH), comprovante de transferência da IES de origem ou Comprovação de vínculo com a IES de origem (quando transferido) e comprovante de conclusão da IES de origem (quando portador de diploma). 

A DeVry | Facid oferece qualidade acadêmica, infraestrutura de alto padrão, benefícios internacionais e apoio acadêmico e profissional além de muitas oportunidades que ajudarão o aluno a crescer como estudante e profissional.

Com uma metodologia que une teoria à prática, a Instituição oferece experiências internacionais sem sair do Brasil a partir do curso de inglês subsidiado, da participação em empresas júniores e projetos de colaboração, webnars e visitas à faculdades e empresas americanas. Possui ainda setores como a CASA e Carreiras que auxiliam o aluno durante a faculdade e oferecem apoio que vai além da vida acadêmica.

Uso da tecnologia na educação já é rotina nas escolas

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Mostras de aplicativos, feiras de conhecimento e empreendedorismo encabeçadas por jovens estudantes estão dominando o cenário nas escolas de todo o País. É a geração Z, nascida e criada em um mundo dominado pela tecnologia, que agora é parte integrante e ativa da implementação da tecnologia na educação.

Segundo a pesquisadora e professora do setor de educação da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Nuria Pons Vilardell Camas, as novas tecnologias devem fazer parte do cotidiano escolar como é o livro, o quadro negro e o giz. "Usar tecnologias em sala de aula, na escola, em casa e nas ruas faz parte da rotina de muitos estudantes", destaca Nuria.

Em Teresina, uma dessas ações de repleta de tecnologia, juventude e inovação, aconteceu em escola particular da zona leste, já pela segundo vez. O evento, realizado no último dia 06 de novembro, contou com a exposição de diversos aplicativos desenvolvidos pelos alunos do 1º ano do Ensino Médio da escola, sob as orientações do Professor Henrique Moura.

A Mostra de Aplicativos, segundo a direção da escola, incentiva a inserção dos jovens no mundo do desenvolvimento e da programação. "É uma oportunidade de estimular a criatividade, espírito empreendedor e principalmente, a inovação dos nossos alunos”, ressaltou o Professor Paulo Machado, diretor do Colégio Integral. 

8 motivos para usar tecnologia em benefício da educação

Usar ou não usar novas tecnologias no dia a dia escolar já não é mais a questão. Afinal, o uso da tecnologia faz parte da vida das novas gerações fora da sala de aula e, por isso, a sua aplicação em benefício da educação pode ser considerada um importante caminho para aumentar o dinamismo das aulas. Nesse contexto, o importante é saber como integrar as novas formas de ensinar e aprender ao planejamento e ao currículo escolar.

Mas, para chegar lá, que tal conhecer alguns benefícios que estas ferramentas pedagógicas digitais oferecem, tanto para o seu plano de aula, como para melhorar o desempenho dos seus alunos? Selecionamos oito motivos, entre benefícios, vantagens e curiosidades sobre o uso da tecnologia na educação. Confira!

1. Aprimorar a qualidade da educação: proporcionando novos caminhos para o ensino e aprendizagem, além de novas metodologias, formando educadores e os ajudando a descobrir estratégias inovadoras para o aperfeiçoamento do processo educacional.
2. Ajudar a elevar os índices de desenvolvimento da educação básica: para que, em 2022, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), oferecida nas escolas públicas brasileiras, alcance a meta proposta pelo Ministério da Educação (MEC) de 6,0.
3. Tornar as aulas mais atraentes e inovadoras: ampliando possibilidades para alunos e para professores e transformando a aprendizagem, tornando-a mais motivadora e significativa.
4. Contribuir para a diminuição das reprovações e da evasão escolar: auxiliando os alunos com facilidades ou dificuldades de aprendizagem através da educação personalizada, e despertando o interesse deles para os estudos.
5. Aumentar a integração e o diálogo entre alunos e professores: incentivando a autoconfiança, afetividade, autonomia e socialização entre docentes e discentes.
6. Auxiliar na melhoria do desempenho dos alunos: ampliando a sala de aula para fora do horário e do ambiente escolar, e melhorando, inclusive, a produtividade na lição de casa.
7. Estimular alunos a aprenderem e a ensinarem: aumentando, também, o diálogo com a família, em casa, sobre os assuntos vistos em aula.
8. Despertar a curiosidade e as novas descobertas: estimulando novas experiências através da cultura digital, construindo novas competências e contribuindo para o desenvolvimento de crianças e adolescentes.

Fontes: TIC Educação 2013, Unesco, Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Assessoria Integral.

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