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Adutora Padre Lira já tem 36 quilômetros e beneficiará 12 mil pessoas no semiárido

O sonho de ver a água tratada chegando em Dom Inocêncio vai tomando forma à medida que avançam as obras da Adutora Padre Lira, uma das mais importantes ações do governo do Estado no combate à seca, pois vai melhorar o abastecimento de água na região do semiárido piauiense, beneficiando direta e indiretamente 12 mil habitantes. 

É o trabalho de bravos piauienses que vai tornando realidade a adutora Padre Lira. Eu sei o tamanho do sonho de tantos anos, o sonho de ver a água chegando em Dom Inocencio, lá do Rio Piauí, da Barragem do Jenipapo, na torneira dentro de casa. ProPiauí é isto, trazendo do sonho para o concreto que muda a vida das pessoas e de cada lugar!”, diz o governador Wellington Dias, ressaltando a importância do ProPiauí para a retomada das obras.

Segundo o Instituto de Desenvolvimento do Piauí (IDEPI), dos 50 km de extensão total da obra, já foram concluídos 36 quilômetros. O órgão informa que já foram finalizadas as fases de instalação, montagem e testes da estação de tratamento de água (ETA), que possui capacidade de armazenagem de 72m3 por hora, como também a estrutura física da rede elétrica. Todas estas etapas fazem parte da construção da adutora e são importantes para operações futuras do sistema.

A adutora Padre Lira será abastecida pelo reservatório Jenipapo. Dentre as características, o sistema possui um reservatório em concreto armado com capacidade de 400m3 para distribuição de água tratada.  Contará ainda com duas estações de bombeamento, estações elevatórias, 18 unidades de reservatórios de fibra, com capacidade para 15 mil litros, e bebedouros para animais. O investimento na obra chega a R$ 16,8 milhões, sendo os recursos provenientes do tesouro estadual e do orçamento geral da união.

“Além de atender à população da zona urbana, os benefícios da adutora chegarão também aos moradores da zona rural próximas à rede, fortalecendo a agricultura familiar, uma vez que muitas famílias têm essa atividade como principal fonte de renda”, diz Leonardo Sobral, diretor-geral do IDEPI.

Da Redação
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