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Portal passa a concentrar mais de 2,8 mil ferramentas à disposição do cidadão

Um total de 964 serviços em 104 instituições ligadas ao Ministério da Educação já podem ser mais facilmente acessados. Antes dispersos em diversas páginas da internet, eles estão concentrados, a partir da última segunda-feira,11, no Portal de Serviços do Governo Federal, no endereço www.servicos.gov.br.

Com a inclusão desses serviços, o portal passará a concentrar mais de 2,8 mil ferramentas à disposição do cidadão. A inclusão das funcionalidades só foi possível por causa da terceira fase do Censo de Serviços do Governo Federal.

Portal de Serviços

Conduzida pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), sob orientação do Ministério da Economia, a pesquisa teve o apoio do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) e da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). Nessa fase do censo, os técnicos rastrearam serviços na área de educação ainda não incluídos no portal único.

Além de incluir os serviços educacionais ao portal, a Enap apresentará os principais resultados da pesquisa, com foco no nível de digitalização dos serviços públicos federais e sua forma de entrega à população. Segundo o Ministério da Economia, a ampliação do governo digital busca melhorar e facilitar a vida dos usuários de serviços públicos, por meio da simplificação e do uso de soluções tecnológicas.

Fonte: Agência Brasil

Águas de Teresina lança aplicativo para serviços

Visando simplificar a vida dos usuários, a Águas de Teresina disponibiliza a todos os seus clientes mais um canal de relacionamento: trata-se de um aplicativo que irá facilitar ainda mais o acesso aos serviços prestados pela concessionária. O Águas App está disponível nas plataformas Android e IOS e pode ser baixado gratuitamente no Google Play e no APP Store. 


Por meio do Águas App é possível solicitar: 2ª via da fatura; faturas por email e certidão negativa. Além disso, o cliente pode informar ainda sobre vazamentos, acessar o cronograma de leitura e denunciar quaisquer situações irregulares.


“O aplicativo é uma forma prática para que os clientes tenham a facilidade na palma da mão, uma vez que o celular já se consolidou como o principal meio de acesso à informação, conforme pesquisas já divulgadas pelo IBGE. Então estamos sempre nessa busca constante por soluções que tragam praticidade e comodidade aos consumidores dos nossos serviços”, destaca Victor Planas Romani, gerente comercial da Águas de Teresina.


Outra novidade, é a agência virtual que agora passa a se chamar Serviços Online. No site da Águas de Teresina (www.aguasdeteresina.com.br), ao acessar o link Serviços Online, o cliente é direcionado para uma nova página onde, após efetuar o cadastro e login, tem a possibilidade de solicitar 2ª via de conta, verificar o cronograma de leitura, emitir certidão negativa, consultar histórico de contas e consumo, realizar pagamento por código de barras, notificar falta de água e vazamentos, entre outros.


Além do aplicativo e da sessão Serviços Online no site, a Águas de Teresina disponibiliza ainda aos consumidores o atendimento por meio do Whatsapp, no número (86) 98124-3199; o serviço 0800 223 2000, que é gratuito e funciona 24 horas, inclusive nos fins de semana e feriados e o 115. A concessionária também mantém sete lojas para o atendimento presencial distribuídas em áreas estratégicas da capital de modo a facilitar o acesso da população.

Câmara aprova mudanças no Estatuto da Micro e Pequena Empresa

Finamente as STARTUPS brasileiras terão a oportunidade de se formalizarem de maneira rápida e simplificada. O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (11) o parecer do deputado federal Otavio Leite (PSDB-RJ) que altera o Estatuto da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06) e cria a Empresa Simples de Crédito (ESC) e o Inova Simples. 

Para Otavio Leite, as mudanças irão, além de facilitar a formalização, ampliar a oferta de capital em todo o País. "As medidas aprovadas trazem o Estatuto da Micro e Pequena Empresa para o século 21. A ESC irá promover uma desconcentração bancária, mediante a oferta de acesso ao crédito de maneira direta e espalhada por todo Brasil", explicou. 

Entenda as novidades:

INOVA SIMPLES

Estabelece rito sumário através do Portal do Empreendedor para formalização de startups e outras iniciativas inovadoras. O empreendedor poderá se formalizar com autodeclaração de baixo risco e a geração de CNPJ será automática. Poderá comercializar produtos de forma experimental e o fechamento (baixa) será simplificado em caso de insucesso. 


EMPRESA SIMPLES DE CRÉDITO (ESC)

Facilita e estimula o acesso e oferta de crédito para micro e pequenas empresas. A rigor, as ESCs poderão emprestar capital ao pequeno empreendedor pactuando diretamente os juros.

Chegou o CV Play Versão Web

Durante alguns meses a equipe de tecnologia, marketing e suporte do cidadeverde.com esteve empenhada com o desenvolvimento da versão web do CVPLAY, que se reeinventa e se apresenta como mais um produto do Grupo Cidade de Mídia. 
 
O CVPLAY Web utilizou uma nova metodologia de desenvolvimento de software chamada "Progressive Web App (PWA)", visto como uma evolução híbrida entre as páginas web regulares e os aplicativos móveis. Este novo modelo de aplicação combina recursos oferecidos pelos mais modernos navegadores com as vantagens de uso de um celular. E sim, o CVPlay disponível nas lojas do Google e Apple continua o mesmo mas em breve deve sofrer algumas modificações. O fato é que esta versão PWA é muito mais moderna e atrativa.
 
Como este novo formato apresentado, o App, por assim dizer, pode ser acessado pelo desktop e celular sem a necessidade de download nas lojas. A ideia é facilitar mais ainda o acesso e o compartilhamento dos vídeos do Grupo pois irá concentrar sua base em um só lugar, facilitando a vida dos usuários. 
 

No CV Play Web é possível ver as edições do dia de cada programa; fazer buscas de vídeos em toda a base de dados e compartilhar o conteúdo nas redes sociais, principalmente no WhatsApp.  O projeto também é responsivo, se adequa a qualquer mídia; Progressivo, funciona para qualquer usuário independente do navegador; e fácil de compartilhar
 
A TV ao Vivo também ganhou um upgrade básico e agora roda em ambiente seguro assim como todo o portal.  
 
Para acessar, basta clicar nos vídeos do mosaico que compõe a home do portal cidadeverde ou acessar diretamente cidadeverde.com/cvplay. 
 
Um produto fruto de muito trabalho e boas experiências com novas tecnologias como PWA e React. Um abraço e obrigado à equipe Cidadeverde e aos profissionais Mateus Pontes e Cleiton, que participaram de mais este grande produto do Grupo de Mídia Cidade Verde. 

 

Pacientes paraplégicos voltam a andar com ajuda de neurotecnologia



Cientistas suíços do Hospital Universitário de Lausanne e da Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL) desenvolveram um tratamento de estimulação elétrica epidural dirigida(EES) e terapia assistida por peso, chamada STIMO (Stimulation Movement Overground), que restaurou o movimento muscular de três pacientes com paralisia total nas pernas e que conseguiram voltar a andar. 
Usando recursos de neurotecnologia, os cientistas recorreram a um implante wireless que estimulou eletricamente as medulas espinhais dos pacientes. 

Como funciona
Os cientistas suíços Grégoire Courtine e Jocelyne Bloch explicam que foi implantado um "gerador de impulsos" com capacidades de disparo em tempo real que emitem explosões elétricas de “estimulação espacialmente seletiva”, visando regiões específicas, ligadas ao cérebro, conforme os movimentos musculares desejados. 

Os três pacientes envolvidos no projeto foram submetidos a treinamentos durante vários meses. Todos haviam sofrido sérios danos na coluna vertebral há alguns anos e passaram a caminhar de novo com o recurso desenvolvido para recuperar pacientes paraplégicos.

Um artigo sobre o projeto foi publicado na famosa revista americana "Nature" no dia 31 de outubro deste ano sob o título de Targeted "neurotechnology restores walking in humans with spinal cord injury".  O artigo está disponível para leitura mas a revista cobra o acesso. Confira mais abaixo o "abstract" do artigo.

Vídeos
Confira video com detalhes técnicos do projeto e depoimentos de cientistas e pacientes



 


Aritgo Publicado na Revista Nature
Link de acesso original: https://www.nature.com/articles/s41586-018-0649-2

*Abstract
A lesão da medula espinhal leva a déficits locomotores graves ou até mesmo à paralisia completa das pernas. Aqui introduzimos neurotecnologias direcionadas à estimulação da medula espinhal que permitiram o controle voluntário da marcha em indivíduos que haviam sofrido uma lesão na medula espinhal há mais de quatro anos e apresentavam déficits motores permanentes ou paralisia completa, apesar da extensa reabilitação. Usando um gerador de pulso implantado com capacidade de disparo em tempo real, nós fornecemos trens de estimulação espacialmente seletiva para a medula espinhal lombossacral com tempo que coincidiu com o movimento pretendido. Em uma semana, essa estimulação espaço-temporal restabeleceu o controle adaptativo dos músculos paralisados durante a caminhada no subsolo. O desempenho locomotor melhorou durante a reabilitação. Após alguns meses, os participantes recuperaram o controle voluntário sobre os músculos previamente paralisados sem estimulação e podiam andar ou pedalar em ambientes ecológicos durante a estimulação espaço-temporal. Esses resultados estabelecem uma estrutura tecnológica para melhorar a recuperação neurológica e apoiar as atividades da vida diária após a lesão medular.

* Com informações da Revista Nature e site Pplware

Tecnologia torna-se aliada no aprendizado de idiomas em sala de aula

Aprender um novo idioma requer disciplina e subsídios que ajudem a praticar a língua. A tecnologia vem como alternativa para somar o aprendizado em sala de aula seja por meio de aplicativos, tablets, celulares ou objetos inteligentes. Os métodos de aprendizado tradicionais com professores e material didático são indispensáveis para quem está aprendendo um novo idioma. O uso de ferramentas tecnológicas serve como um complemento para fixar os conteúdos ensinados tornando as aulas mais dinâmicas e interativas. 

Um dos métodos de aprendizado por meio da tecnologia são materiais com realidade aumentada, que proporciona aos estudantes interagir com personagens dos livros didáticos. Este recurso, que permite a interação entre objetos virtuais e objetos reais, já está se expandindo rapidamente e sendo adaptado para outros segmentos além do entretenimento, com a educação. Os benefícios são inúmeros, uma vez que, torna o aprendizado em sala de aula mais atraente e empolgante, principalmente para as crianças. 

Para a diretora pedagógica de uma escola de línguas emTeresina, Lina Carvalho, além de estimular o interesse pelo aprendizado de um novo idioma, a realidade aumentada também proporciona maior compreensão e a absorção do conteúdo trabalhado. “O uso da tecnologia auxilia os alunos a praticar o que está sendo aprendido em sala de aula, assim como tirar dúvidas com pronúncias de palavras e expressões.  Nesse material de forma especifica as crianças apontam a câmera do celular para livro e os personagens do livro saltam do livro possibilitando diversas brincadeiras em inglês.”, destacou. 

Outro recurso é a Wiz.pen, uma caneta que faz a pronúncia de palavras, frases, expressões e músicas. O objeto ainda vem com um cabo USB que pode ser utilizado para carregar o dispositivo e atualizá-lo assim que um livro for concluído e o aluno ainda pode conectá-la ao fone de ouvido. “A tecnologia avançada é uma extensão de todo conteúdo de áudio dos livros. Com a caneta o aluno estuda onde estiver e melhora a pronúncia com rapidez”, pontuou Lina Carvalho.

A diretora pedagógica afirma que a intenção é buscar as melhores formas de retenção do aprendizado para manter a qualidade do conhecimento de uma segunda língua e garantir o efeito positivo que as tecnologias aliadas à competência do professor proporcionam aos alunos. “A educação é o maior agente de transformação de uma nação e, assim como o ser humano, ela tem de estar em constante evolução”, finaliza.

Software ajuda a otimizar tempo nas obras e evita erros em projetos na construção civil

A construção civil vem se beneficiando cada vez mais com as novas tecnologias e técnicas que o BIM (Building Information Modeling) vem oferecendo. O software está oferecendo a oportunidade dos projetos serem mais assertivos, sem precisar de grandes mudanças na hora da revisão ou de executar.

O BIM que em português significa: Modelagem da Informação da Construção, vem sendo usado há algum tempo em alguns países na hora da produção dos projetos. Além da agilidade, a tecnologia é bem precisa, o que faz com que se tenha uma economia nas obras. Para o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Teresina (Sinduscon), Francisco Reinaldo, o software é bastante completo.

“Ele é um projeto completo em 3D, o que se torna diferente de imagem 3D, já o BIM é uma imagem com dimensões. Alguns países da Europa e nos EUA ele é bem difundido e muito utilizado. Já aqui em Teresina ele ainda está chegando e a tendência é que se trabalhe muito em cima dele”, comenta.

Vendo a importância e a agilidade do BIM, o Sinduscon Teresina resolveu realizar no próximo dia 22 de outubro o Workshop Disseminação do BIM. O encontro será no prédio da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI) e deseja reunir profissionais do setor, estudantes e escritórios que desejam trabalhar com a tecnologia.

O presidente ressalta que o objetivo do evento é fazer com que os profissionais que trabalham com a construção civil conheçam cada vez mais o BIM. Ele espera que daqui um tempo, o software esteja sendo utilizado de forma massiva no mercado piauiense. “Será um evento que irá agregar bastante para quem se interessa por novas tecnologias na construção. Vamos ter palestras com profissionais que têm experiência em projetos em BIM e palestrantes que desenvolveram ou desenvolvem softwares nessa área”, finaliza.

Projeto preserva a história do jornalismo piauiense

O site do Projeto Memória do Jornalismo Piauiense - http://memoriadojornalismopi.com.br - é um daqueles links para salvar com a estrelinha no "favoritos" do seu navegador. Um rico trabalho de pesquisa que preserva a memória da comunicação e da sociedade piauiense. 

O acervo do Projeto, coordenado pela Profa. Dra. Ana Regina Rêgo, está à disposição da comunidade por meio do Espaço Integrado da Memória na UFPI e no próprio Arquivo Público do Piauí. A plataforma digital também possibilita ao pesquisador consultar jornais, revistas e almanaques do século XIX e XX em qualquer lugar, por meio do site, configurando assim, um meio de democratização e acessibilidade aos interessados em pesquisar a imprensa piauiense. 

O projeto é mantido pelo Núcleo de Pesquisa em Jornalismo e Comunicação (NUJOC), vinculado ao Departamento de Comunicação Social e ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Piauí (PPGCOM/UFPI). O projeto possui parceria com o Arquivo Público do Piauí: Casa Anísio Brito, assim como, com o Programa de Educação Tutorial (PET) - História da UFPI; o Núcleo de Pesquisa Documentação e Memória (NUPEM) da UFPI, e, o Núcleo de Pesquisa em História e Educação (NUPEHED) da UFPI. 

O Projeto Memória do Jornalismo possui o patrocínio da Universidade Federal do Piauí (UFPI), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Atualmente 16 pessoas entre bolsistas, estudantes de graduação e pós-graduação e voluntários, atuam nas diferentes etapas do processo de conservação da história e memória piauiense. De 2011 aos dias atuais já passaram pelo Projeto cerca 50 estudantes.

 

Aumento do uso do celular em sala de aula cresce no País

A pesquisa TIC Educação 2017 aponta, de forma inédita, que 40% dos professores de escolas localizadas em áreas urbanas já ajudaram algum aluno a enfrentar situações desconfortáveis ocorridas durante o uso da Internet, tais como bullying, discriminação, assédio e disseminação de imagens sem consentimento. O indicador passou a ser coletado na 8ª edição da pesquisa, divulgada nesta quarta-feira (22/8) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

O percentual de professores que declararam já ter auxiliado alunos nessas situações é semelhante entre profissionais de escolas públicas (39%) e particulares (44%), com destaque entre aqueles que lecionam para turmas de 5º ano (41%) e 9º ano (44%) do Ensino Fundamental, assim como os professores mais jovens na faixa etária de 31 a 45 anos (45%).

No que diz respeito a ações promovidas pela escola, grande parte dos coordenadores pedagógicos – 76% de escolas públicas e 96% de escolas particulares – afirmou que as instituições promoveram atividades de orientação para os alunos enfrentarem tais situações. Contudo, apenas 18% das escolas públicas e 41% das particulares realizaram palestras, debates ou cursos sobre o uso responsável da Internet nos últimos 12 meses. "Tal resultado pode ser um indício de que as discussões sobre o uso seguro, consciente e responsável da Internet são tratadas na escola de forma esporádica e ainda não foram incorporadas com regularidade ao currículo e às atividades extracurriculares", avalia Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

Uso de computador e Internet em escolas de áreas urbanas

A TIC Educação 2017 aponta que o uso do computador e da Internet para a realização de tarefas escolares está bastante disseminado entre os alunos, especialmente para pesquisas e trabalhos. Por outro lado, os dados sobre o local de acesso evidenciam que menos da metade dos alunos utilizam a Internet na escola. "Fica claro que grande parte destas atividades são realizadas fora do ambiente escolar, pois apenas 37% dos alunos de escolas públicas e 50% dos alunos de escolas particulares usuários de Internet citam a escola como local de acesso à rede", enfatiza Barbosa.

Entre os professores, o estudo mostra que o uso das tecnologias de informação e comunicação no processo de ensino e aprendizagem ainda não está totalmente difundido: solicitar a realização de exercícios, por exemplo, utilizando o computador e Internet, é uma atividade realizada por 40% dos professores usuários de Internet.

Entre as atividades realizadas pelos professores, o estímulo à criação de jogos e aplicativos (2%), ou ainda, sítios e páginas na Internet (3%), são pouco mencionados. A pesquisa também aponta diferença significativa entre a realização destas atividades pelos professores de escolas públicas e particulares, especialmente no que trata da interação com os alunos pela Internet – apenas 36% dos professores de escolas públicas tiraram dúvidas on-line, enquanto entre os professores de escolas particulares, essa proporção é de 66%.

Acesso à Internet nas escolas de áreas rurais

Pela primeira vez, a TIC Educação passou a coletar dados em escolas localizadas em áreas rurais. Os resultados mostram que somente 36% delas possuíam ao menos um computador com acesso à Internet, percentual que apresenta variações entre as regiões: no Sul, 81% das escolas rurais possuem ao menos um computador conectado, enquanto na região Norte a porcentagem é de apenas 18%.

A velocidade de conexão à Internet ainda é um dos grandes desafios ao uso das tecnologias por toda a comunidade escolar em áreas rurais: 61% das escolas conectadas à Internet possuem velocidade de até 2Mbps, sendo que 16% declaram velocidades inferiores a 1Mbps. Entre as escolas que possuem acesso à Internet, 46% permitem que os computadores e a Internet da escola sejam utilizados pela comunidade que reside próximo ou pelos familiares dos alunos. "Observa-se que este percentual é maior justamente nas regiões com maiores limitações à conectividade domiciliar, como é o caso da região Norte. Nessas localidades a escola apresenta-se como espaço central para a inclusão digital", ressalta Barbosa.

Entre as instituições que não usam Internet, a falta de infraestrutura de acesso à rede na região é o motivo apontado por 48% dos diretores ou responsáveis. Outro motivo recorrente é o alto custo de conexão, citado por 28% dos diretores ou responsáveis.

Sobre a pesquisa

Realizada anualmente desde 2010, a TIC Educação investiga o acesso, o uso e a apropriação das tecnologias de informação e comunicação (TIC) nas escolas públicas e particulares brasileiras de Ensino Fundamental e Médio, com enfoque no uso destes recursos pela comunidade escolar e em atividades de gestão e de ensino e aprendizagem.

A coleta de dados em escolas localizadas em áreas urbanas ocorreu entre os meses de agosto e dezembro de 2017. Foram entrevistados presencialmente 957 diretores, que responderam também pelas condições de infraestrutura e uso das TIC na escola; 909 coordenadores pedagógicos; 1.810 professores de Língua Portuguesa, de Matemática e que lecionam múltiplas disciplinas (anos iniciais do Ensino Fundamental); 10.866 alunos de 5º e 9º ano do Ensino Fundamental e 2º ano do Ensino Médio. A partir de 2017, a pesquisa TIC Educação passou a coletar dados relativos a escolas localizadas em áreas rurais. Foram entrevistados pelo telefone e presencialmente 1.481 diretores ou responsáveis pela escola.

Para acessar a TIC Educação 2017 na íntegra, assim como rever a série histórica, visite http://cetic.br/. Compare a evolução dos indicadores a partir da visualização de dados disponível em: http://data.cetic.br/cetic/explore?idPesquisa=TIC_EDU.

Fonte: CGI.br

Mercado de linhas de celular recua

O Brasil fechou o mês de maio com 235,5 milhões de linhas de celular. O total foi 6,7 milhões menor do que o registrado em maio do ano passado. Os dados foram divulgados dia 2/7 pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). As estatísticas medem os acessos e não o número de pessoas com linhas, já que diversas pessoas podem adquirir mais de um chip.

Do total de linhas registradas em maio, 144,15 milhões eram pré-pagas, o que representa 61%. No período de um ano, a queda desse tipo de acesso foi maior, chegando a 17,7 milhões. Enquanto isso, no mesmo período os contratos pós-pagos cresceram 11 milhões. Ou seja, embora o saldo dos últimos doze meses tenha sido negativo, a proporção de acessos pós-pagos aumentou no país. Em geral essa modalidade está relacionada a maiores pacotes de voz e dados.

Os dados da Anatel mostram que a tecnologia 4G se estabeleceu no país. Esta modalidade foi a mais popular entre os acessos, chegando a quase metade destes (49%). Após quatro anos do início da implantação desta tecnologia, o 3G ainda é representativo, sendo usado em 31,7% dos acessos, enquanto o 2G está presente em 12% das linhas.

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