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Angical é a pioneira da parceria "Cidades Inteligentes do Piauí"

Os quase 7 mil habitantes de Angical do Piauí, a 127 km de Teresina, serão beneficiados com a primeira PPP de Cidades Inteligentes do Piauí. Foi divulgado ontem no Diário Oficial do Município o resultado da licitação do projeto, que contou com duas concorrentes, e agora serão cumpridos os prazos legais para recursos, para em seguida assinar o contrato. A Superintendência de Parcerias e Concessões do Piauí (Suparc), em parceria com o Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades (IPGC), elaborou os estudos de viabilidade e está acompanhando todo o processo da PPP municipal.

O objetivo do projeto é tornar mais eficiente os serviços de iluminação pública, de telecomunicações e geração de energia fotovoltaica para atender a demanda municipal. “O Piauí é o primeiro estado a desenvolver um programa de assessoria para PPPs em âmbito municipal, com o objetivo de oferecer infraestrutura e atrair recursos para a otimização dos serviços públicos em cidades de menor porte”, explica a superintendente da Suparc, Érica Feitosa.

Além de internet para todos os prédios públicos, a PPP prevê a disponibilização de oito pontos de Wi-Fi públicos para a população, visando à democratização do acesso, e 11 pontos de videomonitoramento para oferecer mais segurança para o município. Angical será a primeira cidade do Piauí a ser completamente monitorada com cercamento eletrônico e com um Centro de Controle e Operação para trabalhar no acompanhamento das imagens do sistema de vigilância de forma rotineira, monitorando a cidade em tempo real e auxiliando no trabalho das forças de segurança.

A partir da substituição de todas as luminárias por lâmpadas de Led haverá uma redução no gasto com iluminação pública, além de garantir uma valorização do espaço urbano com maior aproveitamento do ambiente noturno, oferecendo mais segurança e interação social. O projeto prevê ainda a geração de energia fotovoltaica, por meio de instalação de placas solares nos telhados de prédios públicos, reduzindo o custo com energia predial do município e garantindo a adoção de uma fonte renovável de energia que possibilita menor geração de gases poluentes no meio ambiente.