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Amarante cria o primeiro museu dividido em estações do Brasil

O município de Amarante, localizado a 156 km de Teresina, vai entrar para a história com a criação do primeiro museu dividido em estações do Brasil, o Museu “Casas de Amarante”, que será inaugurado na sexta-feira (17). 

O museu, que tem a museografia feita pelo arquiteto Paulo Vasconcellos, reúne importantes casarões históricos da cidade em um tour com oito paradas. 

PRIMEIRA ESTAÇÃO


“Casa das Origens” -  O espaço vai fazer alusão às tribos indígenas Acoroás e Guégués, aos afrodescendentes do quilombo Mimbó e às famílias portuguesas mais tradicionais e importantes para a cidade. Nessa casa o visitante será orientado sobre como funciona o Museu e passará a ser acompanhado por um guia até as demais estações.

SEGUNDA ESTAÇÃO

 Salão Bela Vista - fundado na década de 1960. O espaço será reaberto após 26 anos para integrar o projeto. Será  um “museu vivo” com a presença de barbeiros para o visitante cortar o cabelo à moda antiga e vivenciar um ambiente com cadeiras tradicionais ,  radiola e discos de vinil com músicas de época.

TERCEIRA ESTAÇÃO E QUARTA ESTAÇÃO

Museu da Música e o Museu da Dança - dois espaços para abrigar a memória das riquezas culturais de Amarante, cidade conhecida pelas tradicionais danças do Cavalo Piancó, Dança Portuguesa e Pagode do Mimbó. Também fazem parte do acervo peças da banda “Os Geniais”, a “explosão musical do Médio Parnaíba” da década de 1970. 

QUINTA ESTAÇÃO

 “Casa do Azulejo” - um casarão tombado que preserva fachada e parte do piso do século XIX. O casarão possui cristaleiras, peças de cristais e móveis do século XX. 

SEXTA ESTAÇÃO

“Museu do Divino” - casa que possui um acervo de mais de 50 oratórios e conta a história da tradicional “Festa do Divino”, em Amarante. 

SÉTIMA ESTAÇÃO

 “Jardim da Poesia de Da Costa e Silva”-  um espaço com as admiráveis poesias entre plantas e flores na varanda da casa onde nasceu o famoso poeta amarantino.

OITAVA ESTAÇÃO

Botica - a farmácia mais antiga do Piauí, criada no ano de 1885. O prédio histórico preserva o ambiente original com armários, balcão, frascos, registros de fórmulas e anotações do médico e farmacêutico Eleazar Pereira da Cunha.

Com informações - Ascom