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Contabilidade - José Corsino

Caixa reduz juros e suspende pagamento de dívidas

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Micro e pequenas também serão beneficiadas, com redução do custo do crédito, renegociação de contratos e prazo de carência.

 

A Caixa Econômica Federal anunciou, nessa quinta-feira (19/03), um amplo pacote de medidas de apoio à economia, afetada pela pandemia do coronavírus e reduziu juros nas linhas de crédito, seguindo o Banco Central que reduziu a taxa básica,  Selic de  4,25% para 3,75% ao ano.

Confira as medidas adotadas pela Caixa Econômica Federal

1) Suspensão por 60 dias do pagamento de dívidas para pessoas físicas, incluindo o empréstimo habitacional. As empresas, especialmente micro e pequenas também terão a mesma facilidade, com redução do custo do crédito, renegociação de contratos e prazo de carência. 

No caso de micro e pequenas empresas, o corte nos juros chegou a 45% nas linhas de capital de giro, com taxas a partir de 0,56% ao mês.  Haverá prazo de carência de até 60 dias nas operações parceladas, nessa modalidade e renegociação dos contratos.

2) Redução dos juros para pessoas físicas, especialmente crédito pessoal: a taxa do consignado baixou para 0,99% ao mês, do empréstimo pessoal para 2,17% ao mês e do penhor, para 1,99% ao mês.

3) Para as empresas dos setores do comércio e de serviços, mais afetadas pela crise, a Caixa vai oferecer linhas especiais com prazo de carência de até seis meses. As taxas também foram reduzidas nas modalidades destinadas a compra de máquinas e equipamentos, com prazo de carência de 60 dias.

4) Hospitais e santas casas terão disponível volume de crédito de R$ 3 bilhões em condições facilitadas.

5) Para evitar que os clientes precisem comparecer às agências e facilitar compras pela internet, a Caixa vai oferecer de forma gratuita o cartão de débito virtual a todos os correntistas e poupadores. Os clientes também poderão renovar o contrato de do penhor pelo site da Caixa e canal Telesserviço.

6) O fluxo de pessoas no interior das agências será limitado a, no máximo, 50% da capacidade dos assentos das unidades.

 

Fonte: Caixa Econômica Federal